terça-feira, 9 de novembro de 2010

Xote Ecológico



Minha gente o Velho Luiz Gonzaga realmente possuia uma mente privilegiada, pois a sua composição sobre a ecologia brasileira é uma verdadeira AULA.

Xote Ecológico

Luíz Gonzaga

Não posso respirar, não posso mais nadar
A terra está morrendo, não dá mais pra plantar
Se planta não nasce se nasce não dá
Até pinga da boa é difícil de encontrar
Cadê a flor que estava aqui?
Poluição comeu.
E o peixe que é do mar?
Poluição comeu
E o verde onde que está ?
Poluição comeu
Nem o Chico Mendes sobreviveu

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Curiosidades Geográficas

A maior cordilheira Cordilheira dos Andes, na América do Sul, com 8 mil quilômetros.

A maior ilha Groenlândia, com 2.175.600 km2.

A montanha mais alta Mauna Kea, no Havaí, tem 10.203 metros a partir do fundo do oceano Pacífico. Se for considerado apenas o pedaço que fica acima do nível do mar, a montanha conta com 4.205 metros.

A principal queda d'água Angel, na Venezuela, com 979 metros de altura.

O lago mais altoO mais alto lago navegável é o Titicaca, no Peru, 3.811 metros acima do nível do mar.

O lago mais profundo Lago Baikal, Rússia, com 1.620 metros.

O maior golfo Golfo do México, com 1.502.200 km2.

O maior lago Mar Cáspio, entre Rússia e Irã, 372.000 km2 e 980 metros de profundidade.

O maior rio em extensão Amazonas, com 7.025 quilômetros.

O maior vulcão Gallatiri, Chile, com 6.060 metros.

O oceano mais profundo Oceano Pacífico, com uma profundidade média de 4.267 metros.

O ponto mais alto Monte Everest, no Himalaia, fronteira entre Nepal e Tibete, 8.850 metros acima do nível do mar.

O ponto mais baixo Mar Morto, entre Israel e Jordânia. A superfície da água está 396 metros abaixo do nível do mar.

O ponto mais chuvoso Monte Waialeale, no Havaí, com uma média anual de 11.680 mm.

O ponto mais frio Estação de Vostok, na Antártida, -89,2ºC (21/07/1983).

O ponto mais quente El Azizia, Líbia, 58ºC (13/09/1922).

O ponto mais seco Deserto de Atacama, no Chile, sem chuvas do ano de 400 a 1971.

domingo, 7 de novembro de 2010

Energia Atômica - O que era medo se tornou esperança (parte 2)

Energia Atômica - O que era medo se tornou esperança (parte 2)

Na matemática do aquecimento global, um aumento expressivo no número de termelétricas significa um futuro ainda mais quente para a humanidade. Por isso, até mesmo ambientalistas, antes agressivos opositores da energia nuclear, passaram a defendê-la como alternativa aos combustíveis fósseis. O inglês James Lovelock, autor da teoria de que a Terra é um enorme organismo vivo capaz de regular a si mesmo, defende as usinas nucleares como a melhor alternativa para produzir energia sem poluir o ambiente. O apelo de Lovelock é engrossado por Patrick Moore, fundador da organização ambiental Greenpeace, sempre pronta a fazer protestos ruidosos contra a energia do átomo. Segundo dados da Agência Internacional de Energia, o planeta pode precisar de 1 300 novos reatores nuclea-res até 2050 para combater o aquecimento global e atender ao aumento da demanda energética. Além disso, será preciso fazer um investimento maciço em fontes de energia renováveis, como eólica e solar. Por enquanto, a eletricidade produzida pelas fontes renováveis é muito cara e insuficiente para atender a regiões de alto consumo.

