quinta-feira, 5 de agosto de 2010

Conflitos Mundiais (01)

GUERRA DO IRAQUE 2003



A Guerra contra o terrorismo ou a Guerra dos interesses petroliferos?

Após os atentados de 11 de setembro de 2001, os Estados Unidos entraram em alerta contra seus possíveis inimigos. Empreenderam uma guerra contra os afegãos derrubando o governo talebã, mas não conseguiram capturar o terrorista Osama Bin Laden. Paralelamente, o presidente George W. Bush criou a Lei Antiterrorismo, pela qual o Estado teria o direito de prender estrangeiros sem acusação prévia e violar determinadas liberdades individuais.

OCUPAÇÃO NO IRAQUE!

Nesse mesmo período, o governo norte-americano conseguiu a liberação de fundos do orçamento para o investimento em armas, no valor de 370 bilhões de dólares. Com o passar do tempo, o fracasso na captura de Bin Laden direcionou atenção do governo norte-americano contra outros possíveis inimigos dos EUA. O chamado “eixo do mal” teria como alvos principais alguns países como Irã, Coréia do Norte e Iraque. Este último, comandado por Saddam Hussein, foi o primeiro a ser investigado pelos EUA.

No ano de 2002, o presidente George W. Bush iniciou uma forte campanha contra as ações militares do governo iraquiano. Em diversas ocasiões, denunciou a presença de armas de destruição em massa que poderiam colocar em risco os Estados Unidos e seus demais aliados. Após denunciar a produção de armas químicas e biológicas no Iraque, os EUA conseguiram que uma delegação de inspetores das Nações Unidas investigasse o estoque de armamentos controlados por Saddam Hussein.

SERÁ QUE FOI CONTRA TERRORISMO? ABAIXO AS RESERVAS MUNDIAIS DE PETROLEO:

Em fevereiro de 2003, os delgados da ONU chegaram à conclusão que não havia nenhum tipo de arma de destruição em massa no Iraque. Contudo, contrariando a declaração do Conselho de Segurança da ONU, o presidente George W. Bush formou uma coalizão militar contra os iraquianos. No dia 20 de março de 2003, contando com o apoio de tropas britânicas, italianas, espanholas e australianas, os EUA deram início à guerra do Iraque com um intenso bombardeio.

Em pouco tempo, a força de coalizão conseguiu derrubar o governo de Saddam Hussein e instituir um governo de natureza provisória. Em dezembro de 2003, o governo estadunidense declarou sua vitória contra as ameaçadoras forças iraquianas com a captura do ditador Saddam Hussein. A vitória, apesar de “redimir” as frustradas tentativas de se encontrar Bin Laden, estabeleceu um grande incômodo político na medida em que os EUA não encontraram as tais armas químicas e biológicas.

Passados alguns meses, a população iraquiana foi levada às urnas para que escolhessem figuras políticas incumbidas de criar uma nova constituição para o país. Passadas as apurações uma nova carta foi criada para o país e o curdo Jalal Talabani foi escolhido como presidente do país. Em um primeiro momento, tais episódios indicariam o restabelecimento da soberania política do país e o fim do processo de ocupação das tropas norte-americanas.

No entanto, o cenário político iraquiano esteve longe de uma estabilização. Os grupos políticos internos, sobretudo dominados por facções xiitas e sunitas, se enfrentam em vários conflitos civis. Ao longo desses anos de ocupação, os Estados Unidos vem empreendendo uma batalha que não parece ter fim, pois as ações terroristas contra suas tropas continuam ocorrendo. Em 2008, com o fim da era George W. Bush existe uma grande expectativa sobre o fim da presença militar dos EUA no Iraque, por enquanto Barack Obama não conseguiu resolver a questão.



SUGESTÃO DE FILME

1 - OPERAÇÃO IRAQUE LIVRE

2 - GUERRA AO TERROR

Um abraço e até a próxima.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

A Regionalização Brasileira

Em seus mais de 8,5 milhões de km2, o Brasil engloba diferentes aspectos naturais, humanos e econômicos. Levando-se em conta essa diversidade, costuma-se dividi-lo em regiões, com base na relativa homogeneidade observável em determinadas áreas.
Para efeito administrativo, adota-se a divisão em cinco macroregiões proposta pelos Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que foi criado em 1934 com a finalidade de fazer levantamentos econômicos, demográficos e sociais que possibilitassem um conhecimento mais empírico da realidade brasileira. Para efeito de analise, entretanto, utiliza-se também a divisão em três complexos regionais elaborada pelo geógrafo Pedro Pinchas Geider do IBGE.

