Sejam bem vindos ao Blog do Professor Bosco "Maquina Mortífera", cujo objetivo é fornecer aos meus Alunos e comunidade em geral Informações Histórico-Geográficas,Curiosidades e Atualidades.
sábado, 27 de novembro de 2010
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
Churrasco da Aprovação e ou Final de Semana
SERVIÇO DE UTILIDADE PÚBLICA PARA FIM-DE-SEMANA OU CHURRASCO DA APROVAÇÃO- COMO GELAR BEBIDAS EM APENAS 3 MINUTOS
Como gelar a cerveja rapidamente para quem gosta da cervejinha!
A carne já tá na churrasqueira
E a galera chega com latas e mais latas de cerveja... quentes. Como gelar?
O professor Bosco do CDF Colégio e Curso, do OVERDOSE Colégio e Curso , do Maristella, do CONVESTI e do Salesiano São José Natal vai responder essa questão.
Gelo no isopor
Pra cada saco de gelo, coloque 2 litros de água,
1/2 kg de sal "Made In" Mossoró-RN,
E meia garrafa de álcool.
A água aumenta a superfície de contato, o sal reduz a temperatura de fusão do gelo (ele demora mais pra derreter) e, por uma reação química, o álcool rouba calor. Os físicos químicos chamam o líquido de "mistura frigorífica": GELO, ÁLCOOL, SAL E ÁGUA.
E por favor após esse todo trabalho, NÃO DIRIGIR o seu Veículo e tenha um bom fim-de-semana e um bom churrasco da aprovação .
Origem dos nomes dos Estados do Brasil
Acre: vem de áquiri, touca de penas usada pelos índios munducurusAlagoas: o nome é derivado dos numerosos lagos e rios que caracterizam o litoral alagoano.
Amazonas: nome de mulheres guerreiras que teriam sido vistas pelo espanhol Orellana ao desbravar o rio. Para Lokotsch, vem de amasuru, que significa águias retumbantes.
Bahia: o nome foi dado pelos descobridores em função de sua grande enseada.
Ceará: vem de siará, canto da jandaia, uma espécie de papagaio.
Espírito Santo: denominação dada pelo donatário Vasco Fernandes Coutinho que ali desembarcou em 1535, num domingo dedicado ao Espírito Santo
Goiás: do tupi, gwa ya, nome dos índios guaiás, gente semelhante, igual.
Maranhão: Do tupi, mba’ra, mar, e nã, corrente, rio que semelha o mar, primeiro nome dado ao rio Amazonas.
Mato Grosso: o nome designa uma região com margens cobertas de espessas florestas, segundo antigos documentos.
Minas Gerais: o nome deve-se às muitas minas de ouro espalhadas por quase todo o estado.
Pará: do tupi, pa’ra, que significa mar, designação do braço direito do Amazonas, engrossado pelas águas do Tocantins.
Paraíba: do tupi, pa’ra, rio, e a’iba, ruim, impraticável.
Paraná: do guarani pa’ra, mar, e nã, semelhante, rio grande, semelhante ao mar.
Pernambuco: do tupi, para’nã, rio caudaloso, e pu’ka, gerúndio de pug., rebentar, estourar. Relativo ao furo ou entrada formado pela junção dos rios Beberibe e Capibaribe.
Piauí: do tupi, pi’au, piau, nome genérico de vários peixes nordestinos. Piauí é o rio dos piaus.
Rio de Janeiro: o nome deve-se a um equívoco: No dia 1º de janeiro de 1502, navegadores portugueses avistaram a Baía de Guanabara. Acreditando que se tratava da foz de um grande rio, deram-lhe o nome de Rio de Janeiro.
Rio Grande do Norte: derivado do rio Potengi, em oposição a algum rio pequeno, próximo, ou ao estado do Sul.
Rio Grande do Sul: vem do canal que liga a lagoa dos Patos ao oceano.
Rondônia: o nome do estado é uma homenagem ao Marechal Rondon.
Santa Catarina: nome dado por Francisco Dias Velho a uma igreja construída no local sob a invocação daquela santa.
São Paulo: denominação da igreja construída ali, pelos jesuítas, em 1554 e inaugurada a 25 de janeiro, dia da conversão do santo.
Sergipe: do tupi, si’ri ü pe, no rio dos siris, primitivo nome do rio junto à barra da capitania.
Tocantins: nome de tribo indígena que habitou as margens do rio. É palavra tupi que significa bico de tucano.
Lembretes do Boscão
- A queima de combustíveis fósseis para gerar energia tem lançado uma enorme quantidade de dióxido de carbono, metano e aerossóis (matéria sólida em suspensão) na atmosfera, acentuando o efeito estufa.
- A estrutura econômica e social, assentada na desigual repartição dá terra e da renda, é geradora de privilégios, da miséria e da violência no campo.
- A elevada concentração da população brasileira próxima ao litoral está muito vinculada ao seu passado colonial e à dependência econômica externa
- O povoamento do território brasileiro está muito vinculado aos ciclos econômicos ocorridos ao longo da sua história.
