quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Bandeiras do Brasil VI

O primeiro pavilhão elaborado especialmente para o Brasil. D João IV conferiu a seu filho Teodósio o título de "Príncipe do Brasil", distinção transferida aos demais herdeiros presuntivos da Coroa Lusa. A esfera armilar de ouro passou a ser representada nas bandeiras de nosso País.



Bandeira do Principado do Brasil (1645 - 1816)

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Bandeiras do Brasil V

Também conhecida como "Bandeira de D. João IV", foi instituída, logo após o fim do domínio espanhol, para caracterizar o ressurgimento do Reino Lusitano sob a Casa de Bragança O fato mais importante que presidiu foi a expulsão dos holandeses de nosso território. A orla azul alia à idéia de Pátria o culto de Nossa Senhora da Conceição, que passou a ser a Padroeira de Portugal, no ano de 1646.



Bandeira da Restauração ( 1640 - 1683)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

Bandeiras do Brasil IV

Este pendão, criado em 1616, por Felipe II da Espanha, para Portugal e suas colônias, assistiu às invasões holandesas no Nordeste e ao início da expansão bandeirante, propiciada, em parte, pela "União Ibérica".


Bandeira do Domínio Espanhol (1616 - 1640)

Os hotspots pela Terra

Saiba onde estão os 34 hotspots ambientais do mundo.

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domingo, 28 de agosto de 2011

Bandeiras do Brasil III

O lábaro desse soberano, cognominado o "Colonizador", tomou parte em importantes eventos de nossa formação histórica, como as expedições exploradoras e colonizadoras, a instituição do Governo Geral na Bahia em 1549 e a posterior divisão do Brasil em dois Governos, com a outra sede no Maranhão.



Bandeira de D. João III (1521 - 1616)

HOTSPOTS OU PONTOS QUENTES

O termo hotspots, pontos quentes, é empregado em diversas áreas do conhecimento, por exemplo, em genética são locais nos genes nos quais mutações ocorrem com uma freqüência excepcionalmente alta, em geociências indicam locais do manto terrestre onde existe uma anomalia térmica relacionadas ao magma, que seria a polpa da Terra que vaza na crosta em forma de lava pelos vulcões, e também em informática, pontos de acesso a internet sem fio disponibilizados ao público ou WiFi. Há ainda os hotspots da biodiversidade ou ambientais, tema deste artigo.

Um dos maiores dilemas dos conservacionistas é saber quais são as áreas mais importantes para preservar a biodiversidade na Terra. Para tentar resolver esse problema o ecólogo inglês Norman Myers criou em 1988 o conceito dos hotspots, que estabeleceu 10 áreas críticas para a preservação em florestas tropicais. Entre essas áreas estão os Andes tropicais, Madagascar e a Mata Atlântica.

Em 1996, o primatólogo norte-americano, Russell Mittermeier, presidente da ONG (organização não governamental) Conservation International, liderou um estudo que aperfeiçoou a teoria inicial de Myers e identificou 17 hotspots. Três anos depois, com a contribuição de mais de 100 pesquisadores, foi ampliado para 25 o número de hotspots. Em fevereiro de 2004 a Conservation International ampliou para 34, as regiões consideradas hotspots.

Mata Atlântica
Imagem cedida pela SOS Mata Atlântica
A Mata Atlântica é um dos hotspots ambientais da Terra

Dois fatores são críticos na escolha de um hotspot: a existência de espécies endêmicas, ou seja, que são restritas a um ecossistema específico e grandes taxas de destruição do habitat. Quando Myers estabeleceu 10 áreas críticas para a conservação, ele não utilizou critérios quantitativos com a relação à definição de um hotspot. Contudo, com o passar dos anos foram introduzidos patamares quantitativos na sua definição, assim hotspot passou a ser considerado uma região com a existência de pelo menos 1500 espécies endêmicas de plantas e com 75% ou mais da sua vegetação destruída. Dessa forma, é tido como toda área prioritária para conservação, isto é, com alta biodiversidade e com alto grau de ameaça. Com isso o conceito de hotspot concentra-se em ecossistemas fragmentados e devastados, como é o caso da Mata Atlântica que hoje possui apenas entre 7% a 8% da sua extensão original, e estes estão distribuídos, na sua maior parte, em fragmentos de diferentes tamanhos.

A fragmentação do habitat, que assola praticamente todos os biomas, é um processo pelo qual o tipo de habitat é parcialmente removido e subdividido. Os processos de fragmentação e perda de habitat ocorrem, de forma geral, simultaneamente.