As Macrorregiões do IBGE

A Republica Federativa do Brasil, segundo a Constituição de 1988, compõe-se de 27 unidades políticas, sendo 26 Estados e 1 Distrito Federal, onde se localiza a sede do governo.
A divisão regional do país proposta pelo IBGE, respeitando os limites dos estados da federação distribui essas 27 unidades em cinco microrregiões: Norte, Nordeste, Sudeste, Sul e Centro-Oeste, Os critérios para a distribuição são os seguintes: a análise da população, a forma de ocupação do solo, a hierarquia urbana, os hábitos e as tradições de população de consumo, o nível cultural médio dos grupos sociais e o estágio de desenvolvimento das diversas áreas.

A Divisão em Complexos Regionais

Uma das diferenças mais marcantes entre a regionalização do Brasil proposta pelo IBGE é a divisão em três complexos regionais – Amazônia, Nordeste e Centro-Sul – é que esta não segue necessariamente os limites das fronteiras estaduais, pois seus critérios incluem fenômenos sociais e econômicos cujo dinamismo implica uma delimitação espacial que modifica muito.
Assim, para definir esses complexos, privilegiam-se os aspectos geográficos mais significativos em cada um: o quadro natural na Amazônia, o quadro social do Nordeste e o quadro econômico no Centro-Sul. Evidentemente, a existência de elementos que dão certa homogeneidade a essas áreas não significa que elas não comportem uma gama de aspectos diferenciados, dada sua grande extensão territorial.

- Complexo Regional da Amazônia

Abrange quase 60% do território nacional, mas contem apenas cerca de 7% da população do país, caracterizando-se como o complexo regional menos povoado do Brasil.
Em razão desse imenso vazio demográfico e de uma historia econômica que a manteve da economia nacional, essa região tornou-se conhecida muito mais por suas características naturais, em especial o clima quente e chuvoso e a presença das mais exuberantes paisagens vegetais do planeta, a floresta equatorial, do que pelas características de sua população ou pela sua capacidade produtiva.
Nas ultimas décadas, no entanto, sobretudo na sua porção oriental, passou a apresentar uma dinâmica mais intensa, a partir de um processo de ocupação calcado na implantação de grandes projetos agropecuários e de exportação de minerais, vinculados ao grande capital nacional ou transnacional.

- Complexo Regional do Nordeste

Com uma área equivalente a pouco mais de 15% do país e uma população que corresponde a 25% do total de brasileiros, pode ser caracterizada como uma área medianamente povoada.
A grande questão do complexo nordestino não reside na sua extensão territorial ou no seu numero de habitantes, nem no seu quadro natural, que é bastante diversificado. O principal elemento caracterizador da região, o que lhe dá homogeneidade, é o quadro social e econômico.
De todo o Brasil, o complexo nordestino é, sem duvida, a porção que mais se caracteriza por uma economia tradicional, em que os entraves à modernização são muito fortes e dificultam ao extremo uma aceleração da dinâmica do desenvolvimento regional. Tal situação fica evidente quando analisam seus indicadores sociais, bem abaixo da média nacional.

- Complexo regional do Centro-Sul

Abrangendo uma área de quase 25% do país, concentra cerca de 68% da população brasileira, sendo a região mais populosa e mais povoada.
Esse complexo é o mais dinâmico em termos de economia nacional, em praticamente em todos os setores de atividade. Nele estão concentrados os investimentos em produção agrária, produção industrial, desenvolvimento tecnológico, pesquisa cientifica, infra-estrutura, transportes e energia. Assim como serviços, as atividades financeiras e as sedes das grades empresas de capital nacional e estrangeiro.
Por isso é a região brasileira na qual se concentra a maior parte da renda nacional e oferece em media, as melhores condições de vida a seus habitantes.

