sexta-feira, 17 de junho de 2011

PIRÂMIDES ETÁRIAS DO BRASIL

quinta-feira, 16 de junho de 2011

Brasil Francês

Brasil colonial sofreu duas grandes invasões

No século 16, quando teve início a sua expansão marítima, a França vivia um período de relativo equilíbrio político, depois de uma fase marcada por lutas internas no plano religioso e social. O rei Francisco 1º exercia sua autoridade sem contestação. A economia crescia, as artes e ciências progrediam, ainda refletindo as grandes mudanças decorrentes do Renascimento italiano.

Pouco tempo após a chegada dos primeiros portugueses ao litoral brasileiro, os franceses já marcavam sua presença na região, desde a foz do rio Amazonas ao Rio de Janeiro. Já em 1504 o navio Espoir (Esperança), comandado pelo capitão Paulmier de Gonneville, alcançou o litoral brasileiro à altura de Santa Catarina.

Esse tipo de expedição, empreendida tanto por armadores quanto por corsários, passou a ficar tão freqüente que, em 1526, veio de Portugal uma frota com objetivo específico de patrulhar a costa e expulsar os franceses que navegavam naquela região. No comando estava Cristóvão Jaques, que, dez anos antes, já havia percorrido o litoral brasileiro em uma expedição guarda-costas. Dessa última vez a sua frota chegou a enfrentar naus francesas, aprisionando tripulantes.

Mercadores e corsários

Em 1534, o capitão francês Jacques Cartier chegou ao estuário do rio São Lourenço, no atual Canadá. Ali, os franceses se estabeleceram para construir uma colônia. Somente bem mais tarde, já no século 17, é que ela se desenvolveria, mas o interesse francês na América prosseguiu: corsários e mercadores das regiões francesas da Bretanha e da Normandia continuaram a incluir o Brasil entre seus objetivos.

Em termos econômicos, a principal atração do território brasileiro era o pau-brasil, madeira de cor avermelhada utilizada no tingimento de tecidos, já que na época a indústria têxtil na França, bem como no restante da Europa, estava em pleno desenvolvimento.

A França Antártica

Em 1555, os franceses invadiram o Rio de Janeiro e construíram o forte Coligny numa das ilhas da baía da Guanabara: estava assim fundada a França Antártica, que teve cinco anos de vida. A colônia francesa foi desbaratada pelos portugueses, sob o comando do terceiro governador-geral, Mem de Sá, em 1560.

Mas o fim da França Antártica não significou a expulsão definitiva dos franceses do litoral sul e sudeste do Brasil. Corsários e comerciantes continuaram o tráfico de pau-brasil com a mesma freqüência, inclusive na própria região da baía da Guanabara. Mem de Sá enviou então seu sobrinho Estácio de Sá para erguer uma fortaleza no local. Ela ficou pronta em 1565 e deu origem à cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro. Mesmo assim, somente dois anos depois é que os franceses seriam expulsos de vez da Guanabara.

A França Equinocial

Os franceses passaram então a ocupar territórios mais ao norte e a nordeste do Brasil, sempre buscando comerciar com os índios: peles, madeira, algodão, pimenta e outros produtos, além de animais como macacos e papagaios.

Em 1584 foram expulsos da região que hoje corresponde ao estado da Paraíba, o mesmo ocorrendo a seguir em Sergipe, Rio Grande do Norte e Ceará. Mas eles retornariam mais tarde, desta vez no Maranhão, tendo à frente Daniel de la Touche. Ali, fundaram, em 1612, a atual capital do estado, São Luís, e uma colônia que chamariam de França Equinocial. Dali seriam expulsos três anos depois.

Piratas e intelectuais

Em 1616, perderiam seu último território no país, o Pará. Depois disso, instalaram-se ao norte do continente sul-americano, na região que hoje é a Guiana. Durante o século 18, corsários franceses ainda assolaram o Rio de Janeiro, invadido por duas vezes para saque do ouro das Minas Gerais que o porto escoava.

No século seguinte, após a independência do Brasil, a França passou a exercer outro tipo de influência sobre o país, desta vez no aspecto mais estritamente cultural, e que se estendeu ainda ao longo do século 20. Por exemplo, vários professores franceses lecionaram no departamento de Filosofia, Letras e Ciências Humanas da Universidade de São Paulo, que ajudaram a fundar.