Apesar da adesão de ambientalistas ilustres à causa nuclear, muitos integrantes da tropa que rejeita as usinas continuam em ação. No início deste mês, quando o governo francês anunciou a ocorrência de um vazamento de material radioativo em dois rios próximos à usina de Tricastin, na região de Avignon, organizações como a Sortir du Nucléaire fizeram protestos e voltaram a criticar o fato de que quase 80% da eletricidade consumida no país vem da energia nuclear. A avaliação de que as usinas nucleares são perigosas é basicamente um mito. Assim como a quantidade de desastres aéreos é pequena diante do número de vôos realizados no mundo diariamente, a quantidade de vítimas fatais de acidentes em reatores é ínfima perto de seu volume de produção. Desde que as primeiras usinas entraram em funcionamento, nos anos 50, estima-se que 9 000 pessoas tenham morrido em decorrência de acidentes com reatores nucleares, a maioria em Chernobyl. É o mesmo número de pessoas que morrem todo ano por inalar ar poluí-do decorrente da queima de carvão. Mesmo os reatores mais antigos ainda em operação passam por reformas que os tornam mais seguros. A indústria da energia nuclear aprendeu a lição de Chernobyl e investiu pesado para diminuir a ocorrência de acidentes. Sistemas e sensores analógicos foram substituídos por controles digitais e computadorizados. Os dispositivos de segurança foram duplicados e até quadruplicados para criar um efeito de redundância – se um deles falha, outro é acionado. Parte dos rea-tores hoje em construção no mundo, assim como os 93 planejados, pertence a uma nova geração de máquinas dez vezes mais seguras

A rigor, o único problema das usinas nucleares é o que fazer com o lixo atômico que produzem. Até agora não se tem uma solução prática para os rejeitos radioativos que não seja o armazenamento, o que ainda deixa boa parte da opinião pública desconfiada com a nova escalada na construção de reatores. A maioria das usinas é projetada com prédios anexos capazes de armazenar o lixo radioativo produzido durante toda a sua vida útil. Os rejeitos são colocados em cilindros blindados e estocados em locais refrigerados ou em piscinas cuja água é mantida gelada. Mesmo depois de usados no reator, os rejeitos ainda liberam calor e outras formas de radiação que podem acabar corroendo o metal dos cilindros de armazenamento. Uma das saídas é estocar o lixo atômico em depósitos subterrâneos, como o de Onkalo, na Finlândia, e o de Yucca Mountain, nos Estados Unidos. Há esperança de que, no futuro, se descubra uma forma mais eficiente de descartar esse material ou reutilizá-lo. De qualquer maneira, pela determinação com que os governos vêm se voltando para a energia nuclear e investindo em novas usinas, é certo que nas próximas décadas se viverá uma nova era atômica.

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Energia Atômica - O que era medo se tornou esperança

Duas décadas após o desastre de Chernobyl, a energia nuclear está novamente em expansão para enfrentar o preço do petróleo e o aquecimento global

Há duas décadas, a devastadora explosão de um dos reatores da usina nuclear de Chernobyl, na Ucrânia, chocou o mundo e alterou a percepção dos governos e da opinião pública sobre a energia produzida pelo urânio. O acidente espalhou toneladas de material radioativo por uma área de 150 000 quilômetros quadrados e matou nas primeiras semanas três dezenas de pessoas. Segundo um levantamento da Organização Mundial de Saúde, devido às pessoas que morreram nos anos seguintes em razão de doenças relacionadas à radiação, o total de vítimas pode chegar a milhares. Diante desse horror, vários países, como a Inglaterra e a Alemanha, resolveram desativar gradativamente suas usinas nucleares. Na Itália, a decisão veio por consulta popular. Os Estados Unidos já haviam interrompido a construção de novos reatores desde 1979, quando ocorreu um superaquecimento do reator de Three Mile Island. A novidade é que a roda da história voltou a girar a favor da energia nuclear. O que até pouco tempo atrás era visto como uma tecnologia sinistra passou a ser encarado, em muitos países, como uma esperança de energia limpa e barata. Hoje, 35 usinas estão sendo construídas em vários países e outras 93 deverão ser erguidas nos próximos anos – mais da metade delas na Ásia.
Nos Estados Unidos, os dois candidatos à Presidência, Barack Obama e John McCain, já anunciaram que são favoráveis à multiplicação das usinas no país. O governo da Inglaterra divulgou que pretende fazer o mesmo. A Itália, único país do G8 que não produz energia nuclear, embora a importe, informou há dois meses que vai construir usinas. O Brasil, por sua vez, acaba de comunicar a retomada da construção de Angra III, no litoral do Rio de Janeiro. Ao longo de quinze anos, até o acidente de Chernobyl, em 1986, a parcela da eletricidade produzida no planeta vinda da energia nuclear saltou de 2% para 16% – patamar que se mantém ainda hoje. Calcula-se que em 2050 essa proporção suba para 22%. Trata-se da maior expansão do parque nuclear mundial desde a década de 70.