Brasil, País Continente


O Brasil é considerado um país de dimensões continentais, por ter uma superfície de 8.514.875,599 km2 (dado de 2000-IBGE), enquadrando-se entre os cinco maiores paises do mundo.
Localizado na América do Sul, ocupa a porção centro-oriental do continente. Apresenta uma extensa faixa de fronteiras terrestres (15.735 km), limitando-se com quase todos outros paises sul americanos (exceção do Chile e Equador). Tem também uma extensa orla marítima (7.367 km), banhada pelo oceano Atlântico.
A enorme distancia que separa os pontos extremos do Brasil dá uma idéia bastante nítida da imensidão de seu território: a extensão norte-sul (4.394,7 km) explica, em grande parte, a diversidade das paisagens climáticas e botânicas; a extensão leste-oeste (4.319,4 km) justifica a existência de quatro fusos horários.
O Brasil localiza-se a oeste do meridiano inicial ou Greenwich, situando-se, portanto, inteiramente no hemisfério ocidental. Cortado ao norte pela linha do equador, apresenta 7% das suas terras no hemisfério norte (setentrional) e 93% no hemisfério sul (meridional). Cortado ao sul pelo trópico de Capricórnio, apresenta 92% do território na zona intertropical, isto é, entre os trópicos de Câncer e de Capricórnio; os 8% restantes estão na zona temperada do sul, entre o tropico de Capricórnio e o circulo polar Antártico.
A localização geográfica do Brasil e suas características políticas, econômicas e sociais enquadram-no em determinados blocos de nações. Quando havia o chamado conflito leste-oeste, o Brasil assumia sua posição de país ocidental e capitalista, como país meridional, no dialogo norte-sul, alinha-se entre os paises pobres (sul) e como país tropical integra o grupo de países espoliados pelo colonialismo europeu e posteriormente pelo neocolonialismo das nações desenvolvidas sobre as subdesenvolvidas.

A DERIVA CONTINENTAL E AS PLACAS TECTÔNICAS


Teoria criada pelo meteorologista Alemão, Alfred Wegener, na qual ele afirmou que há aproximadamente 200 milhões de anos atrás não existia separação entre os continentes, ou seja, havia uma única massa continental, chamada de Pangéia e existia um único Oceano Pantalassa.
Depois de milhões de anos houve uma fragmentação surgindo dois megacontinentes chamados de Laurásia e Gondwana, e partir daí os continentes foram se movendo e se adequando as configurações atuais.
Mesosaurus paleozóico 280 miL anos
Outro vestígio que reforça a teoria foi a descoberta de fósseis de animais da mesma espécie nos dois continentes, pois seria impossível esses animais terem atravessado o Oceano Atlântico, a única explicação é que no passado os dois continentes se encontravam juntos



A crosta terrestre é constituída por cerca de doze placas tectônicas, que ficam “boiando” em cima de uma camada pastosa conhecida como magma. Ao moverem-se em varias direções elas propiciam o surgimento de vários fenômenos como os vulcões, as cadeias de montanha, as fossas oceânicas. Nas faixas de contato entre as placas, a costa é frágil, o que permite que o magma “escape”, originando os vulcões e em função do atrito (entre as placas) os abalos sísmicos. As áreas onde se concentram os vulcões são denominadas de “cinturões de fogo” (ex: Pacífico, Atlântico, Mediterrâneo). Quando uma placa mergulha sobre a outra se origina as fossas oceânicas ou os cinturões orogênicos (cadeia de montanha).



Abraço a todos.....

Noções de Orientação e Cartografia

Continentes e Oceanos

A superfície da Terra é de 510 milhões km2, cerca de 70% são ocupados por áreas oceânicas e 30% por terras emersas. Essas terras correspondem aos seis continentes: Europa, Ásia, África, América, Oceania e Antártica.
A Europa e Ásia são estudadas separadamente devidas diferenças de aspectos humanos nelas existentes, determinadas por razões históricas – na realidade trata-se de duas subunidades de um único bloco continental, a Eurásia. No estudo da Oceania, ao contrário, por razões didáticas, tanto no trecho continental australiano como um vasto trecho insular é tomado em conjunto.
Como as áreas continentais abrangem também as penínsulas e as ilhas existentes em suas linhas limítrofes, os continentes não são igualmente compactos. A Europa é o que tem menor compactação: aproximadamente 1/3 de seu território é constituído de penínsulas e Ilhas. As áreas oceânicas, que ocupam a maior parte da superfície do planeta, embora seja uma massa liquida contínua e de propriedades físicas uniformes, também são divididas, para efeito de estudo. Assim, tradicionalmente, considera-se que existem três oceanos: Pacifico, Atlântico e Indico.
Há quem considere separadamente as massas liquidas das zonas glaciais, como se fossem outros dois oceanos?: Glacial Antártico. Mas o primeiro, sendo uma extensão do Atlântico, é mais um mar do que um oceano, e o segundo, que banha a Antártica, constituí uma massa liquida periférica formada da junção do pacífico, do Atlântico e do Indico.