Para escolha desses pontos críticos levou-se em consideração que a biodiversidade não está igualmente distribuída ao redor do planeta. Para se ter uma idéia, somando a área de todos os hotspots são apenas 2,3% da superfície terrestre, e nessas áreas se concentram em torno 50% das plantas e 42% dos vertebrados conhecidos.

sábado, 27 de agosto de 2011

Bandeiras do Brasil II

Era o pavilhão oficial do Reino Português na época do descobrimento do Brasil e presidiu a todos os acontecimentos importantes havidos em nossa terra até 1521. Como inovação apresenta, pela primeira vez, o escudo de Portugal.


Bandeira Real (1500 - 1521)



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sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Bandeiras do Brasil - Série Histórica


Bandeiras Históricas do Brasil:
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Desde o inicio da colonização do Brasil pelos europeus, vários fatos e acontecimentos históricos ocorreram. 
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Ao longo do tempo,  os governantes optaram por modificar as bandeiras brasileiras, isto em função da mudança de quem estava governando, momento histórico ou como ocorreu mais recentemente, a extinção da monarquia e proclamação da república.
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A Ordem de Cristo, rica e poderosa, patrocinou as grandes navegações lusitanas e exerceu grande influência nos dois primeiros séculos da vida brasileira. A cruz de Cristo estava pintada nas velas da frota cabralina e o estandarte da Ordem esteve presente no descobrimento de nossa terra, participando das duas primeiras missas. Os marcos traziam de um lado o escudo português e do outro a Cruz de Cristo.
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Bandeira de Ordem de Cristo (1332 - 1651)


quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Bandeira Brasileira


Bandeira do Brasil: 
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A Bandeira Brasileira atual é utilizada desde 19 de Novembro de 1889. Foi desenhada pelo pintor Décio Vilares e é formada por um grande losango amarelo com um retângulo verde ao fundo, mais um círculo azul e uma faixa branca. 
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Cores e Demais Elementos da Bandeira Brasileira:
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Verde:
Representa as florestas brasileiras.
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Amarelo:
Representa o ouro, motivo do surgimento de muitas cidadesimportantes.
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Círculo Azul:
Representa o céu das áreas tropicais do planeta.
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Faixa Branca:
Localiza-se no centro da bandeira e nela está escrito em verde: "Ordem e Progresso".
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27 Estrelas:
Representam os 26 estados brasileiros, mais o Distrito Federal.
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Significado das Estrelas na Bandeira do Brasil:
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Cada estrela está localizada em um ponto especifico na bandeira. Isto se explica pelo fato de que esta sendo reproduzido a constelação do céu da cidade do Rio de Janeiro no dia 15 de novembro de 1889, no horário das 8:30h. 
Sendo este o lugar, data e hora da Proclamação da República no Brasil.
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Veja abaixo os nomes da estrelas que representam cada estado brasileiro:
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ESTADO
NOME DA ESTRELA
Acre
Gama da Hidra Fêmea
Alagoas
Teta do Escorpião
Amapá
Beta do Cão Maior
Amazonas
Procyon (Alfa do Cão Menor)
Bahia
Gama do Cruzeiro do Sul
Brasília (DF)
Sigma do Oitante
Ceará
Epsilon do Escorpião
Espírito Santo
Epsilon do Cruzeiro do Sul
Goiás
Canopus (Alfa de Argus)
Maranhão
Beta do Escorpião
Mato Grosso do Sul
Alfard (Alfa da Hidra Fêmea)
Mato Grosso
Sirius (Alfa do Cão Maior)
Minas Gerais
Delta do Cruzeiro do Sul
Pará
Spica (Alfa da Virgem)
Paraíba
Capa do Escorpião
Paraná
Gama do Triângulo Austral
Pernambuco
Mu do Escorpião
Piauí
Antares (Alfa do Escorpião)
Rio de Janeiro
Beta do Cruzeiro do Sul
Rio Grande do Norte
Lambda do Escorpião
Rio Grande do Sul
Alfa do Triângulo Austral
Rondônia
Gama do Cão Maior
Roraima
Delta do Cão Maior
Santa Catarina
Beta do Triângulo Austral
São Paulo
Alfa do Cruzeiro do Sul
Sergipe
Iotá do Escorpião
Tocantins
Epsilon do Cão Maior
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Estrelas da Bandeira do Brasil e Respectivos Estados.
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quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Desertos ou Áreas Desérticas