FONTES ENERGÉTICAS DO MUNDO.




A demanda global por energia aumentou nos últimos 150 anos, acompanhando o desenvolvimento industrial e o crescimento populacional. Especialistas prevêem que a sede por energia deve continuar a crescer em ao menos 50% até 2030, à medida em que países em desenvolvimento como a China e a Índia procurarem manter seu rápido crescimento econômico.

As maiores fontes da energia mundial (responsáveis por cerca de 80% da energia consumida no mundo no momento) são o carvão, o petróleo e o gás natural - os chamados "combustíveis fósseis" por terem surgido séculos atrás a partir de restos de plantas e animais mortos, ricos em carbono. No entanto, essas são fontes que um dia vão se esgotar.

Nas últimas décadas, também tem aumentado a preocupação sobre o impacto ambiental desses combustíveis. Os maiores especialistas em clima alertam que as emissões de gases do efeito estufa, criados pela queima de combustíveis fósseis e por outras atividades humanas, precisam ser reduzidas substancialmente para evitar mudanças climáticas perigosas.

A pressão para substituir os combustíveis fósseis colocou em evidência as chamadas fontes renováveis de energia - como, por exemplo, o Sol e os ventos. Mas elas também enfrentam desafios: as tecnologias viáveis ainda estão se desenvolvendo, e os custos de instalação tendem a ser altos. Essas fontes de energia não devem conseguir uma fatia muito significativa do mercado dentro dos próximos 25 anos.

Nossa Senhora

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Fontes de Energia

Comparação das fontes de energia
Hidrelétrica
Vantagens: É barata e relativamente farta no Brasil
Desvantagens: A construção da usina tem alto impacto ambiental
Gás Natural
Vantagens: Não contribui tanto para o aquecimento da Terra comparado ao petróleo
Desvantagens: Usina e preço da energia são ainda mais caras que a hidrelétrica
Nuclear
Vantagens: Baixíssimo impacto ambiental (se não houver acidente)
Desvantagens: É a energia mais cara de todas; traz risco de acidentes graves e de efeitos prolongados
Eólica
Vantagens: Não causa impacto no ambiente; custo ligeiramente maior que o da hidrelétrica
Desvantagens: Só pode ser instalada onde há vento forte e constante
Solar
Vantagens: Inofensiva ao ambiente e inesgotável
Desvantagens: É ainda mais cara que a eólica e exige insolação intensa

INVERSÃO TÉRMICA



Este fenômeno climático ocorre principalmente nos grandes centros urbanos, regiões onde o nível de poluição é muito elevado. A inversão térmica ocorre quando há uma mudança abrupta de temperatura devido à inversão das camadas de ar frias e quentes, nos últimos dias os aeorportos dos estados brasileiros do Sul e Sudeste estiveram paralizados em função das condições ambientais, com forte neblina. ISTO È  INVERSÃO TÉRMICA.
Como ocorre a Inversão Térmica

A camada de ar fria, por ser mais pesada, acaba descendo e ficando numa região próxima a superfície terrestre, retendo os poluentes. O ar quente, por ser mais leve, fica numa camada superior, impedindo a dispersão dos poluentes.

Este fenômeno climático pode ocorrer em qualquer dia do ano, porém é no inverno que ele é mais comum. Nesta época do ano as chuvas são raras, dificultando ainda mais a dispersão dos poluentes, sendo que o problema se agrava.

Nas grandes cidades, podemos observar no horizonte, a olho nu, uma camada de cor cinza formada pelos poluentes. Estes são resultado da queima de combustíveis fósseis derivados do petróleo (gasolina e diesel principalmente) pelos automóveis e caminhões. 
Problemas de Saúde
Este fenômeno afeta diretamente a saúde das pessoas, principalmente das crianças, provocando doenças respiratórias, cansaço entre outros problemas de saúde. Pessoas que possuem doenças como, por exemplo, bronquite e asma são as mais afetadas com esta situação.
Soluções
Soluções para estes problemas estão ligados diretamente à adoção de politicas ambientais eficientes que visem diminuir o nível de poluição do ar nos grandes centros urbanos. A substituição de combustíveis fósseis por biocombustíveis ou energia elétrica poderia reduzir significativamente este problema. Campanhas públicas conscientizando as pessoas sobre a necessidade de trocar o transporte individual (particular) pelo transporte público (ônibus e metrô) também ajudaria a amenizar o problema. A fiscalização nas regiões onde ocorrem queimadas irregulares também contibuiria neste sentido.