Equador e Meridiano Inicial

O Equador é uma linha imaginaria contida num plano que divide o globo terrestre em dois hemisférios: Norte (setentrional ou boreal) e o Sul (meridional ou austral). Acompanhando a circunferência terrestre, que no plano equatorial tem cerca de 40 mil km de extensão, essa linha passa pelo trecho centro meridional da América, pela porção central da África e pela extremidade sul da Ásia. A maior parte dos blocos continentais situa-se no hemisfério norte, justificando sua denominação de hemisfério nas terras.
Os meridianos são linhas imaginarias em forma de semi-circunferência de um pólo ao outro do planeta. Podem ser traçados tantos meridianos quantos se desejar e qualquer um deles dividirá a Terra em duas partes iguais. Entretanto, por convenção, adota-se o plano que contem o meridiano de Greenwich para dividir o planeta em dois hemisférios: oriental (leste) e ocidental (oeste). Esse meridiano, também denominado inicial, atravessa a Grâ-Bretanha, na extremidade oeste da Europa, e a porção ocidental da África. A maior parte dos blocos continentais situa-se no hemisfério oriental da África. A maior parte dos blocos continentais situa-se no hemisfério oriental, a América é o único continente inteiramente localizado no hemisfério ocidental.

Zonas Térmicas ou Climáticas

A distribuição da radiação solar na superfície do planeta é desigual, o que determina a existência de cinco fatias ou zonas climáticas: intertropical, temperada do norte e temperada do sul, glacial ártica e glacial antártica.
A zona intertropical situa-se entre os trópicos de Câncer, no hemisfério norte, e de Capricórnio, no hemisfério Sul. Cortada ao meio pelo equador, é a zona mais quente do planeta, também denominada zona tórrida. À exceção da Europa e da Antártica, todos os continentes apresentam terras nessa zona térmica, em maior ou menor escala.
As zonas temperadas situam-se entre os trópicos e os círculos polares. A zona temperada do norte corresponde à faixa entre o tropico de Câncer e o circulo polar Ártico, a do sul, à faixa entre o tropico de capricórnio e o circulo polar Antártico. Nessas zonas, as temperaturas são mais amenas, e as estações do ano são bem definidas. Todos os continentes apresentam terras numa das zonas temperadas, ou até em duas – caso da África e da América.
As Zonas Glaciais ártica e antártica situam0se nas faixas delimitadas pelos círculos polares e são mais frias, pois permanece a maior parte do ano cobertas de gelo. Isso decorre do fato de serem atingidas por raios solares apenas durante seis meses por ano.

Coordenadas Geográficas

A localização de um ponto na superfície do planeta é indicada por duas coordenadas geográficas: sua latitude e sua longitude.
A latitude é a media, em graus, do arco do meridiano que vai do ponto a ser localizado até o equador. Varia de 0º ( no Equador) até 90º (nos pólos), no hemisfério norte ou sul. A longitude é a medida, em graus, do ponto a ser localizado até o meridiano inicial. Varia de 0º (no meridiano inicial) até 180º no hemisfério leste (oriental) ou oeste (ocidental)

Industrialização

Antes de mais nada, faz-se importante lembrar que a tendência da indústria em escala mundial é a de fugir das regiões altamente industrializadas (dispersão industrial). Essas regiões apresentam-se saturadas, e os problemas de congestionamentos, poluição, alta carga tributária, elevados preços dos terrenos e mão-de-obra cara são os principais agentes expulsadores. Entre os anos 1907 e 1920, a indústria brasileira começou a se concentrar no Estado de São Paulo, com os capitais da produção de café. Já em 1920, somente esse estado contava com quase um terço (30%) do total de indústrias do País. Entre os motivos para essa altíssima concentração foram: boa disponibilidade de mão-de-obra estrangeira, que poderia suprir bem a carência de mão-de-obra escrava; boa comunicação entre o interior e o movimentado porto de Santos (ferrovias); mercado consumidor dinâmico. Com o crescente enriquecimento do SE, formou-se o eixo São Paulo-Rio de Janeiro-Belo Horizonte. Mas já no fim da década de 1980, já começaram-se a notar evidências de dispersão industrial (coincidente com a perda da supremacia da região SE no tocante à entrada de migrantes brasileiros). O governo, percebendo os sinais de saturação da região, passou a estimular a industrialização em pólos como a Zona Franca de Manaus, o Recôncavo Baiano e o pólo petroquímico de Camaçari, em Salvador. Porém as próprias companhias trataram de buscar áreas virgens, mormente em pequenas cidades. Os próprios municípios facilitam a instalação dessas indústrias em seu território, diminuindo total ou parcialmente os impostos a ser pagos por elas. É a chamada guerra fiscal, travada com vista no desenvolvimento local.