O renascimento da energia nuclear é explicado por uma conjunção de fatores. O primeiro é econômico. A disparada do preço do petróleo e do gás natural, que juntos respondem por 25% da eletricidade produzida no planeta, torna cada vez mais cara a energia obtida desses combustíveis fósseis. O quilowatt/hora gerado com petróleo e gás dobrou de preço desde 1995. Em contrapartida, a energia produzida por usinas nucleares, beneficiadas por tecnologias que aumentaram a produtividade, ficou mais barata. Para comparar: o custo da eletricidade gerada com petróleo é hoje seis vezes superior ao da nuclear. As termelétricas a carvão, que produzem 40% da eletricidade do mundo, continuam a ser construídas a todo o vapor, principalmente na Rússia e na China. O custo da energia produzida com carvão permanece equilibrado há uma década – mas, mesmo nesse caso, o átomo pesa menos no bolso.
O segundo fator que impulsiona o renascimento da energia nuclear é o combate ao aquecimento global, uma causa que mobiliza governos e opinião pública. Uma termelétrica que usa matérias-primas fósseis emite 1 quilo de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa, por quilowatt/hora gerado. Uma usina nuclear emite apenas 30 gramas de CO2 para produzir a mesma quantidade de energia – mesmo assim, entram nessa conta apenas fatores externos ao funcionamento do reator, como transporte de matéria-prima. "A energia nuclear tinha má fama, mas o cenário mudou drasticamente com o aumento de preços dos combustíveis fósseis e a preocupação com o aquecimento global", disse a VEJA o alemão Hans-Holger Rogner, coordenador de estudos econômicos da Agência Internacional de Energia Atômica. Além da questão do custo das matérias-primas e da preocupação verde, o renascimento da energia nuclear é impulsionado por questões geopolíticas. Na visão de muitos governantes dos países democráticos, as usinas nucleares são uma maneira de diminuir a dependência em relação ao petróleo e ao gás natural, cujas maiores jazidas se encontram em mãos de governos que merecem pouca confiança, como Rússia, Líbia, Irã e Venezuela. Ignorar o potencial da energia nuclear equivaleria a se deixar indefinidamente à mercê de ditadores e governantes imprevisíveis.
Fonte Revista VEJA

Guerra Fria


A ideologia da Guerra Fria

No ano de 1945, antes do fim da Segunda Guerra Mundial, reuniram-se na Criméia, em Yalta, Stalin, Churchill e Roosevelt, para definir o que aconteceria no mundo após a guerra, na intenção de criar alianças com algumas nações.

Ao término da Segunda Guerra, os aliados não se encontraram coesos. Temia-se que a União Soviética apoiasse os partidos comunistas, e influenciasse toda a região. Em contrapartida, Stalin desconfiava que os EUA pudessem ter exclusividade sobre a bomba atômica.

Militarmente, as duas potências, Estados Unidos e União Soviética, a fim de garantir suas áreas de influência, colocavam seus arsenais bélicos, inclusive nucleares, em permanente exposição. Com o mesmo intuito, assinaram tratados militares com seus aliados, criando a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), liderada pelos Estados Unidos, e o Pacto de Varsóvia, liderado pela União Soviética. A rivalidade entre as duas potências levou o mundo a um período de tensão conhecido como Guerra Fria.


A Guerra Fria teve características peculiares e paradoxais, pois, apesar da ausência de confronto, já que num eventual embate pouco sobraria do planeta, a corrida armamentista não tinha fim, porque cada salto tecnológico exigia renovação dos arsenais.

