quinta-feira, 4 de novembro de 2010

População do RN - Censo 2010

DADOS DO CENSO 2010 PUBLICADOS NO DIÁRIO
OFICIAL DA UNIÃO DO DIA 04/11/2010
DADOS: RIO GRANDE DO NORTE

FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA
RESOLUÇÃO No- 6, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2010

O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, no uso de suas atribuições, e em cumprimento ao que determina o Art. 102 da Lei N° 8.443, de 16 de julho de 1992, resolve: Art. 1º Divulgar, nesta data, a relação das populações dos 26 Estados e dos 5.565 municípios brasileiros, incluindo o do Distrito Federal, constantes da lista anexa, para os fins previstos no inciso VI do Art. 1º da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992. Art. 2º Os dados constantes da lista anexa são provenientes do Censo Demográfico 2010, com data de referência em 1º de agosto de 2010, e representam a população recenseada até 31 de outubro de 2010, tendo sido visitados 67.275.459 domicílios no território nacional. Art. 3º Fica mantido o prazo de 20 (vinte) dias, de 05 a 24 de novembro de 2010, para os interessados apresentarem reclamações fundamentadas ao IBGE, que decidirá conclusivamente, conforme previsto no artigo 102 da Lei N° 8.443, de 16 de julho de 1992. Art. 4º Os resultados da lista anexa foram apresentados às respectivas Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGE), de cada município. Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