Desertos:
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Os desertos são regiões hiperáridas, áridas e semi-áridas que ocupam mais de um terço da superfície terrestre – cerca de 50.000.000 km². 
O deserto do Saara, localizado no norte da África, o maior de todos, com 8.600.000 km², corresponde aproximadamente ao tamanho do Brasil e se estende pelo território de dez nações: Argélia, Chade, Egito, Líbia, Mali, Marrocos, Mauritânia, Níger, Tunísia e Sudão. 
As áreas desérticas do mundo têm crescido anualmente, por causa de fatores naturais e da ação do homem. 
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Existem basicamente dois tipos de desertos, veja abaixo:
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Desertos Quentes:
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Caracterizam-se pelos contrastes térmicos entre o dia, extremamente quente, com temperatura que pode atingir mais de 50°C, e a noite, bastante fria em virtude da baixa umidade relativa do ar e da irradiação do calor para a atmosfera. 
A maior parte dos desertos quentes do mundo concentra-se ao longo dos trópicos de Câncer, no hemisfério norte, e de Capricórnio, no hemisfério sul. Essas regiões são propícias à aridez porque se localizam em zonas de alta pressão, onde o ar permanentemente seco impede a ocorrência de chuva. 
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Desertos Frios:
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Apresentam temperatura média anual inferior a 18°C. Resultam dos mesmos fatores que originam os desertos quentes, mas são frios porque se localizam em regiões de média latitude (entre 40°C e 60°C). A aridez destes desertos decorre da existência de cordilheiras ou da continentalidade, ou seja, a distância dos oceanos.
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          O deserto de Atacama é o recordista mundial em aridez: durante   45 anos, entre 1919 e 1964, não recebeu uma gota de chuva.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Penínsulas ou Áreas Peninsulares


Penínsulas: 
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Uma península é caracterizada por ser um porção de terra cercada de água por todos os lados, exceto por um, que faz a ligação com o continente.
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Veja abaixo algumas das mais importantes penínsulas do Globo Terrestre e suas extensões.
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PENÍNSULAÁREA (Km2)
Arábica
2.730.000
Industão
2.090.000
Labrador
1.300.000
Escandinávia
800.000
Ibérica
585.000
Ásia Menor
505.000
Balcãs
408.000
Kamtchatka
270.000
Málaca
237.000
Coréia
221.000
York
195.000
Yucatã
150.000
Apeninos
149.000
Califórnia
145.000
Flórida
110.000
Kola
100.000

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Oceanos e Mares


Oceanos:

São vastas extensões de água salgada que envolvem os continentes e cobrem a maior parte da Terra. Existem quatro oceanos: o Pacífico é o maior deles, seguido do Atlântico e do Índico. O oceano Atlântico banha o leste da América e o oeste da Europa e da África. O oceano Pacífico, o maior dos três, envolve o oeste da América e o leste da Ásia e da Austrália. O oceano Índico banha o leste da África, o sul da Ásia e o oeste da Austrália. Esses três oceanos se encontram no pólo sul da Terra, a Antártica. No pólo norte encontra-se o chamado Oceano Ártico considerado, pela maioria dos cientistas, um mar formado pelo oceano Atlântico. Os Oceanos são, também, grandes massas de água líquida que envolvem os continentes. A superfície e a profundidade são os dois elementos principais que diferenciam os Oceanos dos Mares.
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Os oceanos contêm cerca de um quarto das reservas mundiais de petróleo. Suas águas abrigam outros recursos minerais, ainda hoje pouco explorados. A Terra é o único planeta que possui água em estadolíquido cobrindo a maior parte de sua área. Aproximadamente 70,8 % da área da Terra é coberta por água (e os oceanos respondem quase 100% desta área).
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OCEANOSUPERFÍCIE%MAIORES PROFUNDEZAS
Pacífico
164.316.900 Km2
46%
Fossa das Marianas 

  
(11.033m)
Atlântico
  85.555.200 Km2
23,9%
Fossa de Porto Rico 

  
(8.648m)
Índico
  72.577.280 Km2
20,3%
Fossa de Java 

  
(7.724m)
Ártico
  13.070.592 Km2
3,7%
Bacia Eurásia 

  
(5.449m)




Mares:
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Os Mares, em geral, são partes ou prolongamentos dos Oceanos e ficam próximos dos Continentes. 
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É chamado de Estreito um canal natural que une dois mares ou duas partes do mesmo mar.
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Classificação dos Mares:
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Mares Abertos:
Localizados das costas litorâneas, esses mares comunicam-se diretamente com o oceano.
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Mares Interiores ou Mediterrâneos: 
Localizam-se no interior dos continentes e comunicam-se com o oceano através de passagens chamadas Estreitos.
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Mares Fechados:
Situados no interior de Continentes não comunicam-se com outros mares ou oceanos.
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Curiosidades:
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Os Mares são diferentes dos Oceanos pela dimensão e posição geográfica. Também são menos profundos.
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O mar é salgado porque em suas águas há predomínio de cloreto de sódio, o sal de cozinha e também de cloreto de magnésio.
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A cor do mar varia entre azul e outras cores, como o verde e o cinza escuro. As causas dessas variações se devem ao reflexo do céu, à temperatura das águas, ou ainda, à presença de sedimentos coloridos ou substâncias no fundo do mar.
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As ondas do mar são causadas pelo vento e a velocidade delas varia muito, dependendo sempre da velocidade e intensidade da ventania.

