domingo, 14 de agosto de 2011

População Absoluta


Países mais Populosos do Mundo
País População aproximada
1º China 1.300.000.000 hab.
2º Índia 1.100.000.000 hab.
3º EUA 300.000.000 hab.
4º Indonésia 220.000.000 hab.
5º Brasil 185.000.000 hab.


O Brasil é um dos países mais populosos do mundo. Dentro dele, os Estados mais populosos, são:
Estado População (ano 2000)
São Paulo (SP) 37.000.000 hab.
Minas Gerais (MG) 17.800.000 hab.
Rio de Janeiro (RJ) 14.400.000 hab.
Bahia (BA) 13.000.000 hab.
Rio Grande do Sul (RS) 10.200.000 hab
Paraná (PR) 9.500.000 hab

sábado, 13 de agosto de 2011

Distribuição Geográfica da População


A distribuição pelos espaços geográficos

Pela distribuição da população nos continentes, notamos que:
• A Ásia é o continente mais populoso, com quase 60% do total mundial;
• A Ásia é também, o continente mais povoado, com quase 80 hab/km2;
• A Oceania é o continente menos populoso e menos povoado;
• A Antártida é o continente não habitado (despovoado).

Com mais de 160 milhões de habitantes, o Brasil é:
• o quinto país mais populoso do mundo;
• o segundo país mais populoso do continente americano e de todo o hemisfério ocidental, superado apenas pelos Estados Unidos;
• o país mais populoso da América do Sul e de toda a América Latina.
A distribuição da população no Brasil é, também, bastante irregular:
• o Sudeste é a região mais populosa e a mais povoada;
• o Centro-Oeste é a região menos populosa;
• o Norte ou Amazônia é a região menos povoada.

Na distribuição da população pelos Estados, temos que:
• o Rio de Janeiro é o mais povoado, com quase 300 hab/km2;
• São Paulo é o mais populoso, com cerca de um quinto (20%) da população brasileira;
• Roraima é o menos populoso e o menos povoado, com menos de 1 hab/km2.

As Populações Rural e Urbana

Até 1960, predominava no Brasil a população rural. No recenseamento de 1970 já se constatou o predomínio da população urbana, com 56% do total nacional. À medida que um país se desenvolve industrialmente, a tendência geral é o abandono do campo em direção às cidades. O homem procura nos centros urbanos melhores condições de vida, conforto, salários e garantias. É o fenômeno do êxodo rural. Atualmente, 75% da população brasileira urbana, isto é, vive nas cidades. No estado do Rio de Janeiro, a população urbana é de 95%.

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

CAMADAS ATMOSFÉRICAS


Troposfera
É a camada da atmosfera em que vivemos e respiramos. Ela vai do nível do mar até 12 km de altura. É nesta camada que ocorrem os fenômenos climáticos (chuvas, formação de nuvens, relâmpagos). É também na troposfera que ocorre a poluição do ar. Os aviões de transporte de cargas e passageiros voam nesta camada.
As temperaturas nesta camada podem variar de 40°C até –60°C. Quanto maior a altitude menor a temperatura.
 Estratosfera
Esta camada ocupa uma faixa que vai do fim da troposfera (12 km de altura) até 50 km acima do solo. As temperaturas variam de –5°C a –70°C. Na estratosfera localiza-se a camada de ozônio, que funciona como uma espécie de filtro natural do planeta Terra, protegendo-a dos raios ultravioletas do Sol. Aviões supersônicos e balões de medição climática podem atingir esta camada.
Mesosfera
Esta camada tem início no final da estratosfera e vai até 80 km acima do solo. A temperatura na mesosfera varia entre –10°C até –100°C . A temperatura é extremamente fria, pois não há gases ou nuvens capazes de absorver a energia solar. Nesta camada ocorre o fenômeno da aeroluminescência.
 Termosfera
Tem início no final da mesosfera e vai até 500 km do solo. É a camada atmosférica mais extensa. É uma camada que atinge altas temperaturas, pois nela há oxigênio atômico, gás que absorve a energia solar em grande quantidade. As temperaturas na termosfera podem atingir os 1.000°C.
 Exosfera
É a camada que antecede o espaço sideral. Vai do final da termosfera até 800 km do solo. Nesta camada as partículas se desprendem da gravidade do planeta Terra. As temperaturas podem atingir 1.000°C. É formada basicamente por metade de gás hélio e metade de hidrogênio.Na exosfera ocorre o fenômeno da aurora boreal e também permanecem os satélites de transmissão de informações e também telescópios espaciais.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Questão Agrária Brasileira














O espaço rural compreende as áreas de um território ocupadas essencialmente pelas atividades ligadas ao setor primário da economia, como a agricultura, a pecuária e as atividades extrativas, que se destinam a produção de alimentos e de matérias-primas. Esse espaço caracteriza-se ainda pela presença de vegetação nativa, como matas e campos, ou áreas de reflorestamento.

A agropecuária é um termo utilizado para denominar, conjuntamente, as atividades da agricultura e da pecuária. A agropecuária sempre ocupou um papel de destaque na economia brasileira e é uma das mais antigas atividades econômicas praticadas no país. Ela auxiliou a ocupação e o povoamento do território, com a expansão das lavouras de cana-de-açúcar e de café.

Atualmente a agricultura e a pecuária empregam juntas, cerca de 19% da população economicamente ativa brasileira e respondem a 10% do PIB anual do país. O desenvolvimento das atividades agropecuárias, visa, basicamente, produzir alimentos para a população, abastecer as indústrias com matérias-primas.

