quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Indústria no Mundo

A INDUSTRIALIZAÇÃO TARDIA


O Brasil é considerado um país subdesenvolvido. Disto ninguém parece ter dúvida. Entretanto, ainda é grande o número de pessoas que acredita que nosso país ainda não se industrializou. Não são poucos os que pensam que a economia brasileira permanece agrária, baseada nas atividades do campo, ou que nossa sociedade seja tradicional e "atrasada".
Contudo, menos pessoas ainda se dão conta do que é o Brasil de hoje: um país onde o moderno convive com o tradicional, onde metrópoles e aldeias indígenas integram o mesmo espaço geográfico, e onde os tecnopólos apontam os caminhos do terceiro milênio.
Ao longo desta unidade, prosseguiremos revelando os retratos do Brasil. Neste sentido, iniciaremos pelo processo de industrialização, responsável por importantes transformações em nossa sociedade, nas paisagens e, por extensão, na organização do espaço geográfico brasileiro.

UMA INDUSTRIALIZAÇÃO TARDIA

A atividade industrial é rnais antiga que a agricultura. Sua origem remonta ao Período Paleolítico* (30 mil anos atrás), podendo ser considerada tão antiga quanto o surgimento do Homo sapiens*. Naqueles tempos, a elaboração de instrumentos de caça, por exemplo, já representava uma atividade industrial. Fica evidenciado que aquilo que classificamos como indústria hoje possui características bem diversas das daquele período.


A atividade industrial pode ser considerada tão antiga quanto o surgimento do Homo sapiens.

Podemos dizer, então, que a indústria apresenta estágios que caracterizam sua evolução ao longo da história. Tais estágios são o artesanato*, a manufatura* e a maquinofatura* ou indústria moderna.

No caso do Brasil, é importante recordarmos que seu papel na antiga Divisão Internacional do Trabalho foi o de assegurar o fornecimento de produtos primários para o mercado europeu, onde eram transformados em bens de consumo. Uma vez que o Brasil não participou da Revolução Industrial, ou seja, não acumulou conhecimentos e técnicas que efetivas-sem a sua passagem do artesanato para a manufatura e desta para a indústria moderna, coube ao país industrializar-se muitos anos após este processo ter-se iniciado na Europa.

A Revolução Industrial leve início na Inglaterra, por volta de 1750. Na ilustração, aspecto de um bairro industrial inglês, de Sheffield, no ano de 1855.

De fato, enquanto a Inglaterra se industrializou em bases modernas no século XVIII, o Brasil somente se tornou industrial por volta de 1950 (duzentos anos depois). Daí falarmos que nossa industrialização foi tardia.

No início do século, a atividade industrial era incipiente em nosso país e encontrava-se restrita a poucos ramos, como o têxtil.

Por ter sido tardia, nossa industrialização foi dependente da tecnologia criada nos principais países industrializados do globo, como a Inglaterra, os EUA e a Alemanha.
 
Fonte:www. http://angelogoes.blogspot.com.br

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Indústrias no Mundo

Economia de mercado e economia planificada

A sociedade moderna ou industrial, baseada na intensa divisão do trabalho e presente em quase todos os países do mundo, não se desenvolve igualmente em todas as partes. Há nações e regiões mais industrializadas (normalmente as mais ricas) e outras voltadas para a agricultura (geralmente as mais pobres).

Atualmente, são raras as sociedades tradicionais ou pré-industriais. Em todas as partes do mundo, salvo as exceções de grupos isolados que resistem ao avanço da modernização, a atividade industrial se desenvolve, o comércio local e o internacional se multiplicam, e o campo vai perdendo pessoas para as cidades, que crescem em ritmo acelerado.

Dentro da sociedade industrial, podemos distinguir dois tipos principais de economia: a economia de mercado ou capitalista e a economia planificada ou socialista, que atualmente se encontra em crise. As diferenças entre ambas estão intimamente ligadas ao papel do Estado na sociedade.