- A desertificação consiste na degradação das terras em zonas áridas, semi-áridas e subúmidas secas e resulta de fatores como as variações climáticas e as atividades humanas. De acordo com a Convenção das Nações Unidas de Combate à Desertificação, parte da região do Seridó Norte-Rio-Grandense constitui um dos quatro núcleos de desertificação do Brasil
- .Podemos destacar como Novas Economias no Rio Grande do Norte a apicultura, a avicultura, a caprinocultura, a avicultura, o turismo de eventos, de praias, religioso, de aventuras, o pólo pesqueiro com destaque para a produção de merluza, meca, atum e sardinha, a fruticultura, geração de energia eólica(Rio do Fogo), além da inauguração recente da Termo-Açu, os pólos industriais do Seridó e Mossoró, além do pólo da Grande Natal
- Desde as últimas décadas do século XX, o turismo se apresenta como uma das atividades econômicas mais dinâmicas do Rio Grande do Norte. Para esse dinamismo, muito tem contribuído a apropriação dos recursos naturais existentes no território potiguar, tais como praias, serras, cavernas, lagoas, dunas, falésias, estuários, rios, lagoas, recifes, parrachos, mata atlântica,além do turismo de eventos, religioso, de aventuras, de negócios..
- O tamanho da família brasileira reduziu de 5,8 filho/família na década de 70, para 1,8 filho/família na década atual.
- A população Urbana brasileira já ultrapassa 85% da população total do país.
- O Brasil se destaca atualmente na produção de biodiesel, proveniente da mamona, girassol, dendê, pinhão manso, pinhão bravo, soja, babaçu, além de etanol a base de cana-de-açúcar
- A energia solar pode ser aproveitada pela conversão termossolar, com várias aplicações domésticas.
- O avanço do agronegócio no Brasil vem ocorrendo de forma mais sistemática no Planalto Central e na Amazônia
- Nos últimos anos, o Brasil vem se destacando como um grande exportador de produtos agrícolas, resultado do excepcional desenvolvimento do agro-negócio em nosso país. Embora o agro-negócio gere grande produção e rentabilidade, é caracterizado pelo latifúndio e pela mecanização da agricultura, o que resulta em desemprego no campo e êxodo rural
- A Amazônia é destaque em função de vários aspectos, dentre os quais se destacam: biopirataria, desmatamentos, questão indígena, construção de hidrelétricas, expansão do agronegócio, narcotráfico e ação das FARCs, projetos SIVAM, SIPAM...
- Hamas, Al Fatah, Jihad Islâmica e Hesbollah são grupos Paramilitares (terroristas), contrários à existência do Estado de Israel e ao processo de paz entre Árabes e Israelenses, sendo que a Cisjordânia é Controlada pelo Al Fatah, enquanto a Faixa de Gaza é controlada pelo Hamas
- Com a revolução técnico-científica e a desregulamentação dos territórios e dos mercados promovida pela reforma neoliberal dos Estados, o processo de globalização se impõe e se amplia. A velocidade da informação e dos transportes facilita a circulação mundial de serviços, produtos, idéias etc. Contudo, “as fronteiras se abrem para os produtos e se fecham para os homens”
- O Irã, a Coréia do Norte e a Turquia possuem programas de produção de energia nuclear considerados “CLANDESTINOS” pela ONU, pois não aceitam a visita regular de inspetores de armas das Nações Unidas.
VESTIBULAR A DISTÂNCIA UFRN 2011
GALERA AQUI ESTÁ A PROVA DO VESTIBULAR A DISTÂNCIA UFRN 2011
41. O agronegócio tem se apresentado como uma atividade importante no contexto do desenvolvimento agrícola brasileiro, destacando-se o cultivo da soja, que todavia, se expandiu sobre um importante bioma, causando danos ambientais consideráveis. O bioma a que se refere o texto é:
A) a Mata Atlântica.
B) a Caatinga.
C) o Cerrado.
D) o Pantanal.
42. No século XX, ocorreu um dos mais tensos períodos da História. Trata-se da Guerra Fria, que
se estendeu do final da Segunda Guerra Mundial até o início dos anos de 1990. Dentre os eventos marcantes do período da Guerra Fria, está o lançamento da Doutrina Truman, que tinha como pressuposto político fundamental:
A) construir mecanismos impeditivos à expansão dos países centrais da Europa.
B) construir bases militares nos países de maior dimensão geográfica da Europa.
C) definir estratégias geopolíticas, visando à apropriação dos territórios do Japão e da
Alemanha.
D) impedir o expansionismo soviético na Europa, por meio da formação de alianças entre os
países desse Continente.
43. A tendência à regionalização do Mundo em blocos econômicos acentuou-se a partir da década de 1990, no contexto da Globalização. Sobre esta temática, é correto afirmar que:
A) os processos de Regionalização e Globalização não são antagônicos mas complementares, uma vez que ambos buscam a ampliação de mercados para as empresas.