No entanto, o lado soviético ficou sem capital para continuar expandindo o seu “negócio bélico” e começou a apresentar, em meados dos anos 70, propostas de desarmamento ao inimigo perplexo, os EUA, que havia feito da indústria bélica um dos carros-chefes de sua economia.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

As Mulheres estão podendo

Fonte: blogdoborjao.blogspot.com

População do RN - Censo 2010

DADOS DO CENSO 2010 PUBLICADOS NO DIÁRIO
OFICIAL DA UNIÃO DO DIA 04/11/2010
DADOS: RIO GRANDE DO NORTE

FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA
RESOLUÇÃO No- 6, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2010

O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, no uso de suas atribuições, e em cumprimento ao que determina o Art. 102 da Lei N° 8.443, de 16 de julho de 1992, resolve: Art. 1º Divulgar, nesta data, a relação das populações dos 26 Estados e dos 5.565 municípios brasileiros, incluindo o do Distrito Federal, constantes da lista anexa, para os fins previstos no inciso VI do Art. 1º da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992. Art. 2º Os dados constantes da lista anexa são provenientes do Censo Demográfico 2010, com data de referência em 1º de agosto de 2010, e representam a população recenseada até 31 de outubro de 2010, tendo sido visitados 67.275.459 domicílios no território nacional. Art. 3º Fica mantido o prazo de 20 (vinte) dias, de 05 a 24 de novembro de 2010, para os interessados apresentarem reclamações fundamentadas ao IBGE, que decidirá conclusivamente, conforme previsto no artigo 102 da Lei N° 8.443, de 16 de julho de 1992. Art. 4º Os resultados da lista anexa foram apresentados às respectivas Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGE), de cada município. Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