domingo, 21 de agosto de 2011

Tipos de Lagos


Lagos: Aspectos Gerais.
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Quando as águas de um rio encontram algum obstáculo para continuar seu curso e ao mesmo tempo se deparam com áreas de relevo deprimido, elas se acumulam nessas depressões, dando origem a um lago. Assim, os lagos são geralmente alimentados por rios, podendo, também, receber água de precipitações ou de degelo. 
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Os lagos podem ser classificados, segundo a sua origem, nos seguintes tipos:
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Lagos de Origem Glacial: 
Surgiram em depressões escavadas por geleiras.
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Lagos de Origem Tectônica: 
Surgiram a partir de dobramentos e falhas no relevo. Geralmente são muito profundos e não têm escoamento para o Oceano.
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Lagos de Origem Marinha: 
Resultam de antigos mares. Por isso, são mais conhecidos pelo nome de Mares.
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Lagos de Barragem: 
São freqüentes nas altas montanhas, onde os obstáculos formados por detritos dão origem a barragens, logo cobertas por água.
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Curiosidades:
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Existem lagos de água doce e de água salgada.
O "Mar" Morto é um Lago de Origem Tectônica
Os "Mares" Cáspio e de Aral são Lagos de Origem Marinha. 
A Finlândia é o País que apresenta o maior número de lagos (cerca de 60.000), todos classificados como Lagos de Origem Glacial.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

A ESTRUTURA POR SEXOS DA POPULAÇÃO


Existe normalmente um equilíbrio de proporções entre o número de pessoas do sexo masculino e do sexo feminino. A população feminina, no geral, é um pouco maior que a masculina, pois a expectativa de vida do sexo feminino é superior a do masculino. Mas essa diferença quase nunca é significativa. Em geral apenas os países de imigração possuem maior população masculina, enquanto as áreas ou países de emigração possuem maioria de mulheres. As diferenças, contudo, raramente ultrapassam os 5%.

A taxa de mortalidade masculina costuma ser superior a feminina, principalmente devido a diferença de vida levada entre homens e mulheres. Os homens costumam frequentar bem menos o médico do que as mulheres, além disso, as guerras matam mais homens, assim como também a imprudência está mais relacionada ao sexo masculino. Todavia, nas taxas de natalidade e o equilíbrio se restabelece: a feminina é ligeiramente inferior a masculina.

Entretanto, apesar de constituírem cerca da metade, ou um pouco mais, da população de cada país, as mulheres não desfrutam de condições econômicas e sociais iguais a dos homens. Em relação ao trabalho, por exemplo, a percentagem de mulheres sobre o total da população economicamente ativa ainda é quase sempre minoritária, embora isso venha diminuindo rapidamente nas últimas décadas. Todavia, mesmo com a expansão das mulheres na força de trabalho, em geral, as médias salariais para o sexo feminino continuam inferiores ao sexo masculino.

Até a década de 1930, principalmente em função do predomínio do movimento imigratório masculino, havia mais homens que mulheres no Brasil. O primeiro censo brasileiro realizado em 1872 apontou 51,5% de homens e 48,5% de mulheres. Depois do censo de 1940, a população feminina brasileira passou a predominar, embora com pequena diferença. Em 2000 a relação passou a ser de 49,2% de homens e 50,8% de mulheres. A razão fundamental desse predomínio feminino está na maior mortalidade masculina (acidentes, doenças, violência urbana) seguida pela emigração.

domingo, 14 de agosto de 2011

População Absoluta


Países mais Populosos do Mundo
País População aproximada
1º China 1.300.000.000 hab.
2º Índia 1.100.000.000 hab.
3º EUA 300.000.000 hab.
4º Indonésia 220.000.000 hab.
5º Brasil 185.000.000 hab.