B) a Globalização, por se apresentar como um processo que busca a unificação da economia, se contrapõe à Regionalização.
C) a Regionalização, por promover a fragmentação do território, é um processo que contraria os princípios da Globalização.
D) os processos de Globalização e Regionalização são antagônicos e independentes, tendo em vista que o primeiro objetiva a abertura do mercado internacional e o segundo o fechamento dos mercados nacionais.
44. Segundo o geógrafo Aziz Nacib Ab‘Saber, o Brasil possui seis domínios morfoclimáticos, os quais são
resultantes do conjunto de características relacionadas ao Clima, ao Relevo e à Hidrografia.
No mapa ao lado, as áreas assinaladas 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, aos domínios morfoclimáticos:
A) Araucária – Cerrado – Caatinga.
B) Cerrado – Mares de Morro – Araucária.
C) Pradarias – Cerrado – Caatinga.
D) Mares de Morro – Pradaria – Amazônico. 1
45. Após a II Guerra Mundial, o Estado de São Paulo apresentou um expressivo crescimento do setor industrial, destacando-se os municípios de:
A) Santo André, Sorocaba, São Caetano do Sul, Jundiaí e Campinas.
B) Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema.
C) Campinas, Moji das Cruzes, Diadema e São Caetano do Sul.
D) São Bernardo do Campo, Cubatão, Diadema e Sorocaba.
46. O fenômeno denominado “Ilhas de calor” é decorrente da ação do homem sobre o Meio Ambiente. Um fator que tem contribuído decisivamente para que esse fenômeno ocorra é:
A) a forte retenção da radiação solar provocada pelo excesso de poluentes químicos expelidos pelas indústrias, formando uma massa densa que impede a circulação atmosférica.
B) o lançamento de gases na atmosfera que impedem a saída de calor e, por conseguinte, aumentam a temperatura e diminuem a evaporação e a infiltração.
C) a emissão de gases resultante da queima de combustíveis fósseis associado ao dióxido de enxofre expelido pelas chaminés das indústrias.
D) a impermeabilização dos solos devido à concentração de edifícios e à intensificação de pavimentação de ruas, provocando o escoamento rápido das águas pluviais e a redução do processo de evaporação.
47. Defende-se que a miséria é fruto da injustiça social, em especial da desigual distribuição de renda e não do crescimento elevado de população de um dado lugar.
O texto acima se refere à Teoria Demográfica:
A) Malthusiana C) Reformista.
B) Neomalthusiana D) Ecomalthusiana
48. A fruticultura irrigada se apresenta como uma das atividades econômicas mais importantes do Rio Grande do Norte, destacando-se, nessa produção, as seguintes áreas:
A) Vales úmidos das regiões Agreste e Seridó.
B) Chapada do Apodi e Vale do Açu.
C) Planície costeira e Vale do Açu.
D) Regiões serranas do Alto Oeste e Agreste.
49. Apresenta temperaturas médias anuais que variam de 15º a 21ºC e precipitação pluviométrica elevada, chegando a mais de 2.000 mm/ano. Recebe influência das massas de ar frias oriundas do Atlântico e ocorre nas regiões serranas do Espírito Santo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, As características acima mencionadas são típicas do clima:
A) Tropical Atlântico. C) Subtropical.
B) Tropical de Altitude. D) Tropical.
50. Trata-se de uma atividade econômica de grande relevância para a região do Seridó do RioGrande do Norte que emergiu a partir da década de 1970. No entanto, essa atividade tem contribuído para a ampliação do processo de desertificação dessa região.
A atividade a que o texto faz referência diz respeito à(ao):
A) Indústria ceramista. C) Turismo.
B) Fruticultura irrigada. D) Extração mineral.
41. O agronegócio tem se apresentado como uma atividade importante no contexto do desenvolvimento agrícola brasileiro, destacando-se o cultivo da soja, que todavia, se expandiu sobre um importante bioma, causando danos ambientais consideráveis. O bioma a que se refere o texto é:
A) a Mata Atlântica.
B) a Caatinga.
C) o Cerrado.
D) o Pantanal.
42. No século XX, ocorreu um dos mais tensos períodos da História. Trata-se da Guerra Fria, que
se estendeu do final da Segunda Guerra Mundial até o início dos anos de 1990. Dentre os eventos marcantes do período da Guerra Fria, está o lançamento da Doutrina Truman, que tinha como pressuposto político fundamental:
A) construir mecanismos impeditivos à expansão dos países centrais da Europa.
B) construir bases militares nos países de maior dimensão geográfica da Europa.
C) definir estratégias geopolíticas, visando à apropriação dos territórios do Japão e da
Alemanha.
D) impedir o expansionismo soviético na Europa, por meio da formação de alianças entre os
países desse Continente.
43. A tendência à regionalização do Mundo em blocos econômicos acentuou-se a partir da década de 1990, no contexto da Globalização. Sobre esta temática, é correto afirmar que:
A) os processos de Regionalização e Globalização não são antagônicos mas complementares, uma vez que ambos buscam a ampliação de mercados para as empresas.