SÉRGIO DAS COSTA CÔRTES
Em exercício
* Município com criação posterior ao ano de 2000.
MUNICIPIO
POPULAÇÃO EM 2010
POPULAÇÃO EM 2000
Acari
11.035
11.189
Afonso Bezerra
10.384
10.867
Alexandria
13.134
13.772
Almino Afonso
4.857
5.195
Alto do Rodrigues
12.229
9.499
Angicos
11.553
11.626
Antônio Martins
6.907
6.757
Apodi
34.738
34.174
Areia Branca
24.806
22.530
Arês
12.754
11.323
Augusto Severo
9.289
9.024
Açu
53.011
47.904
Baraúna
24.164
18.922
Barcelona
3.923
3.990
Baía Formosa
8.536
7.821
Bento Fernandes
5.102
4.709
Bodó
2.425
2.775
Bom Jesus
9.310
8.608
Brejinho
11.575
10.317
Caicó
61.923
57.002
Caiçara do Norte
6.016
5.842
Caiçara do Rio do Vento
3.292
2.867
Campo Redondo
10.266
9.201
Canguaretama
30.693
27.011
Caraúbas
19.572
18.810
Carnaubais
9.694
8.192
Carnaúba dos Dantas
7.429
6.572
Ceará-Mirim
66.436
62.424
Cerro Corá
10.872
10.839
Coronel Ezequiel
5.405
5.409
Coronel João Pessoa
4.760
4.703
Cruzeta
7.963
8.138
Currais Novos
42.636
40.791
Doutor Severiano
6.491
6.552
Encanto
5.221
4.798
Equador
5.822
5.664
Espírito Santo
10.273
10.715
Extremoz
23.931
19.572
Felipe Guerra
5.731
5.534
Fernando Pedroza
2.826
2.650
Florânia
9.672
8.978
Francisco Dantas
2.874
3.021
Frutuoso Gomes
4.233
4.580
Galinhos
2.126
1.767
Goianinha
22.393
17.661
Governador Dix-Sept Rosado
12.340
11.772
Grossos
9.393
8.249
Guamaré
12.301
8.149
Ielmo Marinho
12.073
10.249
Ipanguaçu
13.852
11.924
Ipueira
2.072
1.902
Itajá
6.850
6.249
Itaú
5.560
5.271
Jandaíra
6.791
6.124
Janduís
5.340
5.597
Januário Cicco
8.925
7.687
Japi
5.522
6.328
Jardim de Angicos
2.607
2.670
Jardim de Piranhas
13.494
11.994
Jardim do Seridó
12.109
12.041
Jaçanã
7.925
7.677
José da Penha
5.868
5.908
João Câmara
31.846
29.248
João Dias
2.589
2.596
Jucurutu
17.692
17.319
Jundiá
3.576
N/A*
Lagoa Nova
13.990
12.058
Lagoa Salgada
7.565
6.808
Lagoa d'Anta
6.214
5.629
Lagoa de Pedras
6.982
6.395
Lagoa de Velhos
2.644
2.651
Lajes
10.270
9.399
Lajes Pintadas
4.610
4.530
Lucrécia
3.633
3.218
Luís Gomes
9.612
9.154
Macau
28.890
25.700
Macaíba
66.808
54.883
Major Sales
3.536
2.948
Marcelino Vieira
8.265
8.373
Martins
8.209
7.725
Maxaranguape
10.438
8.001
Messias Targino
4.188
3.718
Montanhas
11.397
11.948
Monte Alegre
20.145
18.874
Monte das Gameleiras
2.249
2.541
Mossoró
254.032
213.841
Natal
785.722
712.317
Nova Cruz
35.339
33.834
Nísia Floresta
23.772
19.040
Olho-d'Água do Borges
4.293
4.461
Ouro Branco
4.699
4.667
Paraná
3.952
3.633
Parazinho
4.845
4.325
Paraú
3.847
4.092
Parelhas
20.339
19.319
Parnamirim
195.274
124.690
Passa e Fica
11.111
8.329
Passagem
2.895
2.691
Patu
11.964
11.171
Pau dos Ferros
27.590
24.758
Pedra Grande
3.521
4.017
Pedra Preta
2.575
2.847
Pedro Avelino
6.901
8.006
Pedro Velho
14.119
13.518
Pendências
13.423
11.401
Pilões
3.453
3.002
Portalegre
7.264
6.746
Porto do Mangue
5.213
4.064
Poço Branco
13.931
12.261
Presidente Juscelino
8.774
7.005
Pureza
8.376
6.963
Rafael Fernandes
4.692
4.247
Rafael Godeiro
3.041
2.953
Riacho da Cruz
3.165
2.667
Riacho de Santana
4.155
4.200
Riachuelo
6.973
5.760
Rio do Fogo
10.027
9.217
Rodolfo Fernandes
4.411
4.467
Ruy Barbosa
3.595
3.686
Santa Cruz
35.345
31.294
Santa Maria
4.762
3.778
Santana do Matos
12.894
15.987
Santana do Seridó
2.526
2.377
Santo Antônio
22.179
20.107
Senador Elói de Souza
5.566
5.028
Senador Georgino Avelino
3.917
3.302
Serra Negra do Norte
7.770
7.543
Serra de São Bento
5.746
5.870
Serra do Mel
10.263
8.237
Serrinha
6.581
7.253
Serrinha dos Pintos
4.534
4.295
Severiano Melo
5.752
10.579
São Bento do Norte
2.964
3.378
São Bento do Trairí
3.890
3.244
São Fernando
3.401
3.234
São Francisco do Oeste
3.874
3.480
São Gonçalo do Amarante
86.151
69.435
São José de Mipibu
39.322
34.912
São José do Campestre
12.355
11.982
São José do Seridó
4.231
3.777
São João do Sabugi
5.909
5.698
São Miguel
22.159
20.124
São Miguel do Gostoso
6.704
7.580
São Paulo do Potengi
15.629
13.822
São Pedro
6.193
6.776
São Rafael
8.088
8.201
São Tomé
10.868
10.798
São Vicente
6.030
5.633
Sítio Novo
5.020
4.448
Taboleiro Grande
2.317
2.029
Taipu
11.836
11.531
Tangará
14.175
12.118
Tenente Ananias
9.816
8.875
Tenente Laurentino Cruz
5.406
4.412
Tibau
3.687
3.197
Tibau do Sul
10.482
7.749
Timbaúba dos Batistas
2.295
2.189
Touros
32.864
27.879
Triunfo Potiguar
3.363
3.642
Umarizal
10.534
11.092
Upanema
12.977
10.991
Venha-Ver
3.821
3.422
Vera Cruz
10.646
8.522
Vila Flor
2.872
2.528
Viçosa
1.618
1.521
Várzea
5.209
8.238
Água Nova
2.975
2.678
Total: Rio Grande do Norte
3.121.451
2.776.782
Total: Região Nordeste
51.871.449
47.741.711

Desafio em casa

 
 "Toda a região onde se encontra o Cerrado tem uma marcada estação seca que geralmente pode durar de 6 a 7 meses. A prolongada estiagem traz reflexos marcantes para a região. A vegetação herbácea e arbustiva baixa em geral seca e desaparece, ao contrário do que acontece com a vegetação de grande porte. Apesar da seca, os rios são perenes, embora diminuam de volume.