O Brasil é um dos países mais populosos do mundo. Dentro dele, os Estados mais populosos, são:
Estado População (ano 2000)
São Paulo (SP) 37.000.000 hab.
Minas Gerais (MG) 17.800.000 hab.
Rio de Janeiro (RJ) 14.400.000 hab.
Bahia (BA) 13.000.000 hab.
Rio Grande do Sul (RS) 10.200.000 hab
Paraná (PR) 9.500.000 hab

sábado, 13 de agosto de 2011

Distribuição Geográfica da População


A distribuição pelos espaços geográficos

Pela distribuição da população nos continentes, notamos que:
• A Ásia é o continente mais populoso, com quase 60% do total mundial;
• A Ásia é também, o continente mais povoado, com quase 80 hab/km2;
• A Oceania é o continente menos populoso e menos povoado;
• A Antártida é o continente não habitado (despovoado).

Com mais de 160 milhões de habitantes, o Brasil é:
• o quinto país mais populoso do mundo;
• o segundo país mais populoso do continente americano e de todo o hemisfério ocidental, superado apenas pelos Estados Unidos;
• o país mais populoso da América do Sul e de toda a América Latina.
A distribuição da população no Brasil é, também, bastante irregular:
• o Sudeste é a região mais populosa e a mais povoada;
• o Centro-Oeste é a região menos populosa;
• o Norte ou Amazônia é a região menos povoada.

Na distribuição da população pelos Estados, temos que:
• o Rio de Janeiro é o mais povoado, com quase 300 hab/km2;
• São Paulo é o mais populoso, com cerca de um quinto (20%) da população brasileira;
• Roraima é o menos populoso e o menos povoado, com menos de 1 hab/km2.

As Populações Rural e Urbana

Até 1960, predominava no Brasil a população rural. No recenseamento de 1970 já se constatou o predomínio da população urbana, com 56% do total nacional. À medida que um país se desenvolve industrialmente, a tendência geral é o abandono do campo em direção às cidades. O homem procura nos centros urbanos melhores condições de vida, conforto, salários e garantias. É o fenômeno do êxodo rural. Atualmente, 75% da população brasileira urbana, isto é, vive nas cidades. No estado do Rio de Janeiro, a população urbana é de 95%.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

CAMADAS ATMOSFÉRICAS


Troposfera
É a camada da atmosfera em que vivemos e respiramos. Ela vai do nível do mar até 12 km de altura. É nesta camada que ocorrem os fenômenos climáticos (chuvas, formação de nuvens, relâmpagos). É também na troposfera que ocorre a poluição do ar. Os aviões de transporte de cargas e passageiros voam nesta camada.
As temperaturas nesta camada podem variar de 40°C até –60°C. Quanto maior a altitude menor a temperatura.
 Estratosfera
Esta camada ocupa uma faixa que vai do fim da troposfera (12 km de altura) até 50 km acima do solo. As temperaturas variam de –5°C a –70°C. Na estratosfera localiza-se a camada de ozônio, que funciona como uma espécie de filtro natural do planeta Terra, protegendo-a dos raios ultravioletas do Sol. Aviões supersônicos e balões de medição climática podem atingir esta camada.
Mesosfera
Esta camada tem início no final da estratosfera e vai até 80 km acima do solo. A temperatura na mesosfera varia entre –10°C até –100°C . A temperatura é extremamente fria, pois não há gases ou nuvens capazes de absorver a energia solar. Nesta camada ocorre o fenômeno da aeroluminescência.
 Termosfera
Tem início no final da mesosfera e vai até 500 km do solo. É a camada atmosférica mais extensa. É uma camada que atinge altas temperaturas, pois nela há oxigênio atômico, gás que absorve a energia solar em grande quantidade. As temperaturas na termosfera podem atingir os 1.000°C.
 Exosfera
É a camada que antecede o espaço sideral. Vai do final da termosfera até 800 km do solo. Nesta camada as partículas se desprendem da gravidade do planeta Terra. As temperaturas podem atingir 1.000°C. É formada basicamente por metade de gás hélio e metade de hidrogênio.Na exosfera ocorre o fenômeno da aurora boreal e também permanecem os satélites de transmissão de informações e também telescópios espaciais.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Questão Agrária Brasileira














O espaço rural compreende as áreas de um território ocupadas essencialmente pelas atividades ligadas ao setor primário da economia, como a agricultura, a pecuária e as atividades extrativas, que se destinam a produção de alimentos e de matérias-primas. Esse espaço caracteriza-se ainda pela presença de vegetação nativa, como matas e campos, ou áreas de reflorestamento.

A agropecuária é um termo utilizado para denominar, conjuntamente, as atividades da agricultura e da pecuária. A agropecuária sempre ocupou um papel de destaque na economia brasileira e é uma das mais antigas atividades econômicas praticadas no país. Ela auxiliou a ocupação e o povoamento do território, com a expansão das lavouras de cana-de-açúcar e de café.