B) a Globalização, por se apresentar como um processo que busca a unificação da economia, se contrapõe à Regionalização.
C) a Regionalização, por promover a fragmentação do território, é um processo que contraria os princípios da Globalização.
D) os processos de Globalização e Regionalização são antagônicos e independentes, tendo em vista que o primeiro objetiva a abertura do mercado internacional e o segundo o fechamento dos mercados nacionais.
44. Segundo o geógrafo Aziz Nacib Ab‘Saber, o Brasil possui seis domínios morfoclimáticos, os quais são
resultantes do conjunto de características relacionadas ao Clima, ao Relevo e à Hidrografia.
No mapa ao lado, as áreas assinaladas 1, 2 e 3 correspondem, respectivamente, aos domínios morfoclimáticos:
A) Araucária – Cerrado – Caatinga.
B) Cerrado – Mares de Morro – Araucária.
C) Pradarias – Cerrado – Caatinga.
D) Mares de Morro – Pradaria – Amazônico. 1
45. Após a II Guerra Mundial, o Estado de São Paulo apresentou um expressivo crescimento do setor industrial, destacando-se os municípios de:
A) Santo André, Sorocaba, São Caetano do Sul, Jundiaí e Campinas.
B) Santo André, São Bernardo do Campo, São Caetano do Sul e Diadema.
C) Campinas, Moji das Cruzes, Diadema e São Caetano do Sul.
D) São Bernardo do Campo, Cubatão, Diadema e Sorocaba.
46. O fenômeno denominado “Ilhas de calor” é decorrente da ação do homem sobre o Meio Ambiente. Um fator que tem contribuído decisivamente para que esse fenômeno ocorra é:
A) a forte retenção da radiação solar provocada pelo excesso de poluentes químicos expelidos pelas indústrias, formando uma massa densa que impede a circulação atmosférica.
B) o lançamento de gases na atmosfera que impedem a saída de calor e, por conseguinte, aumentam a temperatura e diminuem a evaporação e a infiltração.
C) a emissão de gases resultante da queima de combustíveis fósseis associado ao dióxido de enxofre expelido pelas chaminés das indústrias.
D) a impermeabilização dos solos devido à concentração de edifícios e à intensificação de pavimentação de ruas, provocando o escoamento rápido das águas pluviais e a redução do processo de evaporação.
47. Defende-se que a miséria é fruto da injustiça social, em especial da desigual distribuição de renda e não do crescimento elevado de população de um dado lugar.
O texto acima se refere à Teoria Demográfica:
A) Malthusiana C) Reformista.
B) Neomalthusiana D) Ecomalthusiana
48. A fruticultura irrigada se apresenta como uma das atividades econômicas mais importantes do Rio Grande do Norte, destacando-se, nessa produção, as seguintes áreas:
A) Vales úmidos das regiões Agreste e Seridó.
B) Chapada do Apodi e Vale do Açu.
C) Planície costeira e Vale do Açu.
D) Regiões serranas do Alto Oeste e Agreste.
49. Apresenta temperaturas médias anuais que variam de 15º a 21ºC e precipitação pluviométrica elevada, chegando a mais de 2.000 mm/ano. Recebe influência das massas de ar frias oriundas do Atlântico e ocorre nas regiões serranas do Espírito Santo, do Rio de Janeiro e de Minas Gerais, As características acima mencionadas são típicas do clima:
A) Tropical Atlântico. C) Subtropical.
B) Tropical de Altitude. D) Tropical.
50. Trata-se de uma atividade econômica de grande relevância para a região do Seridó do RioGrande do Norte que emergiu a partir da década de 1970. No entanto, essa atividade tem contribuído para a ampliação do processo de desertificação dessa região.
A atividade a que o texto faz referência diz respeito à(ao):
A) Indústria ceramista. C) Turismo.
B) Fruticultura irrigada. D) Extração mineral.
A Guerra Fria
Introdução
O equilíbrio geopolítico e geoestratégico organizado pelos dois grandes vencedores da 2ª Guerra Mundial - EUA e URSS - constitui um dado essencial na regulação do sistema - mundo. Pois deu origem a dois subsistemas organizados à escala mundial. Com sistemas económicos e políticos opostos: o chamado mundo capitalista, liderado pelos EUA, e o mundo comunista, encabeçado pela URSS, a guerra fria divide o mundo em dois blocos. Provoca uma corrida armamentista que se estende por 40 anos e coloca o mundo sob a ameaça de um guerra núclear.
O pós-guerra
A história dos últimos 50 anos do século XX foi totalmente condicionada pelos resultados da 2ª Guerra Mundial, quando em 1945, depois de 6 anos de batalhas em quase todos os continentes da terra, a Grande Aliança (os EUA, a Grã-Bretanha e a URSS) conseguiram vencer o Eixo (a Alemanha nazista, a Itália fascista e o Japão do micado). No final restavam apenas duas potências, logo chamadas, com toda a razão, de superpotências: os Estados Unidos da América e a União Soviética.
