sexta-feira, 19 de abril de 2013

Seca no Nordeste


quinta-feira, 18 de abril de 2013

GUERRA FRIA - EVENTOS



Fatos Guerra Fria


A guerra fria, embora chamado de guerra, não era realmente uma guerra, mas o nome dado à relação entre duas nações poderosas do mundo, a saber, América (EUA) e União Soviética (URSS). A Guerra Fria começou após o fim da Segunda Guerra Mundial (1945) e durou até 1990. A Guerra Fria não foi realmente uma guerra no sentido literal, mas simplesmente uma troca de palavras e ameaças entre as duas nações, a fim de promover suas ideologias (EUA democracia ~, enquanto o comunismo da URSS ~) em todo o mundo. História da Guerra Fria é bastante interessante pois durante esse tempo, o mundo testemunhou muitos eventos importantes, como a Guerra do Vietnã, Crise dos Mísseis de Cuba e da queda do Muro de Berlim. No entanto, um aspecto notável da guerra fria era que nenhum dos lados estava preparado para enfrentar uma guerra direta e se esforçou para evitar a guerra nuclear, tanto quanto possível. A seguir estão os fatos fascinantes que irá falar sobre as causas e efeitos da guerra fria.

Fatos interessantes Fria Guerra

Aqui estão alguns fatos simples e rápido sobre a guerra fria.

* Após o final da Segunda Guerra Mundial, os comunistas tomaram o poder na Europa de Leste com o apoio do Exército Vermelho e ocupou determinadas partes da Alemanha e Áustria, que também foram selados por patrulhas do exército. Isto veio a ser conhecido como a Alemanha Oriental.

* Em um famoso discurso em Fulton, Missouri, Sir Winston Churchill advertiu da ameaça que estava por trás de 'cortina de ferro "um comunista.

* A Alemanha Ocidental era governado pelos Aliados (EUA, Reino Unido e França) e permaneceram sob o domínio de quase 40 anos.

* Os pilotos britânicos e americanos se esforçou para manter Berlim Ocidental fornecido com vários produtos depois que o governo soviético fechado todo o tráfego chão fora. Os pilotos fizeram mais de 200.000 voos para Berlim Ocidental, a fim de transportar toneladas de produtos.

* O governo da Alemanha Oriental erguido o Muro de Berlim em 1961 para prevenir controlar o fluxo de alemães orientais para a Alemanha Ocidental.

* Em 1949, a Alemanha Ocidental tornou-se a República Federal da Alemanha eo Leste comunista Alemanha tornou-se a República Democrática Alemã.

* Berlim, especificamente, o Muro de Berlim, tornou-se um símbolo da guerra fria e da divisão da Alemanha e da Europa.

* O planejado lançamento de mísseis em Cuba, um país pró-soviética, causou uma crise em 1962.

* Mikhail Gorbachev se tornou o líder da União Soviética e suas políticas (glasnost e perestroika) levou a uma mudança na União Soviética e, finalmente, para o fim da guerra fria.

* O fim da Guerra Fria ocorreu com a queda da União Soviética, quando cerca de 20 novas nações desintegrado da União Soviética e declararam independência.

* O muro de Berlim foi demolido em 1989, que também levou à reunificação da Alemanha Oriental e Ocidental, em 1990.

Linha do tempo da Guerra Fria

Os fatos acima mencionados da guerra fria mostram que o cronograma da guerra fria se estende por quase 40 anos. Aqui está o cronograma com os principais acontecimentos que ocorreram durante a guerra fria.

* 1945 ~ A Conferência de Yalta tem lugar para decidir o status do pós-guerra da Alemanha.

* 1946 ~ guerra civil chinesa entre as forças comunistas e nacionalistas.

* 1948 ~ partido comunista assume Checoslováquia; Joseph Stalin bloqueio ordens de rota terrestre da Alemanha Ocidental para Berlim.

* 1949 ~ Fundação da República Popular da China por Mao Tsé-Tung; formação da NATO.

* 1950 ~ começo da Guerra da Coréia, quando a Coréia do Norte invade a Coréia do Sul.

* 1953 ~ Stalin morre, Nikita Khrushchev toma o poder.

* 1957 ~ A insurgência comunista começa no sul do Vietnã.