Classificam-se as industrias, segundo o bem produzido, em:

  • Indústrias de bens de produção (indústrias de base): São as que transformam matéria-prima bens a ser usados pelas outras indústrias. São exemplo as indústrias petroquímicas, metalúrgicas e siderúrgicas. Caracterizam-se também pela alta quantidade de energia que despendem. Localizam-se geralmente próximas a fornecedores de matéria-prima e dependem de boa rede de transportes.
  • Indústrias de bens de capital (indústrias intermediárias): Produzem máquinas e equipamentos a ser usados por outras indústrias, ou pelas pessoas. Exemplo de indústria de bens de capital: fabricação de motores para carros e aviões.
  • Indústrias de bens de consumo: Como o nome indica, fazem o produto final, a ser usado pelo consumidor. Seguindo a classificação dos produtos, podem ser duráveis (televisores, geladeiras, sofás, carros etc.) ou não-duráveis (pizzas, cerveja, calças, aspirina etc.).

Amazônia

A Amazônia é a região formada pela bacia do Rio Amazonas e recoberta pela Floresta Amazônica: a maior floresta tropical do mundo.

A Grande Amazônia abrange nove países da América do Sul e uma área de 7,5 milhões de km². A área brasileira representa 66% desse total e envolve os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e pequena parte do Maranhão, Tocantins e Mato Grosso.Quando os colonizadores europeus chegaram na Amazônia, no século 16, estima-se que ela era habitada por uma grande população de indígenas. Permaneceu quase intocada pela civilização ocidental até o início do século 20. Hoje, o desmatamento desenfreado coloca em risco todo o equilíbrio ecológico da Amazônia.

O Rio Amazonas, sozinho, representa cerca de 17% de toda a água líquida da Terra. É a mais vasta bacia hidrográfica do mundo e, de acordo com alguns pesquisadores, também o mais longo, com 6.800 km e nascente na montanha gelada de Mismi, na província de Caylloma, ao sul do Peru, a cerca de 5 mil metros de altitude. O segundo mais longo seria o Nilo com 6.695km.

Estima-se que existam cerca de 3 mil espécies de peixes, incluindo o tambaqui, o jaraqui, o curimatã e o pacus.

A Amazônia continental é a última grande superfície contínua de florestas tropicais do planeta.
Com seus 7,9 milhões de Km², a Amazônia continental representa 5% da superfície terrestre do globo.
A Amazônia continental representa mais de 60% do que sobra das florestas tropicais do planeta Terra.
Oitenta países possuem florestas tropicais. O Brasil detém 1/3 das florestas tropicais que sobram no mundo.A Bacia Amazônica representa 1/5 da água derramada no oceano por todos os rios do planeta. O rio Amazonas tem mais de 7 mil afluentes, e possui 25 mil Km de vias navegáveis.
A Bacia Amazônica cobre 3,89 milhões de Km² no território brasileiro, ou seja, 45% do país.
A Amazônia representa a maior biodiversidade do planeta. Ela abriga cerca de 25% das espécies vegetais e animais do mundo.
Existem mais espécies vegetais em 1 hectare de floresta do médio Amazonas que em todo o conjunto do território europeu.
Na Amazônia, o crescimento médio de uma árvore é seis vezes mais rápido do que uma árvore na Europa.
Existem aproximadamente 50.000 espécies de plantas das quais, 5.000 espécies de árvores tem diâmetro maior que 15cm (na América do Norte não existem mais do que 650)
Numa superfície de 100 hectares, botânicos identificaram 1.652 espécies vegetais das quais, 100 são totalmente novas para a ciência e das quais, 20 não foram nomeadas nem pela população local.
2/3 das espécies de lagartos da Amazônia só existem na Amazônia.
Existem 311 espécies de mamíferos na Amazônia, ou seja, 7% do total mundial.
Aproximadamente 1.000 espécies de pássaros, ou seja, 11% do total mundial (3º lugar no mundo).
A Bacia Amazônica é um santuário de peixes que agrupa 1.400 espécies identificadas, o que representa 25% das espécies de peixes do mundo.

Nota do Blog: A pedidos de Renan Safadão, do CDF do Via Direta.