Atualmente a agricultura e a pecuária empregam juntas, cerca de 19% da população economicamente ativa brasileira e respondem a 10% do PIB anual do país. O desenvolvimento das atividades agropecuárias, visa, basicamente, produzir alimentos para a população, abastecer as indústrias com matérias-primas.

O grande volume da atividade agropecuária brasileira deve-se, em parte, ao aumento do nível tecnológico empregados nas propriedades rurais. O nível tecnológico indica o grau de modernização dos estabelecimentos rurais, ou seja, se as propriedades usam máquinas e implementos agrícolas, além de adubos e fertilizantes; se desenvolvem práticas avançadas de cultivo e criação, como o uso de sementes selecionadas e animais com melhoramento genético; se recebem assistência técnica especializada, entre outros fatores. Porém, ainda que o nível tecnológico tenha se expandido por vastas áreas rurais do território brasileiro, o setor agrário moderno convive com o setores tecnicamente mais atrasados, também denominados de tradicionais.

A agricultura tradicional apresenta as seguintes características: é praticada basicamente em médias e pequenas propriedades; destaca-se na produção de alimentos básicos como arroz, feijão, milho e mandioca; as lavouras são cultivadas com a utilização de arados de tração animal, mão-de-obra familiar e técnicas rudimentares de preparo dos solos. Caracteriza-se ainda, principalmente, pela criação de gado na forma extensiva, onde os animais são criados soltos em grandes pastAgens, sem receber muitos cuidados. Nas pequenas propriedades também é comum a criação de animais na forma tradicional, sobretudo de suínos e aves, destinados basicamente ao consumo familiar.

Já na agricultura moderna podemos destacar as seguintes características: é praticada geralmente em grandes propriedades com o cultivo de monoculturas; destaca-se a produção de gêneros destinados às industrias ou à exportação, como soja, cana-de-açúcar, laranja e café; emprega tecnologias avançadas (tratores, colheitadeiras, semeadeiras, defensivos agrícolas, adubos, sementes selecionadas). Na pecuária moderna destaca-se a criação intensiva do rebanho, ou seja, os animais ficam confinados, ocupando pequenas áreas. As criações recebem cuidados especiais, como ração balanceada, vacinação periódica, remédios contra doenças e controle do crescimento e do peso. Os animais passam por inspeções sanitárias e acompanhamento veterinário periodicamente. Os animais se desenvolvem mais rapidamente e livres de doenças. A utilização de técnicas modernas de cultivo e criação, proporcionam maior produtividade, o que significa maior rendimento da produção.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PALESTINOS X JUDEUS

Origens e consequências dos conflitos entre Judeus e Palestinos
No início do século XX, cerca de 1 milhão de árabes habitavam a Palestina, que estava sob o domínio britânico. Após a Primeira Guerra Mundial, iniciou-se uma luta nacionalista contra a ocupação britânica e a colonização judaica.
Em 45, a ONU aprovou a divisão regional, sendo a única forma de solucionar o conflito entre 1,3 milhão de árabes e 800 000 judeus, sendo decidido pela criação de dois Estados: um dos judeus, com 14 000 km quadrados, e outro árabe, com 11 500 km quadrados. Os países árabes recusaram em aceitar o acordo, o que levou à guerra de 1948/49.
Consequência: cerca de 1 milhão de palestinos árabes, que viviam sob a soberania Israelense, perderam seus lares e refugiaram-se em acampamentos na faixa de gaza ou emigraram para outros países do Oriente Médio. Cerca de 300 000 continuaram em Israel, passando a viver como cidadãos de 2ª classe. Por outro lado, cerca da metade dos palestinos árabes continuaram na Cisjordânia, que passou a fazer parte da Jordânia a partir de 1948 e que em 1967 foi ocupada pelos israelenses.

Os palestinos fizeram movimentos dos mais variados grupos político-ideológicos, com a OLP (Organização para a Libertação da Palestina) sendo sua principal entidade e, liderada por Yasser Arafat, foi reconhecida inclusive pela ONU como legítima representante do povo palestino.

A partir de 1988, nas negociações para a formação do Estado palestino, assumiram um novo significado quando o rei Hussein, da Jordânia, resolveu renunciar todos seus direitos sobre a Cisjordânia. Em agosto do mesmo ano, Arafat afirmou que "a OLP estava disposta a reconhecer Israel dentro da legalidade nacional". Deste modo, o líder palestino estava retirando um dos últimos obstáculos para haverem negociações diretas entre palestinos e israelenses. A oferta palestina não teve boa resposta de Israel. O governo teve de manter sua atitude de encarar a OLP como só uma organização terrorista e se recusou ceder qualquer parte de seu território. Vendo por outro lado, nos primeiros meses de 1989, Israel passou a enfrentar a Intifada, uma oposição crescente dos árabes que residiam ali, cujos movimentos de rua já causaram morte a mais de mil pessoas.