No entanto, mal encerrado o tiroteio, os dois gigantes passaram a desentender-se. Esta ruptura tem, obviamente, causas ideológicas, desacordos doutrinais, que se prende com os fins e com os meios: os vencedores estão divididos sobre a finalidade da ordem política e sobre os métodos a adoptar. Mas isto não é grande novidade. A Grande Aliança entre o ocidente e o leste foi provocada pela agressão da Alemanha contra a União Soviética: as circunstâncias impuseram-na, não derivou dos sistemas ou dos sentimentos, visto a oposição que se inscrevia na natureza dos regimes e da sua filosofia. Os antagonismos haviam sido momentaneamente dissimulados pelo imperativo da luta contra o inimigo comum.
Assim, terminada a 2ª Guerra Mundial, em 1945, os Estados Unidos consolidaram a posição de superpotência capitalista, e a União Soviética, que tinha implantado o Socialismo em 1917, surgia como nação forte e respeitada por todas as demais. De um lado, os Estados Unidos procuravam manter a sua liderança sobre vastas áreas do mundo; de outro, a União Soviética auxilia na expansão do socialismo. Terminada a guerra, muitos países do leste europeu alteram a sua organização económica, política e social de base capitalista e tornam-se socialistas:
- A Jugoslávia tornou-se socialista em 1945
- A Albânia e a Bulgária em 1946
- A Polónia e a Roménia em 1947
- A Checoslováquia em 1948
- A Hungria em 1949
- A República Democrática Alemã Oriental em 1949
Também na Ásia, alguns países optaram pelo socialismo:
- O Vietna do Norte em 1945
- A Coreia do Norte em 1948
- A China em 1949
- O Tibete em 1950
Tanto britânicos como americanos temiam que a Rússia submeta toda a Europa...
Os EUA e a contenção ao comunismo
Dois acontecimentos internos, quase simultâneos, criaram pré-condições para que os EUA se lançassem na Guerra Fria: o primeiro foi a morte do presidente Franklin D. Roosevelt, em Maio de 1945, e em seguida, em 1946, a eleição de um congresso predominantemente republicano (conservador). Roosevelt acreditava num mundo do pós-guerra controlado pelos EUA, em comum acordo com a URSS (denominado de "coexistência pacífica" por Estaline). A sua morte fez com que o seu sucessor Harry Truman, consciente do poder nuclear, abandonasse esta posição, aderindo à tese do "enfrentamento comunista".
A eleição de um congresso onde a maioria era republicana, estreitamente relacionados à indústria de armamento e às actividades anti-comunistas, provocou igualmente uma mudança da opinião pública norte-americana, manifestando-se, simultaneamente, contra as reformas sociais da política do New Deal e contra acordos com os comunistas, estes últimos deveriam ser combatidos. A ascensão de Truman e o congresso republicano tornaram o clima tenso com a URSS. Depois do perigo nazista, os americanos receavam agora os comunistas. O elemento desencadeador da mobilização anti-comunista deu-se depois do célebre discurso feito em Fulton, Missouri, no dia 5 de Março de 1946 por Winston Churchill, quando o ex-primeiro ministro britânico emprega a famosa expressão cortina de ferro, que se abateu sobre a Europa, dividindo-a em duas, conclamando os poderes anglo-saxões, a Grã-Bretanha e os Estados Unidos, a enfrentarem-na.
Com a inversão, a mudança de postura de aliados da URSS para os seus adversários, os Estados Unidos elaboraram uma nova doutrina: a da segurança nacional, que prevê uma luta simultaneamente estratégica e ideológica. Os Estados Unidos tinham agora os seus interesses e as suas bases militares espalhadas por todos os continentes. O seu único rival era o movimento comunista. Para os estrategas do Pentágono, o marxismo não era mais do que o pretexto para o domínio russo do mundo.
Haviam duas frentes de batalha: uma estratégico-militar, que seria coberto por tratados específicos, e outro ideológico, que mobilizaria a opinião pública e o serviço de contra-espionagem (a CIA - Central Inteligence Agency - criada em 1947), para o combate ao "perigo vermelho".
Os soviéticos só seriam detidos se fossem enfrentados. Esta política contribuiu para que os EUA reactivassem a sua indústria bélica para atender as necessidades da guerra fria.
Vemos assim que 1947 consagra a ruptura definitiva entre os aliados. Primeiro a inversão da tendência da política externa dos Estados Unidos: o governo americano suspende a desmobilização e inicia o rearmamento; o orçamento militar vai crescer de ano para ano; além disso, o governo renuncia ao isolamento. Segundo René Remond "é de 1947 que data a elevação dos Estados Unidos à posição de potência mundial..."
A Doutrina Truman e o Plano Marshall
"No inverno de 1946-47, havia dias em que não nos levantávamos da cama, porque não havia nada para comer e nada que queimar para nos aquecermos", recordava em 1997, na revista Foreign Affairs, por ocasião do 50º aniversário do Plano Marshall, o ex-chanceler social-democrata alemão Helmut Schmidt.