A economia de mercado: Nesse tipo de economia, a oferta e a procura de bens e serviços definem as decisões econômicas. Por exemplo: em época de escassez de leite, a oferta desse produto é menor que a procura pelos consumidores, então, o preço do leite sobe; quando há excesso na oferta de leite, seu preço tende a cair.

O mercado, portanto, consiste na oferta (produção) e procura (consumo) de bens e serviços. A lei da oferta e da procura, que é a lei básica do mercado, é a seguinte: quando há desequilíbrio entre oferta e procura, os preços sobem (no caso de maior procura) ou caem (no caso de maior oferta), numa busca espontânea do equilíbrio, da situação ideal (isto é, igualdade entre oferta e procura).

Quando um produto é muito procurado (brinquedos na época do Natal, por exemplo), as empresas produzem mais, para obter grandes lucros. Quando, ao contrário, um produto não é aceito (ventilador numa região muito fria, por exemplo), as empresas deixam de fabricá-lo. Assim, é o próprio mercado que indica os produtos que devem ser fabricados, a quantidade e o preço.

Nessa economia a maior parte das empresas como bancos, indústrias, fazendas, etc, é propriedade privada, isto é, pertence a particulares e não ao Estado. A propriedade privada, condição essencial para a existência da economia de mercado, determina um Estado menos poderoso, com um pequeno número de empresas públicas ou estatais.

A economia planificada: Nesse tipo de economia, as decisões econômicas são determinadas por um plano, e não pelo mercado. As atividades econômicas são planejadas pelo Estado, isto é, por autoridades e técnicos que trabalham em setores estatais. Desse trabalho resulta um plano, traçado para determinado período, que é geralmente de cinco anos (plano quinquenal).

Para que a economia seja planificada, é necessário que a maioria das empresas pertença ao Estado. Este centraliza e controla todas as decisões através das autoridades do governo. Os preços, numa economia planificada, não obedecem à lei da oferta e da procura, mas sim às decisões das autoridades. Por exemplo: mesmo que falte ou sobre leite, o preço do produto permanece no que foi fixado pelo governo, sem alteração.

Fonte: Geografia Crítica / O espaço social e o espaço brasileiro / editora ática

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

Indústrias no Mundo

As indústrias dependem de fatores locacionais no seu processo de implantação , dentres eles podemos destacar:

  • Matéria-prima
  • Mão-deobra
  • Mercado consumidor
  • Disponibilidade de energia
  • Sistema de Transportes
  • Isenção Fiscal
As mais diversas indústrias estão espalhadas segundo a existência conjugada desses fatores , objetivando sobretudo a obtenção de maior produção , distribuição e lucro .



Principais Centros Industriais

  • Região Nordeste(EUA)-Também conhecida como manufaturing Belt .Nessa área teve início o processo de colonização , portanto é uma região antiga tradicional , compreende cidades co Nova York e Chicago , tendo a indústria pesada(siderurgia-aço) e a manufatura , é a mais extensa e mais antiga.
  • Região Renana(Alemanha)-Localizada no Vale do rio reno , deu início a um forte processo de industrialização,beneficiando a uma grande fonte carbonífera , favorecendo o desenvolvimento industrial.
  • Vale do São Lourenço(Canadá)-É a principal área industrial do Canadá , localizado ao Sul das províncias de Ontário e Quebec, cidades importantes co Montreal e Toronto.nessa região se produz 70% do volume industrial do país e concentra metade da população absoluta canadense.
  • Ilha de Hondo(Japão)-Nessa ilha , a maior e principal ,abriga a maior concentração industrial do país, onde localizam-se Tóquio,Nagóia , Osaka.Sendo que as indústrias bordejam o litoral,para receber matéria -Prima.
  • Planícies Orientais da China-presença de indústrias leves , fabril , eletrônicos e informática.Essa área apresenta facilidade à exportação(portos) e liberdade alfandegária ZPEs.
  • Norte da Itália-O tripé industrial ,Turim , Milão , Gênova , mais Bolonha e Veneza produzem material químico , mecânico e hidráulico,

quarta-feira, 1 de agosto de 2012

Blocos econômicos Supra-Nacionais


 

O Que são Blocos Ecônomicos?