* 1961 ~ A invasão apoiada pela CIA de Cuba, conhecida como a invasão de Girón, não.

* 1962 ~ A Crise dos Mísseis Cubanos.

* 1970 ~ O Tratado de Não-Proliferação Nuclear, aprovada pela União Soviética, os Estados Unidos eo Reino Unido, entrar em vigor.

* 1971 ~ O Acordo de Alimentação Quatro em Berlim é assinado pela União Soviética, os EUA, Reino Unido e França.

* 1979 ~ The SALT II nuclear tratado de armas é assinada por Leonid Brezhnev (da União Soviética) e Jimmy Carter presidente (dos EUA).

* 1987 ~ Gorbachev anuncia Glasnost (abertura) e Perestroika (reestruturação).

* 1989 ~ Queda do muro de Berlim.

* 1990 ~ Reunificação da Alemanha.

* 1992 ~ O presidente dos EUA, George HW Bush eo presidente russo, Boris Yeltsin declarar o fim formal da Guerra Fria na reunião de Camp David.

Estes foram alguns dos breves fatos da guerra fria que você pode achar interessante e da guerra fria ainda continua sendo um dos capítulos mais marcantes na história da humanidade e do mundo moderno.

FONTE: http://simplessuar.blogspot.com

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Globalização esta é a nova onda

 Uma dica importante para você que vai prestar o Enem e Vestibulares pelo país afora. Um assunto que sempre cai nas provas é sobre a  famigerada Globalização, sempre bem atual, faz parte do nosso cotidiano, mas que muitas vezes se torna tão complexo que gera dúvidas. Vai ai um resumão, e uma dica música, para vocês aprenderem se divertindo e se divertirem aprendendo.

GLOBALIZAÇÃO: Mudança econômica iniciada no fim do século XX, com o surgimento de um processo de interdependência entre  governos, empresas e movimentos sociais. O termo descreve uma situação propícia pela internet, com a troca instantânea de operações financeiras e do fechamento de negócios, a facilidade em promover relocalizações de fábricas e, sobretudo, a integração mundial do mercado financeiro, que opera unificado nos quatro cantos do globo. A origem do processo segundo historiadores, geógrafos e geoplíticos está na expansão marítimo-comercial européia do século XVI.

    E para entender melhor, que tal uma música, aliás uma boa música. O autêntico Reggae da Tribo de Jah trazendo uma verdadeira aula de geografia. 
Agora vamos de música: Preste bastante atenção à letra da música, é uma verdadeira aula. 

video



Globalização
Globalização é a nova onda
O império do capital em ação
Fazendo sua rotineira ronda
No gueto não há nada de novo
Além do sufoco que nunca é pouco
Além do medo e do desemprego, da violência e da impaciência
De quem partiu para o desespero numa ida sem volta
Além da revolta de quem vive as voltas
Com a exploração e a humilhação de um sistema impiedoso
Nada de novo
Além da pobreza e da tristeza de quem se sente traído e esquecido
Ao ver os filhos subnutridos sem educação
Crescendo ao lado de esgotos, banidos a contragosto pela sociedade
Declarados bandidos sem identidade
Que serão reprimidos em sumária execução
Sem nenhuma apelação
(refrão):
Não há nada de novo entre a terra e o céu
Nada de novo
Senão houvesse o dragão e seu tenebroso véu de destruição e de fogo
Sugando sangue do povo,
De geração a geração
Especulando pelo mundo todo
É só o velho sistema do dragão
Não, não há nenhuma ilusão, ilusão
Só haverá mais tribulação, tribulação
Os dirigentes do sistema impõem seu lema:
Livre mercado mundo educado para consumir e existir sem questionar;
Não pensam em diminuir ou domar a voracidade
E a sacanagem do capitalismo selvagem
Com seus tentáculos multinacionais querem mais, e mais, e mais...
Lucros abusivos
Grandes executivos são seus abastados serviçais
Não se importam com a fome, com os direitos do homem
Querem abocanhar o globo, dividir em poucos o bolo
Deixando migalhas pro resto da gentalha, em seus muitos planos
Não vêem seres humanos e os seus valores, só milhões e milhões de consumidores
São tão otimistas em suas estatísticas e previsões
Falam em crescimento, em desenvolvimento por muitas e muitas gerações
(refrão)
Não sentem o momento crítico, talvez apocalíptico
Os tigres asiáticos são um exemplo típico,
Agora mais parecem gatinhos raquíticos e asmáticos
Se o sistema quebrar será questão de tempo
Até chegar o desabastecimento e o racionamento
Que sinistra situação!
O globo inchado e devastado pela superpopulação
Tempos de barbárie virão, tempos de êxitos e dispersão
A água pode virar ouro
O rango um rico tesouro
Globalização é uma falsa noção do que seria a integração, com todo respeito a integridade e a dignidade de cada nação
É o infeliz do grande capital,
O poder da grana internacional que faz de cada país apenas mais um seu quintal
É o poder do dinheiro movendo o mundo inteiro,
E agora:
Ricos cada vez mais ricos e metidos
Pobres cada vez mais pobres e falidos
Globalização, o delírio do dragão!