Qual é a área de ocorrência do cerrado, no Brasil?

a) Como se pode explicar a sobrevivência das árvores e a perenidade dos rios do cerrado, durante o período da seca?

b) Dê as características da atividade agrícola desenvolvida nessa área.

Dicas de como estudar

 
Se você é desses que se deixam interromper por qualquer motivo pode estar certo que aí está a causa de seus problemas escolares. Nada atrapalha mais o estudo do que começar e parar, começar e parar... Para evitar esse problema, aqui vão algumas dicas:
· Reserve sempre um mesmo período do dia para as tarefas escolares, esforçando-se para não alterar seu horário de estudo. Isso o ajudará a criar um hábito de trabalho em casa. Descubra em qual período do dia você é mais produtivo, pois isso varia de pessoa para pessoa. Peça que alguém da casa atenda ao telefone, avisando que você está ocupado. Se for com você, retorne a ligação logo que possível.
· Procure um canto sossegado para estudar. Verifique se todo o material de que precisa está à mão, como lápis, cadernos, dicionário, caneta, livros, borracha, compasso e coisas assim. Esse tem de ser um lugar gostoso, agradável, onde você gosta de ficar. Mas tem também de ser um local em que você possa isolar-se do mundo, fechando-se de tudo e de todos e estando aberto somente para aquilo em que você quer se concentrar.
· Organize uma seqüência de trabalho, isto é, o que fazer em primeiro lugar, o que fazer em seguida e assim por diante, de acordo com as necessidades. As tarefas para o dia seguinte devem ser as primeiras a serem feitas.
· No final de cada tarefa, levante e dê uma voltinha, por alguns minutos. Isso ajuda a descansar a mente e o corpo. Depois, volte e retorne às tarefas.
· Concentre-se em uma tarefa de cada vez. Não faça uma atividade com a cabeça preocupada com o que ainda está faltando. Se você se organizar bem, haverá tempo de sobra para tudo.
· Acostume-se a prestar atenção no tempo que está gastando para fazer suas tarefas. Cada pessoa tem seu ritmo próprio. Não se compare aos outros, mas veja se você não esta perdendo tempo à toa.
· Todo dia, você deve dar uma olhada rápida no assunto que acabou de ser ensinado. Não deixe para ver toda a matéria nas vésperas da prova, porque, desse jeito, você só descobrirá dúvidas quando não houver mais tempo de pedir auxílio ao professor.
· Evite fazer " visitas " à geladeira durante o horário de estudos. Estude antes ou depois do lanche. Não é verdade que você pode ter sede, fome ou necessidade de ir ao banheiro durante esse período - tudo isso é desculpa para se desconcentrar. Fazer os trabalhos escolares é trabalhar mesmo, como adultos. É uma responsabilidade igual a de seus pais, em suas atividades profissionais. Como qualquer adulto, você tem de trabalhar todos os dias. Além de aprender, você está se preparando para sua vida de adulto. Estudar é o seu trabalho!