São associações de países que estabelecem relações econômicas privilegiadas entre si. O primeiro bloco surge na Europa em 1957, com a criação da Comunidade Econômica Européia (CEE), atual União Européia (UE). Mas a tendência de regionalização da economia só se fortalece nos anos 90, com o fim da Guerra Fria. Na América se destacam o Nafta, o Mercosul e, em menor grau, o Pacto Andino e o Caricom; na Europa, a UE e a Comunidade dos Estados Independentes (CEI); na África há o SADC; na Ásia, o Asean. Também está em fase de implantação o bloco transcontinental Apec, que reúne países da América e da Ásia, e continuam as negociações para a formação de um bloco abrangendo toda a América, o Alca.

Tipos de blocos

Os blocos econômicos classificam-se em zona de livre comércio, união aduaneira, mercado comum e união econômica e monetária. Na zona de livre comércio, há redução ou a eliminação das taxas alfandegárias que incidem sobre a troca de mercadorias dentro do bloco. A união aduaneira, além de abrir mercados inteiros, regulamenta o comércio dos países-membros com nações externas ao bloco. Já o mercado comum garante a livre circulação de pessoas, serviços e capitais.
UNIÃO EUROPÉIA – Originada da CEE, a União Européia é o segundo maior bloco econômico do mundo em termos de PIB: 8 trilhões de dólares. Formado por 15 países da Europa Ocidental, conta com uma população de 374 milhões.
Em 1992 é consolidado o Mercado Comum Europeu, com a eliminação das barreiras alfandegárias entre os países-membros. Aprovado em 1991, em Maastricht (Holanda) o Tratado da União Européia entra em vigor em 1993. É composto de dois outros – o da União Política e o da União Monetária e Econômica, que estabelece a criação de uma moeda única. No âmbito social são definidos quatro direitos básicos dos cidadãos da União Européia: livre circulação, assistência previdenciária, igualdade entre homens e mulheres e melhores condições de trabalho.

Desde 2002, circulam as notas de Euro em todos os países da União Européia, com poder legal para efetuar quaisquer pagamentos, e as moedas nacionais foram extintas.
Com o euro, uma moeda européia forte lastreada em economias poderosas passa a competir com o dólar norte-americano no mercado internacional. Porém, o elevado desemprego na Europa, a desaceleração econômica da Alemanha, a guerra em Kosovo, e o aquecimento da economia norte-americana fazem o euro despencar, de janeiro a junho, quase 12% em relação ao dólar. Em meados de junho, a moeda se recupera.
Três países – Reino Unido, Suécia e Dinamarca não aderem a essa primeira fase do euro, apesar de terem cumprido as exigências, por temer as conseqüências da perda de soberania que representa o fim da emissão de sua moeda própria. A Grécia não preenche as condições exigidas até março de 1998 e tem sua participação adiada. A União Européia negocia com outros 11 países protocolos de adesão ao bloco. Polônia, Hungria, Eslovênia, Estônia e Chipre podem ser admitidos a partir de janeiro de 2003, pois a situação de suas economias é considerada satisfatória. A República Tcheca, que anteriormente fazia parte dessa lista, deve antes melhorar a convivência com os ciganos: em 1999, uma cidade tcheca construiu um muro para mantê-los a distância, fato considerado inadmissível pela União Européia. Em 1997, a Turquia teve seu pedido de entrada recusado por desrespeito aos direitos humanos e à democracia. Em 2000 iniciam-se as negociações com Letônia, Lituânia, Eslováquia, Bulgária, Romênia e Malta.
O dia 1º de maio de 2004, é um marco histórico na consolidação da União Européia, neste dia a UE recebe a adesão de dez novos membros, passando a ter na sua composição 25 países, sendo que a maioria destes países são socialistas, que foram fortemente influenciados pela antiga e extinta União Soviética e em 1º de janeiro de 2007 com a entrada da Romênia e Bulgária a UE passa a ter 27 integrantes.