domingo, 7 de agosto de 2011

Guerra dos Seis Dias (1967)


A Guerra dos Seis Dias foi mais um desdobramento dos conflitos entre árabes e judeus. Ela recebeu esta denominação devido ao efetivo contra-ataque israelense à ofensiva árabe, promovido pelo Egito.
O presidente Nasser, buscando fortalecer o mundo árabe, tomou medidas importantes: deslocou forças árabes para a fronteira com Israel, exigiu a retirada de representantes militares da ONU mantida na região desde 1956, e ameaçou fechar a navegabilidade do Estreito de Tiran aos israelenses.
No entanto, a reação israelense a essas medidas foi rápida e decisiva: atacou o Egito, a Jordânia e a Síria, encerrando o conflito num curto espaço de tempo -- 5 a 10 de junho (6 dias) de 1967. Israel dominava as forças aéreas e, por terra, contava com forças blindadas comandadas pelo general israelense Moshé Dayan. O resultado da guerra aumentou consideravelmente o estado de Israel: foram conquistadas áreas do Egito, Faixa de Gaza, Península de Sinai, região da Jordânia, a Cisjordânia, o setor oriental de Jerusalém, partes pertencentes à Síria e às Colônias de Golan.
A Guerra dos Seis Dias fortaleceu o Estado de Israel e agravou o nível de tensão entre os países beligerantes.

sábado, 6 de agosto de 2011

Guerra de Suez (1956


Com o objetivo de garantir o acesso dos ocidentais (principalmente franceses e ingleses) ao comércio oriental, antes realizado pelo contorno do sul da África. O controle das operações realizadas no canal ficou sob o domínio inglês e continuou mesmo após a independência do Egito. No entanto, em 1952, um Golpe de Estado realizado pelo revolucionário Gamal Abdel Nasser pôs fim ao regime monárquico do rei Faruk. A liderança de Nasser no governo egípcio revelou uma política de caráter nacionalista, buscando a modernização do Estado por meio da reforma agrária, do desenvolvimento da indústria e de uma melhor distribuição de renda. A luta contra o Estado de Israel, entretanto, não deixou de ser alimentada.
Numa atitude de combate ao colonialismo anglo-francês, Abdel Nasser nacionalizou o Canal de Suez e proibiu a navegação de navios israelenses no local. A medida causou um grande impacto na Inglaterra, França e Israel que, então, iniciaram uma guerra contra o Egito. No desenrolar do conflito, os egípcios foram derrotados, mas os Estados Unidos e a União Soviética interferiram, obrigando os três países a retirarem-se dos territórios ocupados. Ao final, o Canal de Suez voltava, definitivamente, para o Egito, mas com o direito de navegação estendido a qualquer país.
A Guerra de Suez revelou uma nova referência para o contexto político da região: a cumplicidade de Israel com as potências imperialistas ocidentais. Tal constatação acentuou a ruptura entre árabes e judeus, abrindo precedentes para novos conflitos.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Bandeiras do Brasil XI

Criada por Decreto de 18 de setembro de 1822, era composta de um retângulo verde e nele, inscrito, um losango ouro, ficando no centro deste o Escudo de Armas do Brasil. Assistiu ao nosso crescimento como Nação e a consolidação da unidade nacional.



Bandeira Imperial do Brasil (1822 - 1889)

Conflito árabe israelense (1948-1949)