SÉRGIO DAS COSTA CÔRTES
Em exercício
* Município com criação posterior ao ano de 2000.
MUNICIPIO
POPULAÇÃO EM 2010
POPULAÇÃO EM 2000
Acari
11.035
11.189
Afonso Bezerra
10.384
10.867
Alexandria
13.134
13.772
Almino Afonso
4.857
5.195
Alto do Rodrigues
12.229
9.499
Angicos
11.553
11.626
Antônio Martins
6.907
6.757
Apodi
34.738
34.174
Areia Branca
24.806
22.530
Arês
12.754
11.323
Augusto Severo
9.289
9.024
Açu
53.011
47.904
Baraúna
24.164
18.922
Barcelona
3.923
3.990
Baía Formosa
8.536
7.821
Bento Fernandes
5.102
4.709
Bodó
2.425
2.775
Bom Jesus
9.310
8.608
Brejinho
11.575
10.317
Caicó
61.923
57.002
Caiçara do Norte
6.016
5.842
Caiçara do Rio do Vento
3.292
2.867
Campo Redondo
10.266
9.201
Canguaretama
30.693
27.011
Caraúbas
19.572
18.810
Carnaubais
9.694
8.192
Carnaúba dos Dantas
7.429
6.572
Ceará-Mirim
66.436
62.424
Cerro Corá
10.872
10.839
Coronel Ezequiel
5.405
5.409
Coronel João Pessoa
4.760
4.703
Cruzeta
7.963
8.138
Currais Novos
42.636
40.791
Doutor Severiano
6.491
6.552
Encanto
5.221
4.798
Equador
5.822
5.664
Espírito Santo
10.273
10.715
Extremoz
23.931
19.572
Felipe Guerra
5.731
5.534
Fernando Pedroza
2.826
2.650
Florânia
9.672
8.978
Francisco Dantas
2.874
3.021
Frutuoso Gomes
4.233
4.580
Galinhos
2.126
1.767
Goianinha
22.393
17.661
Governador Dix-Sept Rosado
12.340
11.772
Grossos
9.393
8.249
Guamaré
12.301
8.149
Ielmo Marinho
12.073
10.249
Ipanguaçu
13.852
11.924
Ipueira
2.072
1.902
Itajá
6.850
6.249
Itaú
5.560
5.271
Jandaíra
6.791
6.124
Janduís
5.340
5.597
Januário Cicco
8.925
7.687
Japi
5.522
6.328
Jardim de Angicos
2.607
2.670
Jardim de Piranhas
13.494
11.994
Jardim do Seridó
12.109
12.041
Jaçanã
7.925
7.677
José da Penha
5.868
5.908
João Câmara
31.846
29.248
João Dias
2.589
2.596
Jucurutu
17.692
17.319
Jundiá
3.576
N/A*
Lagoa Nova
13.990
12.058
Lagoa Salgada
7.565
6.808
Lagoa d'Anta
6.214
5.629
Lagoa de Pedras
6.982
6.395
Lagoa de Velhos
2.644
2.651
Lajes
10.270
9.399
Lajes Pintadas
4.610
4.530
Lucrécia
3.633
3.218
Luís Gomes
9.612
9.154
Macau
28.890
25.700
Macaíba
66.808
54.883
Major Sales
3.536
2.948
Marcelino Vieira
8.265
8.373
Martins
8.209
7.725
Maxaranguape
10.438
8.001
Messias Targino
4.188
3.718
Montanhas
11.397
11.948
Monte Alegre
20.145
18.874
Monte das Gameleiras
2.249
2.541
Mossoró
254.032
213.841
Natal
785.722
712.317
Nova Cruz
35.339
33.834
Nísia Floresta
23.772
19.040
Olho-d'Água do Borges
4.293
4.461
Ouro Branco
4.699
4.667
Paraná
3.952
3.633
Parazinho
4.845
4.325
Paraú
3.847
4.092
Parelhas
20.339
19.319
Parnamirim
195.274
124.690
Passa e Fica
11.111
8.329
Passagem
2.895
2.691
Patu
11.964
11.171
Pau dos Ferros
27.590
24.758
Pedra Grande
3.521
4.017
Pedra Preta
2.575
2.847
Pedro Avelino
6.901
8.006
Pedro Velho
14.119
13.518
Pendências
13.423
11.401
Pilões
3.453
3.002
Portalegre
7.264
6.746
Porto do Mangue
5.213
4.064
Poço Branco
13.931
12.261
Presidente Juscelino
8.774
7.005
Pureza
8.376
6.963
Rafael Fernandes
4.692
4.247
Rafael Godeiro
3.041
2.953
Riacho da Cruz
3.165
2.667
Riacho de Santana
4.155
4.200
Riachuelo
6.973
5.760
Rio do Fogo
10.027
9.217
Rodolfo Fernandes
4.411
4.467
Ruy Barbosa
3.595
3.686
Santa Cruz
35.345
31.294
Santa Maria
4.762
3.778
Santana do Matos
12.894
15.987
Santana do Seridó
2.526
2.377
Santo Antônio
22.179
20.107
Senador Elói de Souza
5.566
5.028
Senador Georgino Avelino
3.917
3.302
Serra Negra do Norte
7.770
7.543
Serra de São Bento
5.746
5.870
Serra do Mel
10.263
8.237
Serrinha
6.581
7.253
Serrinha dos Pintos
4.534
4.295
Severiano Melo
5.752
10.579
São Bento do Norte
2.964
3.378
São Bento do Trairí
3.890
3.244
São Fernando
3.401
3.234
São Francisco do Oeste
3.874
3.480
São Gonçalo do Amarante
86.151
69.435
São José de Mipibu
39.322
34.912
São José do Campestre
12.355
11.982
São José do Seridó
4.231
3.777
São João do Sabugi
5.909
5.698
São Miguel
22.159
20.124
São Miguel do Gostoso
6.704
7.580
São Paulo do Potengi
15.629
13.822
São Pedro
6.193
6.776
São Rafael
8.088
8.201
São Tomé
10.868
10.798
São Vicente
6.030
5.633
Sítio Novo
5.020
4.448
Taboleiro Grande
2.317
2.029
Taipu
11.836
11.531
Tangará
14.175
12.118
Tenente Ananias
9.816
8.875
Tenente Laurentino Cruz
5.406
4.412
Tibau
3.687
3.197
Tibau do Sul
10.482
7.749
Timbaúba dos Batistas
2.295
2.189
Touros
32.864
27.879
Triunfo Potiguar
3.363
3.642
Umarizal
10.534
11.092
Upanema
12.977
10.991
Venha-Ver
3.821
3.422
Vera Cruz
10.646
8.522
Vila Flor
2.872
2.528
Viçosa
1.618
1.521
Várzea
5.209
8.238
Água Nova
2.975
2.678
Total: Rio Grande do Norte
3.121.451
2.776.782
Total: Região Nordeste
51.871.449
47.741.711