Membros: Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, Espanha, Finlândia, França, Grécia, Irlanda, Itália, Luxemburgo, Holanda (Países Baixos), Portugal, Reino Unido e Suécia e a partir de maio de 2004, passa contar com oito países do leste europeu, Lituânia, Letônia, Polônia, República Tcheca, Eslovaquia, Hungria e Eslovênia e duas ilhas mediterrâneas , Chipre, Malta e em 2007, Romênia e Bulgária.
Com essa nova configuração a União Européia passa a contar com uma população de quase 500 milhões de pessoas, 20 línguas oficiais, o PIB (Produto Interno Bruto) em 2004 de aproximadamente 12,6 trilhões de dólares, superior ao PIB americano (11,5 trilhões de dólares).
Em junho de 2004 a União Européia realiza a maior eleição de sua história, onde são escolhidos 732 deputados, representantes no Parlamento Europeu, que é uma instituição da União Européia. 

NAFTA - O Acordo de Livre Comércio da América do Norte (Nafta) é um instrumento de integração das economias dos EUA, do Canadá e do México, Iniciado em 1988 por norte-americanos e canadenses, o bloco recebe a adesão dos mexicanos em 1993. Com ele, consolida-se o intenso comércio regional da América do Norte. O Nafta entra em vigor em janeiro de 1994, com um prazo de 15 anos para a total eliminação das barreiras alfandegárias entre os três países. Membros: Canadá, EUA e México.

MERCOSUL – Criado em 1991, o mercado Comum do Sul (Mercosul) é composto de Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai, nações sul-americanas que adotam políticas de integração econômica e aduaneira. A origem do Mercosul está nos acordos comerciais entre Brasil e Argentina elaborados em meados dos anos 80. No início da década de 90, o ingresso do Paraguai e do Uruguai torna a proposta de integração mais abrangente. Em 1995, instala-se uma zona de livre comércio. Cerca de 90% das mercadorias fabricadas nos países -membros podem ser comercializadas internamente sem tarifas de importação. Alguns setores, porém, mantêm barreiras tarifárias temporárias, que deverão ser reduzidas gradualmente. Além da extinção de tarifas internas, o bloco estipula a união aduaneira, com a padronização das tarifas externas para diversos itens. Com uma área total de quase 12 milhões de km ,O Mercosul cuja estrutura física e administrativa esta sediada em Montevidéu, tem um mercado potencial de 220 milhões de consumidores e um PIB de 1,1 trilhão de dólares. Se considerarmos que, no decorrer do século 21, a água será um elemento estratégico essencial, é importante destacar que dentro do Mercosul estão as duas maiores bacias hidrográficas do planeta: a do Prata e a da Amazônia. 
Em 3 de julho de 2006. A Venezuela fará parte do Mercosul oficialmente a partir de amanhã, quando haverá uma reunião em Caracas para formalizar a adesão, com a presença dos presidentes dos quatro países membros: Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai. O bloco passará a ter 250 milhões de habitantes, área de 12,7 milhões de quilômetros quadrados e um produto interno bruto (PIB) de US$ 1 trilhão, 76% do total da América do Sul.

ALCA – A Área de Livre Comércio das Américas (Alca) surge em 1994 com o objetivo de eliminar as barreiras alfandegárias entre os 34 países americanos, exceto Cuba. O prazo mínimo para sua formação é de sete anos, quando poderá transformar-se em um dos maiores blocos comerciais do mundo. Com um produto interno bruto (PIB) total de 9,7 trilhões de dólares (1,2 trilhão a mais que a UE), os países da Alca somam uma população de 783,6 milhões de habitantes, o dobro da registrada na UE. Os Estados Unidos (EUA) propõem a implementação imediata de acordos parciais, com abertura total do mercado em 2005. Já o Brasil e o Mercosul prevêem grande dificuldade na adaptação de suas economias a essa integração e preferem dar início ao processo em 2005. As conversações para consolidação da Alca estão congeladas por enquanto, visto que a sua criação visava também minimizar a influência do Brasil na América do Sul, porém esta influência não aconteceu.