O grande volume da atividade agropecuária brasileira deve-se, em parte, ao aumento do nível tecnológico empregados nas propriedades rurais. O nível tecnológico indica o grau de modernização dos estabelecimentos rurais, ou seja, se as propriedades usam máquinas e implementos agrícolas, além de adubos e fertilizantes; se desenvolvem práticas avançadas de cultivo e criação, como o uso de sementes selecionadas e animais com melhoramento genético; se recebem assistência técnica especializada, entre outros fatores. Porém, ainda que o nível tecnológico tenha se expandido por vastas áreas rurais do território brasileiro, o setor agrário moderno convive com o setores tecnicamente mais atrasados, também denominados de tradicionais.

A agricultura tradicional apresenta as seguintes características: é praticada basicamente em médias e pequenas propriedades; destaca-se na produção de alimentos básicos como arroz, feijão, milho e mandioca; as lavouras são cultivadas com a utilização de arados de tração animal, mão-de-obra familiar e técnicas rudimentares de preparo dos solos. Caracteriza-se ainda, principalmente, pela criação de gado na forma extensiva, onde os animais são criados soltos em grandes pastAgens, sem receber muitos cuidados. Nas pequenas propriedades também é comum a criação de animais na forma tradicional, sobretudo de suínos e aves, destinados basicamente ao consumo familiar.

Já na agricultura moderna podemos destacar as seguintes características: é praticada geralmente em grandes propriedades com o cultivo de monoculturas; destaca-se a produção de gêneros destinados às industrias ou à exportação, como soja, cana-de-açúcar, laranja e café; emprega tecnologias avançadas (tratores, colheitadeiras, semeadeiras, defensivos agrícolas, adubos, sementes selecionadas). Na pecuária moderna destaca-se a criação intensiva do rebanho, ou seja, os animais ficam confinados, ocupando pequenas áreas. As criações recebem cuidados especiais, como ração balanceada, vacinação periódica, remédios contra doenças e controle do crescimento e do peso. Os animais passam por inspeções sanitárias e acompanhamento veterinário periodicamente. Os animais se desenvolvem mais rapidamente e livres de doenças. A utilização de técnicas modernas de cultivo e criação, proporcionam maior produtividade, o que significa maior rendimento da produção.

segunda-feira, 8 de agosto de 2011

PALESTINOS X JUDEUS

Origens e consequências dos conflitos entre Judeus e Palestinos
No início do século XX, cerca de 1 milhão de árabes habitavam a Palestina, que estava sob o domínio britânico. Após a Primeira Guerra Mundial, iniciou-se uma luta nacionalista contra a ocupação britânica e a colonização judaica.
Em 45, a ONU aprovou a divisão regional, sendo a única forma de solucionar o conflito entre 1,3 milhão de árabes e 800 000 judeus, sendo decidido pela criação de dois Estados: um dos judeus, com 14 000 km quadrados, e outro árabe, com 11 500 km quadrados. Os países árabes recusaram em aceitar o acordo, o que levou à guerra de 1948/49.
Consequência: cerca de 1 milhão de palestinos árabes, que viviam sob a soberania Israelense, perderam seus lares e refugiaram-se em acampamentos na faixa de gaza ou emigraram para outros países do Oriente Médio. Cerca de 300 000 continuaram em Israel, passando a viver como cidadãos de 2ª classe. Por outro lado, cerca da metade dos palestinos árabes continuaram na Cisjordânia, que passou a fazer parte da Jordânia a partir de 1948 e que em 1967 foi ocupada pelos israelenses.

Os palestinos fizeram movimentos dos mais variados grupos político-ideológicos, com a OLP (Organização para a Libertação da Palestina) sendo sua principal entidade e, liderada por Yasser Arafat, foi reconhecida inclusive pela ONU como legítima representante do povo palestino.

A partir de 1988, nas negociações para a formação do Estado palestino, assumiram um novo significado quando o rei Hussein, da Jordânia, resolveu renunciar todos seus direitos sobre a Cisjordânia. Em agosto do mesmo ano, Arafat afirmou que "a OLP estava disposta a reconhecer Israel dentro da legalidade nacional". Deste modo, o líder palestino estava retirando um dos últimos obstáculos para haverem negociações diretas entre palestinos e israelenses. A oferta palestina não teve boa resposta de Israel. O governo teve de manter sua atitude de encarar a OLP como só uma organização terrorista e se recusou ceder qualquer parte de seu território. Vendo por outro lado, nos primeiros meses de 1989, Israel passou a enfrentar a Intifada, uma oposição crescente dos árabes que residiam ali, cujos movimentos de rua já causaram morte a mais de mil pessoas.

domingo, 7 de agosto de 2011

Guerra dos Seis Dias (1967)


A Guerra dos Seis Dias foi mais um desdobramento dos conflitos entre árabes e judeus. Ela recebeu esta denominação devido ao efetivo contra-ataque israelense à ofensiva árabe, promovido pelo Egito.
O presidente Nasser, buscando fortalecer o mundo árabe, tomou medidas importantes: deslocou forças árabes para a fronteira com Israel, exigiu a retirada de representantes militares da ONU mantida na região desde 1956, e ameaçou fechar a navegabilidade do Estreito de Tiran aos israelenses.
No entanto, a reação israelense a essas medidas foi rápida e decisiva: atacou o Egito, a Jordânia e a Síria, encerrando o conflito num curto espaço de tempo -- 5 a 10 de junho (6 dias) de 1967. Israel dominava as forças aéreas e, por terra, contava com forças blindadas comandadas pelo general israelense Moshé Dayan. O resultado da guerra aumentou consideravelmente o estado de Israel: foram conquistadas áreas do Egito, Faixa de Gaza, Península de Sinai, região da Jordânia, a Cisjordânia, o setor oriental de Jerusalém, partes pertencentes à Síria e às Colônias de Golan.
A Guerra dos Seis Dias fortaleceu o Estado de Israel e agravou o nível de tensão entre os países beligerantes.