A Alemanha era então uma descomunal montanha de escombros, o mesmo se podendo dizer do resto da Europa. A economia do velho continente era de pura subsistência; os racionamentos exíguos e rigorosos; faltavam máquinas e matérias-primas; a inflação produtiva da Europa era equivalente à de 1910.
A América, vencida a batalha contra o nazismo, respondia ao seu instinto isolacionista e pretendia fechar-se sobre si própria. O secretário de Estado adjunto, Dean Acheson, tinha sobre a mesa dados preocupantes: a balança comercial com a Europa estava muito desequilibrada, pelo que, se Washington não concedesse crédito aos arruinados europeus, estes não poderiam comprar produtos morte-americanos, o que, a par de uma recessão incipiente, ameaçava ter efeitos muito graves sobre a economia dos EUA. Viam abater-se sobre a Europa a ameaça de depauperação económica, ideal para um descartamento popular que Moscovo poderia vir a aproveitar para se apoderar do continente.
Era necessário salvar a Europa. Assim, em 1947, Harry S. Truman, presidente dos EUA, apresentou um conjunto de princípios orientadores da política externa dos EUA que ficaram conhecidos por Doutrina Truman, como forma de combater a expansão do comunismo, defendeu que os Estados Unidos deveriam auxiliar qualquer país cuja independência e liberdade fossem ameaçadas por uma agressão externa ou interna ("... creio que a política dos Estados Unidos deve ser a de apoiar os povos livres que resistem a tentativas de subjugação por minorias armadas ou por pressões exteriores...").
Todos se voltaram para George Marshall, o admirado e austero general, que foi chefe do Estado Maior norte-americano durante a II Guerra Mundial, e fora considerado o grande organizador da vitória. Era necessário empreender uma guerra diplomática e Marshall estava melhor situado do que qualquer outro para a levar a cabo a partir do departamento de Estado, cargo para que foi nomeado pelo Presidente Harry S. Truman em princípios de 1947. A 5 de Julho desse mesmo ano, Marshall leu um discurso na Universidade de Harvard. Era uma vaga oferta de contribuição dos EUA para a reconstrução de uma Europa devastada.
Os europeus receberam a oferta de Marshall com entusiasmo. O governo francês pressionado pelos seus comunistas e com o aval de Washington convidou Moscovo a candidatar-se. Em Junho, representantes de duas dezenas de países reuniam-se informalmente na capital francesa, onde a insistência norte-americana para que o programa de recuperação europeia (nome oficial do plano) fosse objecto de consenso e coordenação entre todos provocou a ira de Viadleslav Molotov, Ministro dos Negócios Estrangeiros soviético. Molotov bateu com a porta a 2 de Julho, arrastando consigo a Polónia e a Checoslováquia, ansiosas por participar no projecto.
Dez dias depois da recusa russa, iniciaram-se nas margens do Sena a reunião dos 16 membros para a recuperação europeia: Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Grécia, Holanda, Irlanda, Islândia, Itália, Luxemburgo, Noruega, Portugal - que recusou o primeiro convite - Reino Unido, Suécia, Suíça e Turquia. Ao plano juntar-se-ia em breve a Alemanha, por insistência norte-americana e apesar dos receios da França. A participação espanhola foi vetada por Truman, a quem repugnava a filiação pró-nazista de Franco. Marshall sempre lamentou que Madrid ficasse à margem da ajuda norte-americana e o militar e diplomata Vernon Walters sempre considerara "injusto" o facto da Espanha ter sido vetada por razões ideológicas.
A administração do democrata Truman apresentou a um congresso republicano um plano de ajuda à Europa no valor de 17.000 milhões de dólares, que só muito dificilmente teria sido aprovado se não tivesse ocorrido em Praga o golpe de estado comunista em Fevereiro de 1948. Como disse com sarcasmo Acheson, "podíamos sempre contar com os russos para fazerem uma jogada que nos conviesse". Truman assinou o Foreign Assistance Act a 3 de Abril de 1948. Assim nascia o Plano Marshall.
A ajuda propriamente dita do Plano Marshall chegou à Europa em Abril de 1948, com um carregamento inicial de 19.000 toneladas de trigo. Durante o primeiro dos três anos e meio de vigência do plano, a ajuda consistiu essencialmente em alimentação de emergência. Mais tarde, 150 barcos diários trouxeram também combustível, matérias-primas e maquinaria, enquanto empresários, gestores e técnicos europeus viajaram até aos EUA para aprenderem o modelo norte-americano de gestão. Entre 1948 e 30 de Setembro de 1951, Washington investiu na Europa 13.300 milhões de dólares.
Winston Churchill considerou-o como "o acto mais puro na história das nações", acto que valeu a Marshall o Prémio Nobel da Paz de 1953, se bem que o acto de Washington não tivesse sido deseinteressadamente, já que permitiria aos EUA vincular fortemente aos seus interesses económicos e estratégicos a outra margem do Atlântico.