CARICOM – O Mercado Comum e Comunidade do Caribe (Caricom), criado em 1973, é um bloco de cooperação econômica e política formado por 14 países e quatro territórios. Em 1998, Cuba foi admitida como observadora. O bloco marca para 1999 o início do livre comércio entre seus integrantes.
Membros – Barbados, Guiana, Jamaica, Trinidad e Tobago (1973); Antígua e barbuda, Belize, Dominica, Granada, Santa Lúcia, São Vicente e Granadinas, São Cristóvão e Névis (1974); Suriname (1995); Bahamas torna-se membro em 1983, mas não participa do mercado comum. O Haiti é admitido em julho de 1997, porém suas condições de acesso ainda não foram concluídas. Territórios: Montserrat (1974); ilhas Virgens Britânicas, Ilhas Turks e Caicos (1991); Anguilla (1999).
PACTO ANDINO – Bloco econômico instituído em 1969 pelo Acordo de Cartagena – seu nome oficial – com o objetivo de aumentar a integração comercial, política e econômica entre seus países-membros. Também é conhecido como Grupo ou Comunidade Andina.
Membros: Bolívia, Colômbia, Equador e Peru (1969); Venezuela (1973). O Chile sai em 1976.O Panamá participa como observador.

CEI - A Comunidade dos estados Independentes (CEI) é uma organização criada em 1991 que reúne 12 das 15 repúblicas que formavam a União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS). Ficam de fora apenas três países bálticos: Estônia, Letônia e Lituânia. Organiza-se em uma confederação de Estados, que preserva a soberania de cada um. A comunidade prevê a centralização das Forças Armadas e o uso de uma moeda comum: o rublo.
Membros – Armênia, Belarus, Cazaquistão, Federação Russa, Moldávia, Quirguistão, Tadjiquistão, Turcomenistão, Ucrânia, Uzbequistão (1991); Georgia, Azerbaijão (1993).

APEC – A Cooperação Econômica da Ásia e do Pacífico (Apec) é um bloco econômico formado para promover a abertura de mercado entre 20 países e Hong Kong (China), que respondem por cerca de metade do PIB e 40% do comércio mundial. Oficializada em 1993, pretende estabelecer a livre troca de mercadorias entre todos os países do grupo até 2020. Membros – Austrália, Brunei, Canadá, Indonésia, Japão, Malásia, Nova Zelândia, Filipinas Cingapura, Coréia do Sul, Tailândia, EUA (1989); China, Hong Kong (China), Taiwan (Formosa) (1991); México, Papua Nova Guiné (1993); Chile (1994); Peru, Federação Russa, Vietnã (1998).

ASEAN – A Associação das Nações do Sudeste Asiático (Asean) surge em 1967, na Tailândia, com o objetivo de assegurar a estabilidade política e de acelerar o processo de desenvolvimento da região. Hoje, o bloco representa um mercado de 510 milhões de pessoas e um PIB de 725,3 bilhões de dólares. A eliminação das barreiras econômicas e alfandegárias entrará em vigor no ano 2002. Em 1999, a Asean admite como membro o Camboja. Membros – Indonésia, Malásia, Filipinas, Cingapura, Tailândia(1967), Brunei (1984), Vietnã (1995), Mianmar, Laos (1997), Camboja (1999).