segunda-feira, 15 de abril de 2013

MACHO OU GAY


COMO SABER SE VOCÊ É MACHO OU É GAY

sábado, 13 de abril de 2013

sexta-feira, 12 de abril de 2013

CURIOSIDADES


VOCÊ SABIA?


QUANTO FRIO PODEMOS SUPORTAR? E CALOR?
 
Uma aventura no deserto ou uma expedição no polo sul pode levar o corpo ao extremo. Tanto frio quanto calor são capazes de matar. O anesteseologista Alexandre Slullitel afirma que cada organismo tem um comportamento individual muito diferente, por isso, é difícil precisar a temperatura máxima ou mínima que podemos suportar.
O que pode ser determinante, mais do que a temperatura em si, é o tempo de exposição. “Tudo depende da intensidade, da variação de temperatura e do tempo em que o organismo é exposto”, alerta o especialista. Os principais sintomas de quem está sofrendo hipertermia (excesso de temperatura corporal) são suor, desidratação, boca seca, pele flácida e a consequente parada do funcionamento dos órgãos. Já na situação contrária, na hipotermia, as primeiras reações do corpo são tremor e contração muscular.
No livro A Vida no Limite – A Ciência da Sobrevivência, a fisiologista inglesa Frances M. Aschcroft afirma que, em um ar parado de -29º C, há pouco perigo para uma pessoa adequadamente vestida. Se o vento for de meros 16 km/h, porém, a sensação térmica cai para o equivalente a -44º C e a pele congela em menos de um ou dois minutos. Já no calor, se a temperatura basal – temperatura dos tecidos do corpo e do abdômen – passar dos 42º C ocorrerá morte por insolação. No livro, há o registro de um homem que suportou 15 minutos a uma temperatura de 105º C!

CHAVISMO


Fica clara uma lição do drama sofrido pelo falecido presidente Hugo Chávez, da Venezuela, bem como pelo povo desse país irmão: os homens passam, as nações ficam. O grande problema dos populismos (a mais recente variável do patrimonialismo na América Latina) é que guindam às alturas líderes carismáticos, que passam a considerar-se sobranceiros ao próprio povo que os colocou no altar da fama e tentam pôr as instituições e as nações respectivas a serviço do seu projeto pessoal de imortalidade. A mumificação do líder carismático é o corolário natural desse processo.

Esse fenômeno, que era corriqueiro na Antiguidade, ao ensejo dos despotismos hidráulicos, muito bem estudados por Karl Wittfogel na sua clássica obra O Despotismo Oriental (1951), manifestou-se, no antigo Egito, nos impérios pré-colombianos inca e asteca, no império chinês, após a unificação dos chamados "Estados combatentes" efetivada pelo imperador Chin, nos impérios sumero-babilônicos, etc. Era conhecida, nesses contextos, a macabra praxe da imolação coletiva dos funcionários reais e de suas famílias quando da morte do líder. Prática que, diga-se de passagem, não deixaria de ser profilática na atual sem-vergonhice do patrimonialismo caboclo.