Os historiadores divergem quanto ao contributo do Plano Marshall para o renascimento europeu. Alguns calculam que o contributo para o Produto Interno Bruto dos países beneficiários tenha sido de meio ponto durante os seus quatro anos de vigência. Outras consideram que o aspecto decisivo foi o de ter obrigado a Europa a abandonar velhas políticas económicas de controlo que, uma vez desaparecidas, libertaram um crescente potencial de crescimento. O mais importante legado do Plano Marshall foi, na minha opinião, o de ter dado lugar a formas supranacionais de cooperação criadoras de instituições de integração que constituíram o embrião daquilo que é, actualmente, a União Europeia.
A verdade é que a Doutrina Truman e o Plano Marshall constituíram instrumentos importantes da estratégia americana para conter a expansão soviética na Europa Ocidental. Ao longo dos anos, várias outras doutrinas foram formuladas, quer de um lado, quer do outro.
A desconfiança recíproca que se instalou entre as duas superpotências levou a que se agudizasse o clima de "guerra fria", o qual atingiu o auge com a crise de Berlim (1947-48) e com a Guerra da Coreia (1950).
Os tratados da Guerra Fria
Com a crescente histeria anticomunista (nos EUA deu-se início em 1947 à "caça " aos comunistas) a diplomacia americana tratou de assegurar parceiros para o seu embate ideológico contra a URSS. O 1º de uma série de tratados que assinaram foi o TIAR (Tratado Inter-americano de Auxílio Recíproco), assinado no Rio de Janeiro em 1947, afirmando o conceito de "defesa colectiva" do continente americano, que serviu também para que as relações entre os militares se estreitassem.
Também passaram a preocupar-se com a subversão interna, especialmente depois da Revolução Cubana de 1959. a luta anticomunista interna levou-os a instituírem, por meio de golpes militares, os Estados de Segurança Nacional (Brasil em 1964, Argentina em 1966 e novamente em 1976, Peru e Equador em 1968, Uruguai e Chile em 1973).
Em 1949, a 4 de Abril, foi estabelecida o OTAN (North Atlantic Treaty Organization) inicialmente com 12 membros. Com um estado-maior comum, a OTAN tinha a função original de proteger os países ocidentais de um possível ataque das divisões soviéticas estacionadas na Alemanha Oriental. A motivação para que a aliança se realizasse deveu-se à crise de Berlim. Os EUA, ao decidirem reerguer a indústria pesada alemã, assustaram os soviéticos. Stalin ordenou então o bloqueio por terra a Berlim, em protesto contra uma futura República Federal Alemã, vinculada aos americanos. Os aliados ocidentais superaram o problema recorrendo a uma ponto aérea que abasteceu a população de Berlim durante o desentendimento. Enquanto os países do bloco capitalista fundavam a OTAN os países do bloco socialista, liderados pela união soviética, organizaram o Pacto de Varsóvia.
O Pacto de Varsóvia - tratado de Assistência Mútua da Europa Ocidental - foi estabelecido em 1955, em pleno ambiente de Guerra Fria. Assinado pelos países socialistas da Europa oriental, seus objectivos são semelhantes aos da OTAN: ajuda militar em caso de agressões armadas na Europa e consultas sobre problemas de segurança e colaboração política. Compõe-se de tropas dos países-membros e tem sede em Moscovo.
Tanto a OTAN quanto o Pacto de Varsóvia constituem, portanto, alianças militares que se opõem, são resultado da disputa entre duas superpotências e seus aliados pela preservação de seus interesses no mundo. O mundo dos pós-guerra formou um sistema de dependência, no qual as duas superpotências tornaram-se os países centrais.
Os EUA criaram a OTASE (Southeast Asia Treaty Organization), em seguimento ao tratado de defesa colectiva assinado em Manila, capital das Filipinas, em 8 de Setembro de 1954, para conter o expansionismo maoista na Ásia. A OTASE englobava, além dos EUA, antigos colonialismos, como o francês e o inglês, ex-domínios britânicos como a Austrália e a Nova Zelândia, e protectorados, como Filipinas, Tailândia e Paquistão.
Estes tratados reflectiam, cada um a seu modo, a evidência do enorme poder que os EUA exerceram no mundo do pós-guerra e fizeram por ajudar ainda mais o seu vigor económico e financeiro. Num planeta arruinado pela guerra, foi natural que os EUA, potência sobrevivente, reordenasse o mundo, agora como superpotência.
O princípio do fim
As manifestações da Guerra Fria foram diversas: guerrilha verbal, corrida aos armamentos, espionagem, utilização do veto na ONU, etc...
Gerações inteiras crescem à sombra de batalhas nucleares globais que podiam, em seguida, devastar a humanidade. À medida que o tempo passava, ia havendo mais coisas que poderiam correr mal, política e tecnologicamente, num confronto nuclear permanente, baseado na suposição de que só o medo da "destruição mútua inevitável" (mutually assured destruction - MAD) impediria um lado ou outro de apertar o botão.