SADC - A Comunidade da África Meridional para o Desenvolvimento (SADC) é estabelecida em 1992 para incentivar as relações comerciais entre seus 14 países-membros, com o objetivo de criar um mercado comum e também promover esforços para estabelecer a paz e a segurança na conturbada região.Há planos de adotar uma moeda comum em 2000.
Membros: Angola, África do Sul, Botsuana, Lesoto, Malauí, Maurício, Moçambique, Namíbia, República Democrática do Congo, Seicheles, Suazilândia, Tanzânia, Zâmbia e Zimbábue.

Fonte: http://www.clickinformacao.com.br

sexta-feira, 20 de julho de 2012

Resposta da questão Desafio 2


Comentário da questão:
Os versos da música gravada pelo grupo Engenheiros do Havaí fazem diversas referências à concentração fundiária na região do pampa gaúcho, principal processo socioespacial que determinou a atual estrutura agrária do Brasil. Como causas socioeconômicas desse processo destacam-se a modernização da agricultura, o sistema de sesmarias, adotado na época colonial, e a legislação fundiária, que restringe o acesso à terra ao pequeno agricultor. Já entre as diversas consequências socioeconômicas para os espaços rurais e urbanos do país, decorrentes desse processo, destacam-se o êxodo rural, a redução dos cultivos de subsistência, o empobrecimento do morador do campo e o aumento das desigualdades de renda no país.

terça-feira, 17 de julho de 2012

A Amazônia Legal


Galerinha a pedidos um post rapidinho sobre Amazõnia Legal! Um número significativo de alunos nos pergunta qual seria a diferença da chamada “Amazônia Legal” para as outras regionalizações. Vamos esclarecer aqui porque pode ser que seja a dúvida de mais alguém.
Amazônia Legal, com suas atuais fronteiras
A Amazônia Legal foi instituída pelo Estado em 1953 e atualmente engloba os seguintes estados na figura ao lado (sim! Uma parte do Maranhão não faz parte dela). Diferente das outras regionalizações conhecidas (segue uma lista abaixo), essa foi criada para facilitar o planejamento e o desenvolvimento de políticas em comum e melhorar a captação de recursos e investimentos para dinamizar essa área. As outras regionalizações principais, com critérios biogeográficos ou políticos diferentes da Amazônia Legal são (clique nas imagens para ampliar):
  • Região Norte, utilizada pelo IBGE
    Região Norte: É uma das 5 regiões consideradas pelo IBGE para seus levantamentos de dados, não inclui Mato Grosso e Maranhão
  • Amazonas, um estado brasileiro
    Amazonas: Uma das 27 unidades federativas do Brasil, e causa de muita confusão com a Amazônia
  • Planície Amazônica, a área número 2 do mapa
    Planície Amazônia: Criada pelo prof.: Aroldo de Azavedo, são as “terras baixas” que acompanham a Bacia hidrográfica do rio Amazonas. Não faz parte, portanto, parte dos estados de Roraima, Rondônia, Pará, Amapá e Maranhão
  • Divisão segundo o geógrafo Pedro Pinchas Geiger, a Amazônia está em verde
    Amazônia (segundo Pedro Pinchas Geiger): Criada em 1967, é uma das 3 regiões geoeconômicas brasileiras (Centro-Sul e Nordeste também), e se assemelha com as fronteiras da Amazônia Legal, mas seus critérios são naturais, sociais e econômicos. Sendo assim, é uma fronteira mais “móvel” ao longo dos anos
  • Bioma Amazônico, um dos 6 grandes biomas brasileiros
    Bioma Amazônico: Um dos seis grandes biomas brasileiros, é definida por critérios naturais apenas. Logo, é a área da Floresta Amazônica propriamente dita, que também está presente no norte do Mato Grosso, oeste do Maranhão e uma parte mínima a noroeste de Tocantins.

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Questão Desafio 2


A região do pampa, no Rio Grande do Sul, reflete a realidade rural brasileira e suas mazelas.
Identifique o processo socioespacial que originou a estrutura agrária descrita no texto. Aponte também uma de suas causas e uma de suas consequências socioeconômicas.

A Expectativa de resposta será publicada dia 20