A primeira manifestação moderna da pretensão de imortalidade pessoal veio na trilha do patrimonialismo ibérico, ao ensejo do absolutismo da dinastia dos Áustrias, com Carlos V e Filipe II, que encontraram no pensamento contrarreformista a ideologia de que precisavam para a perpetuação no poder. O conluio entre poder absoluto da realeza e burocracia eclesiástica foi a resultante dessa simbiose entre religião e política, com os resultados muito bem conhecidos no império espanhol, notadamente no México. Sofremos também no Brasil as consequências dessa mistura, no absolutismo piegas de dona Maria I, que levou Tiradentes ao patíbulo e perseguiu com mão de ferro os demais conjurados mineiros.

A pretensão hegemônica do líder carismático veio a ser sistematizada por Jean-Jacques Rousseau, que efetivou a síntese do pensamento totalitário no seu opúsculo O Contrato Social (1763). O legislador, para ele, seria o salvador, porquanto imporia a unanimidade e eliminaria o dissenso, condições da felicidade geral. Na América Latina, em perversa síntese juntou-se a tradição patrimonialista ibérica com o pensamento de Rousseau, o que produziu um reforço à ideia do poder total, que se manifestou no feroz patrimonialismo que tomou conta dos países hispano-americanos após as guerras da independência. No Brasil, essa variável se concretizou, depois de proclamada a República positivista, com a eliminação dos que se manifestassem contra. Canudos e a saga do Contestado são expressão desse modelo.

No século 20, a concepção do poder total deixou de ser uma religião revelada para se transformar em ideologia, "a religião totalitária". Ora, é desse teor o pano de fundo de crenças em que se alicerça o populismo. Chávez considerou-se, numa primeira etapa, o enviado de Cristo para apregoar nas Américas a Teologia da Libertação. Já num segundo momento, premido pela doença, apelou para um coquetel ideológico em que foram misturados elementos do cristianismo evangélico (praticado pela avó) e da santeria afro-caribenha. É sabido, como nos conta Beatriz Lecumberri na sua obra intutulada La Revolución Sentimental (Caracas: Puntocero, 2012), que, na cerimônia com os paleros (assim chamados os chefes dos terreiros de santeria), o cadáver do Libertador Simón Bolívar foi exumado num ritual rigorosamente planejado, com a finalidade de que o líder doente pudesse apropriar-se da imortalidade do herói. A resultante desse processo, num contexto fortemente patrimonialista como o venezuelano, é a radicalização do exército dos seguidores de Chávez (hoje estimado em perto de 120 mil camponeses e líderes sindicais armados nas denominadas "milícias bolivarianas"), que, certamente, farão muito barulho, causarão inúmeras mortes e dificultarão ao máximo a volta do país ao leito da normalidade democrática.

No Brasil não ficamos imunes a esse fenômeno de maluquice coletiva. Já estamos pagando a conta da era lulopetista, com a inflação que chegou, com a Petrobrás sendo cada dia mais descapitalizada, com a gastança federal da pupila do líder carismático (que levou a Roma imensa comitiva que se hospedou em hotéis de primeira "para facilitar os trabalhos", segundo a alegação oficial) e com a nossa infraestrutura em frangalhos depois de a petralhada ter torrado em políticas sociais sem rumo o caixa feito por Fernando Henrique Cardoso e que pagaria os investimentos que não foram realizados. 

Isso sem falar no "mar de lama" patrocinado desde a alta cúpula para pagar fidelidades no Congresso (no nosso "presidencialismo de coalizão"). Para não mencionar o stalinismo da direção petista, que enfileira suas baterias contra todo e qualquer um que se opuser ao projeto de hegemonia partidária, desde os ministros do Supremo Tribunal Federal até os jornalistas, blogueiros e empresas de mídia que não se afinem com a pretensão oligárquica. Para piorar as coisas, num momento em que o Brasil se atrapalha com montes de obras atrasadas para os eventos esportivos previstos, o líder carismático faz deslanchar antecipadamente a campanha presidencial, com o corriqueiro clima de palanque que já tomou conta do País e impede uma administração transparente do dinheiro público.

Para superarmos o risco do misticismo patrimonialista vamos começar pelo ponto que realmente interessa à sociedade brasileira: o saneamento da representação. Aproveitemos que se fala hoje, de novo, em reforma política. É necessário, mais do que nunca, que se adote o sistema distrital no Brasil. Somente assim a sociedade sentirá que tem forças para controlar o poder e fazer valer os interesses dos cidadãos.

FONTE: O ESTADÃO -  Ricardo Vélez Rodríguez