Com a descoberta da instalação de mísseis soviéticos em Cuba, em 1962, os EUA ameaçam um ataque nuclear e abordam navios soviéticos no Caribe. A URSS recua e retira os mísseis. O perigo nuclear aumenta com a entrada do Reino Unido, da França e da China no rol dos detentores de armas nucleares. Em 1973, as superpotências concordam em desacelerar a corrida armamentista, facto conhecido como Política da Détente. Este acordo dura até 1979, quando a URSS invade o Afeganistão. Em 1985, com a subida ao poder do líder soviético Mikhail Gorbatchov, a tensão e a guerra ideológica entre as superpotências começam a diminuir. O símbolo do final da Guerra Fria é a queda do Muro de Berlim, em 1989. A Alemanha é reunificada e, aos poucos, dissolvem-se os regimes comunistas do leste europeu. Com a desintegração da própria URSS, em 1991, o conflito entre capitalismo e comunismo cede lugar às contradições existentes entre o hemisfério norte, que reúne os países desenvolvidos, e o hemisfério sul, onde está a maioria dos subdesenvolvidos.
Considerações finais
A queda do muro de Berlim, em 1989, e o processo de decomposição do império soviético, que culminou com a autodissolução da URSS, em Dezembro de 1991, são apontados como episódios emblemáticos do fim da Guerra Fria. Entre um acontecimento e outro, ocorreu a invasão do Iraque, comandada pelos EUA. Pouco depois do encerrado o conflito, o então Presidente George Bush anunciava que chegava a hora de construir "uma nova ordem mundial". Para alguns ideólogos, o mundo que emergia do colapso, no leste da Europa, e da vitória dos EUA e dos seus aliados, no Médio Oriente, era a consagração da democracia representativa como sistema político e da economia do mercado, generalizada por um processo de mundialização sem precendentes da produção, da circulação e do sistema financeiro, enfim, sonham com a "globalização".
Ao contrário do que se pensa, tanto os EUA como a URSS beneficiaram com a guerra fria, uma vez que todos os países eram, por definição, pró-capitalistas ou pró-socialistas. Até 1989, quem tentou construir um socialismo diferente do regime burocrático da União Soviética foi logo pressionado economicamente ou militarmente a estabelecer o "verdadeiro socialismo" ou a fortalecer a economia de mercado e os laços comerciais com os Estados Unidos. Basta lembrar o exemplo da Nicarágua.
Por sua vez, as autoridades norte americana, apesar de não possuírem tanto poder de controle sobre a sociedade como as soviéticas, também fizeram uso dessa ideologia para dominar o pensamento crítico. Isso ocorreu principalmente na década de 50, ocasião em que o senador McCarthy, líder de um movimento conservador e nacionalista, conseguiu demitir alguns funcionários de instituições públicas, intervir em sindicatos de oposição, prender intelectuais mais críticos... Para além disso, usou o argumento de "defender a liberdade contra a ameaça comunista".
Há quem garanta que a peculariedade era a de que, em termos objetivos, não existia perigo iminente da guerra fria resultar num conflito mundial. No entanto, esta ideia pode ser consequência de uma visão à posteriori da história, à qual o historiador deve tentar ser o mais imparcial possível.
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Deus tem uma resposta
Você diz: "Isso é impossível"
Deus diz: "Tudo é possível" (Lucas 18:27)
Você diz: "Eu já estou cansado"
Deus diz: "Eu te darei o repouso" (Mateus 11:28-30)
Você diz: "Ninguém me ama de verdade"
Deus diz: "Eu te amo" (João 3:16 & João 13:34)
Você diz: "Não tenho condições"
Deus diz: "Minha graça é suficiente" (II. Corintos 12:9)
Você diz: "Não vejo saída"
Deus diz: "Eu guiarei teus passos" (Provérbios 3:5-6)
Você diz: "Eu não posso fazer"
Deus diz: "Você pode fazer tudo" (Filipenses 4:13)
Você diz: "Estou angustiado"
Deus diz: "Eu te livrarei da angustia" (Salmos 90:15)
Você diz: "Não vale a pena"
Deus diz: "Tudo vale a pena" (Romanos 8:28)
Você diz: "Eu não mereço perdão"
Deus diz: "Eu te perdôo" (I Epistola de São João 1:9 & Romanos 8:1)
Você diz: "Não vou conseguir"
Deus diz: "Eu suprirei todas as suas necessidades" (Filipenses 4:19)
Você diz: "Estou com medo"
Deus diz: "Eu não te dei um espírito de medo" (II. Timóteo 1:7)
Você diz: "Estou sempre frustrado e preocupado"
Deus diz: "Confiai-me todas as suas preocupações" (I Pedro 5:7)
Você diz: "Eu não tenho talento suficiente"
Deus diz: "Eu te dou sabedoria" (I Corintos 1:30)
Você diz: "Não tenho fé"
Deus diz: "Eu dei a cada um uma medida de fé" (Romanos 12:3)
Você diz: "Eu me sinto só e desamparado"
Deus diz: "Eu nunca te deixarei nem desampararei" (Hebreus 13:5)
Autor Desconhecido.
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