terça-feira, 14 de junho de 2011

Brasil Holandês

 
No período em que ocorreram as duas invasões holandesas no Brasil, a Holanda estava sob domínio da Espanha. Em 1579 os holandeses declaram independência, porém, sem o reconhecimento do país basco. A guerra entre Holanda e Espanha durou até 1648. Com isso teve início o embargo espanhol, no qual a Holanda ficou proibida de se relacionar comercialmente com as áreas de dominação espanhola, inclusive o Brasil. A Holanda reagiu ao embargo criando, em 1602, a Companhia das Índia Orientais, que tinha como objetivo a exploração de áreas conquistadas pelos espanhóis na Ásia e na África. Isso forçou a Espanha a assinar a Trégua dos Doze Anos, acordo que durou de 1609 a 1621. Com o término da trégua e as novas restrições impostas pela corte espanhola, os países criaram a Companhia das Índias Ocidentais (1621). Assim, começaram as colônias espanholas na América, dentre as quais estava o Brasil.
A primeira invasão holandesa em território brasileiro ocorreu na Bahia. O almirante Jacob Willekens e seus comandados invadiram a Bahia, que na época era sede do Governo Geral do Estado do Brasil. A reação dos portugueses e brasileiros veio com o bispo D. Marcos Teixeira e Matia de Albuquerque, um administrador colonial português, irmão do donatário da Capitania de Pernambuco.
Iniciada uma guerrilha, o avanço holandês foi impedido, porém, estes já haviam conquistado a cidade de Salvador. Mas a presença dos holandeses no Brasil não durou muito. No ano de 1625, a Jornada dos Vassalos, esquadra lusoespanhola, conseguiu expulsar os holandeses com ajuda dos brasileiros.
Mas houve uma segunda invasão holandesa no Brasil, desta vez em Pernambuco. O ano era 1630 e uma tripulação liderada por Diederik van Waerdenburch desembarcou em Olinda com 70 embarcações e iniciou a invasão. O responsável pela capitania era Matias de Albuquerque, que iniciou nova guerrilha contra os holandeses. O maior conflito foi na Baía da Traição em 1631, quando o espanhol D. Antônio de Oquendo afundou afundou a embarcação do almirante holandês Adrian Jansen Pater. Apesar da vitória espanhola, um brasileiro chamado Antonio Domingos Calabar teria traído o governo brasileiro dando dicas sobre cidades do litoral nordestino para os holandeses. Com isso, eles conquistaram diversos fortes, dominando totalmente a região em 1635. Neste mesmo ano, houve a queda do Arraial de Bom Jesus, o que fez com que Matias de Albuquerque fosse para Alagoas. Lá, foi para a cidade de Porto Calvo, onde encontrou um grupo de holandeses dentre o qual estava Calabar. Matias e seus homens derrotaram os holandeses, prenderam e esquartejaram o suposto traidor da pátria.
Para equilibrar os interesses de invadidos e invasores, já que a guerra apenas causava prejuízo para os latifundiários e para os holandeses, foi instaurado o Governo de Nassau, que durou de 1637 a 1644. Entre suas principais caracateristicas estão…
  1. Consquista de Sergipe e Maranhão
  2. Criação da Câmara dos Escabinos
  3. Vinda de artistas e intelectuais da Europa
  4. Urbanização do Recife
  5. Monopólio do mercado escravista
  6. Liberdade religiosa
  7. Financiamentos aos Senhores de Engenho
Em 1644, Nassau demitiu-se por descordar com alguns interesses da Companhia das Índias Ocidentais. Neste período, a Companhia e a Holanda passavam por sérios e problemas. Para suprí-los, começaram a exigir demais dos Senhores de Engenho. Isso deu início à Insurreição Pernambucana, movimento para expulsar os holandeses do Brasil. Liderada por André Vital de Negreiros e outros comparsas, a Insurreição conseguiu expulsar os holandeses em 1654. Entre as batalhas, destacam-se a do Monte das Tabocas, Guararapes e Campina do Taborda.