Teoria da Tectônica de Placas

A teoria que os continentes não estiveram sempre nas suas posições actuais, foi conjecturada muito antes do século vinte; este modelo foi sugerido, pela primeira vez, em 1596 por um fabricante holandês, Abraham Ortelius. Ortelius sugeriu de que as Américas " foram rasgadas e afastadas da Europa e África por terramotos e inundações " e acrescentou: " os vestígios da ruptura revelam-se, se alguém trouxer para a sua frente um mapa do mundo e observar com cuidado as costas dos três continentes." A idéia de Ortelius foi retomada no século dezanove. Entretanto, só em 1912 é que a idéia do movimento dos continentes foi seriamente considerada como uma teoria científica designada por Deriva dos Continentes, escrita em dois artigos publicados por um meteorologista alemão chamado Alfred Lothar Wegener. Argumentou que, há cerca de 200 milhões de anos, havia um supercontinente - Pangeia=Pangea - que começou a fracturar-se. Alexander Du Toit, professor de geologia na Universidade de Joanesburgo e um dos defensores mais acérrimos das ideias de Wegener, propôs que a Pangeia, primeiro, se dividiu em dois grandes continentes, a Laurásia no hemisfério norte e a Gondwana no hemisfério sul. Laurásia e Gondwana continuaram então a fracturar-se, ao longo dos tempos, dando origem aos vários continentes que existem hoje.
A teoria de Wegener foi apoiada em parte por aquilo que lhe pareceu ser o ajuste notável dos continentes americanos e africanos do sul, argumento utilizado por Abraham Ortelius três séculos antes. Wegener também estava intrigado com as ocorrências de estruturas geológicas pouco comuns e dos fósseis de plantas e animais encontrados na América do Sul e África, que estão separados actualmente pelo Oceano Atlântico. Deduziu que era fisicamente impossível para a maioria daqueles organismos ter nadado ou ter sido transportado através de um oceano tâo vasto. Para ele, a presença de espécies fósseis idênticas ao longo das costas litorais de África e América do Sul eram a evidência que faltava para demonstrar que, uma vez, os dois continentes estiveram ligados.
A figura representa o ajuste, actual, da linha de costa do continente da América do Sul com o continente de África. Com a cor roxa representam-se as estruturas geológicas e rochas tipo perfeitamente idênticas. Repare-se na continuidade, nos dois continentes, das manchas roxas.
Segundo Wegener, a Deriva dos Continentes após a fracturação da Pangeia explicava não só as ocorrências fósseis, mas também as evidências de mudanças dramáticas do clima em alguns continentes. Por exemplo, a descoberta de fósseis de plantas tropicais (na formação de depósitos de carvão) na Antárctida conduziu à conclusão que este continente, actualmente coberto de gelo, já esteve situada perto do equador, com um clima temperado onde a vegetação luxuriante poderia desenvolver-se. Do mesmo modo que os fósseis característicos de fetos (Glossopteris) descobertos em regiões agora polares, e a ocorrência de depósitos glaciários em regiões áridas de África , tal como o Vaal River Valley na África do sul, foram argumentos factuais invocados a favor da teoria da Deriva dos Continentes.
Esquema mostrando a distribuição geográfica de fósseis de animais e plantas no supercontinente da Pangeia.
A teoria da Deriva Continental transformar-se-ia na "bomba" que explodiu na comunidade científica da época, de tal modo fez surgir uma nova maneira de ver a Terra. Contudo, apesar das evidências, a proposta de Wegener não foi tão bem recebida, pela comunidade científica, como se possa pensar, embora estivesse, em grande parte, de acordo com a informação científica disponível, naquele tempo. Uma fraqueza fatal na teoria de Wegener era o facto de não poder responder satisfatoriamente à pergunta mais importante levantada pelos seus críticos: que tipo de forças podia ser tão forte para mover massas de rocha contínua tão grandes ao longo de tais distâncias tão grandes? Wegener sugeriu que os continentes se separavam através do fundo do oceano, mas Harold Jeffreys, um geofísico inglês notável, contra-argumentou, de modo científico, que era fisicamente impossível para uma massa de rocha contínua tão grande separar-se através do fundo oceânico sem se fragmentar na totalidade.
Entretanto, após a morte de Wegener, em 1930, novas evidências a partir da exploração dos fundos oceânicos, bem como outros estudos geológicos e geofísicos reacenderam o interesse pela teoria de Wegener, conduzindo finalmente ao desenvolvimento da teoria da Tectônica de Placas.
A Tectônica de Placas provou ser tão importante para as ciências de terra como a descoberta da estrutura do átomo foi para a Física e Química, assim como a Teoria da Evolução foi para as Ciências da Vida. Embora, actualmente, a teoria da Tectónica de Placas seja aceite pela comunidade científica, existem várias vertentes da teoria que continuam a serem debatidas.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Energias Renováveis




 A energia tem sido através da historia a base do desenvolvimento das civilizações. Nos dias atuais são cada vez maiores as necessidades energéticas para a produção de alimentos, bens de consumo, bens de serviço e de produção, lazer e, finalmente, para promover o desenvolvimento econômico, social e cultural. É assim, evidente a importância da energia não só no contexto das grandes nações industrializadas, mas principalmente naquelas em via dedesenvolvimento, cujas necessidades energéticas são ainda mais dramáticas e prementes.
O termo fonte alternativa de energia não deriva apenas de uma alternativa eficiente, ele é sinônimo de uma energia limpa, pura, não poluente, a princípio inesgotável e que pode ser encontrada em qualquer lugar pelo menos a maioria na natureza. 