Por volta do século IX, comunidades judaicas foram restabelecidas em Jerusalém e Tibérias. No século XI, a população judaica crescia nas cidades de Rafah, Gaza, Ashkelon, Jaffa e Caesarea. Durante o século XII, muitos judeus que viviam na Terra Prometida foram massacrados pelas Cruzadas, mas nos séculos seguintes, a imigração para a Terra de Israel continuou. Mais comunidades religiosas judaicas estavam se fixando em Jerusalém e em outras cidades.
Um dos pontos fundamentais da fé judaica é que todo o povo será liderado de volta à Terra de Israel e que o Templo Sagrado será restabelecido. Muitos judeus acreditam que o Messias, que será enviado por Deus, irá liderar o retorno de todo o povo judeu à Terra de Israel.
Contudo, muitos judeus acreditavam que eles próprios deveriam iniciar seu retorno à sua terra histórica. A idéia de estabelecer um estado judeu moderno começou a ganhar grande popularidade no século XIX na Europa. Um jornalista austríaco chamado Theodor Herzl levou adiante a idéia do sionismo, definido como o movimento nacional de libertação do povo judeu. O sionismo afirma que o povo judeu tem direito ao seu próprio estado, soberano e independente.
No final do século XIX, o aparecimento do anti-semitismo, o preconceito e ódio contra judeus, levaram ao surgimento de pogroms (massacres organizados de judeus) na Rússia e na Europa Oriental. Esta violência notória contra judeus europeus ocasionou imigrações maciças para a Terra de Israel. Em 1914, o número de imigrantes vindos da Rússia para a Terra de Israel já alcançava os 100.000. Simultaneamente, muitos judeus vindos do Iêmen, Marrocos, Iraque e Turquia imigraram para a Terra de Israel. Quando os judeus começaram, em 1882, a imigrar para seu antigo território em grande escala, viviam por lá menos de 250.000 árabes.
O povo judeu baseia suas reivindicações pela Terra de Israel em diversos fatores:
1. A Terra de Israel foi prometida por Deus aos judeus. Esta é a antiga terra dos patriarcas e profetas bíblicos.
2. Desde que os judeus foram exilados pelos romanos, a Terra de Israel nunca foi estabelecida como um estado.
3. O estado de Israel foi criado pelas Nações Unidas em 1947. É um estado democrático, moderno e soberano.
4. Toda a Terra de Israel foi comprada pelos judeus ou conquistada por Israel em guerras de defesa, após o país ter sido atacado por seus vizinhos árabes.
5. Os árabes controlam 99.9% do território no Oriente Médio. Israel representa apenas um décimo de 1 % da região.
6. A história demonstrou que a segurança do povo judeu apenas pode ser garantida através da existência de um estado judeu forte e soberano.
Em 1517, os turcos otomanos da Ásia Menor conquistaram a região e, com poucas interrupções, governaram Israel, então chamada de Palestina, até o inverno de 1917-18. O país foi dividido em diversos distritos, dentre eles, Jerusalém. A administração dos distritos foi cedida em grande parte aos árabes palestinos. As comunidades cristãs e judaicas, porém, receberam grande autonomia. A Palestina compartilhou a glória do Império Otomano durante o século XVI, mas foi negligenciada quando o império começou entrar em declínio no século XVII.
Em 1882, menos de 250.000 árabes viviam no local. Uma parte significante da Terra de Israel pertencia aos senhores, que viviam no Cairo, Damasco e Beirute. Por volta de 80% dos árabes palestinos eram camponeses, nômades ou beduínos.
Em 1917-18, com apoio dos árabes, os britânicos capturaram a Palestina dos turcos otomanos. Na época, os árabes palestinos não se imaginavam tendo uma identidade separada. Eles se consideravam parte de uma Síria árabe. O nacionalismo árabe palestino é, em grande parte, um fenômeno do pós Primeira Guerra Mundial.
Em 1921, o Secretário Colonial Winston Churchill separou quase quatro-quintos da Palestina – aproximadamente 35.000 milhas quadradas - para criar um emirado árabe, a Transjordânia, conhecida hoje como Jordânia. Este país, que é uma monarquia árabe, é em sua maioria composto por palestinos que hoje representam aproximadamente 70% da população.
Em 1939, os britânicos anunciaram o White Paper (Carta Branca), um documento relatando que um estado árabe independente e não dividido seria estabelecido na Terra de Israel (chamada de Palestina) dentro de 10 anos. O nacionalismo árabe cresceu com a promessa de um estado forte. Mas, como discutiremos futuramente, os britânicos não foram capazes de manter sua promessa aos árabes. Em vez disso, em 1947, as Nações Unidas decidiram dividir a Terra de Israel em dois estados: um judeu e outro árabe. Em 1948, foi estabelecido o estado de Israel. Quando seus vizinhos árabes atacaram o novo estado judeu, teve início a primeira guerra árabe-israelense. Durante o estabelecimento do estado de Israel e durante a primeira guerra entre árabes e israelenses, mais da metade dos árabes que viviam na Terra de Israel fugiram, dando início ao problema ainda hoje vigente de refugiados palestinos, que discutiremos nos próximos artigos.
O povo palestino baseia suas reivindicações pela Terra de Israel em diversos fatores:
1. Os árabes muçulmanos viveram no local por muitos anos.
2. O povo palestino tem o direito à independência nacional e à soberania sobre a terra onde viveram.
3. Jerusalém é a terceira cidade sagrada na religião muçulmana, local de elevação do profeta Maomé aos Céus.
4. O Oriente Médio é dominado por árabes. Outras religiões ou nacionalidades não pertencem à região.
5. Todos os territórios árabes que foram colonizados tornaram-se estados completamente independentes, exceto a Palestina.
6. Os palestinos tornaram-se refugiados.