Desde o início do século XX, o mundo tem sofrido com a exploração de seus recursos naturais, com a poluição da atmosfera e com a degradação do solo. O petróleo, por exemplo, considerado uma fonte tradicional de energia, foi tão continuamente extraído que seus poços já começam a se esgotar, pouco menos de 100 anos após o início de sua utilização efetiva. O carvão, um recurso ainda mais antigo, também é considerado esgotável. A energia nuclear, da mesma forma, nos alerta para o perigo dos resíduos radioativos. O uso das fontes tradicionais traça sua trajetória ao declínio, não só pela sua característica efêmera, mas porque é uma ameaça ao meio ambiente. Na esteira da questão ecológica, as chamadas “fontes alternativas de energia” ganham um espaço cada vez maior. Essas fontes alternativas, além de não prejudicar a natureza, são renováveis, e por isso perene. Exemplos de fontes renováveis incluem a energia solar (painel solar, célula fotovoltaica), a energia eólica (turbina eólica, cata-vento), a energia hídrica (roda d’água, turbina aquática), a biomassa (matéria de origem vegetal) e as células a combustível.

Energia Solar
Praticamente inesgotável, a energia solar pode ser usada para a produção de eletricidade através de painéis solares e células fotovoltaicas. No Brasil, a quantidade de sol abundante durante quase todo o ano estimula o uso deste recurso.
Existem duas formas de utilizar a energia solar: ativa e passiva. O método ativo se baseia em transformar os raios solares em outras formas de energia (térmica ou elétrica) enquanto o passivo é utilizado para o aquecimento de edifícios ou prédios, através de concepções e estratégias construtivas. Esta aplicação é mais comum na Europa, onde o frio demanda opções para a calefação. 
Os painéis fotovoltaicos são uma das mais promissoras fontes de energia renovável. A principal vantagem é a quase total ausência de poluição. No entanto, a grande limitação dos dispositivos fotovoltaicos é seu baixo rendimento. Outro inconveniente são os custos de produção dos painéis, elevados devido à pouca disponibilidade de materiais semicondutores.  
 
Energia Hídrica
A energia hídrica é aquela que utiliza a força cinética das águas de um rio e a converte em energia elétrica, com a rotação de uma turbina hidráulica.
À exceção das grandes indústrias hidrelétricas, que atendem ao vasto mercado, há também a aplicação da energia hídrica no campo através de pequenas centrais hidrelétricas (PCHI), baseadas em rios de pequeno porte. A região Centro-sul do país é especialmente propícia ao uso desse tipo de recurso.
As pequenas centrais são capazes de suprir uma propriedade e alimentar seus geradores. Na Europa, muitos sítios e chácaras se utilizam dessas instalações como fonte alternativa.
 Energia Eólica

A energia eólica é a energia gerada pelo vento. Utilizada há anos sob a forma de moinhos de vento, pode ser canalizada pelas modernas turbinas eólicas ou pelo tradicional cata-vento. Os especialistas explicam que no Brasil há ventos favoráveis para a ampliação dos instrumentos eólicos.
A energia cinética, resultante do deslocamento das massas de ar, pode ser transformada em energia mecânica ou elétrica. Para a produção de energia elétrica em grande escala, só são interessantes regiões que tenham ventos com velocidade média de 6 m/seg ou superior.  
Uma outra restrição presente no aproveitamento da energia eólica é a questão do espaço físico, uma vez que tanto as turbinas quanto os cata-ventos são instalações mecânicas grandes e ocupam áreas extensas. Todavia, seu impacto ambiental é mínimo, tanto em termos de ruído quanto no ecossistema.































segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Hotspots de Biodiversidade

Os lugares de grande riqueza biológica e mais ameaçados da Terra, os chamados hotspots de biodiversidade, são áreas com alto grau de endemismo abrigando muitas espécies que não são encontradas em nenhum outro lugar. A Conservation International (CI) identifica 34 hotspots por todo o mundo onde 75 por cento dos mamíferos, aves e anfíbios mais ameaçados do planeta, sobrevivem dentro de um habitat cobrindo apenas 2.3 porcento da face da Terra.

Dos seis biomas brasileiros, a Mata Atlântica e o Cerrado fazem parte destes hotspots. Com mais de 20.000 plantas (8.000 endêmicas) e 2.300 animais (725 endêmicas), a Mata Atlântica é considerado um dos primeiros 5 hotspots de biodiversidade no mundo, sendoo bioma brasileiro mais devastado ao longo da história do país. Já o Cerrado pode se extinguir até o ano de 2020, se o avanço do agronegócio continuar no rítmo de crescimento atual.

A densidade de biodiversidade neste bioma é particularmente impressionante. O biomapa da Universidade de Bonn de 1999 indica a ocorrência de mais que 5.000 plantas vasculares em uma área de 10.000 km2 das florestas tropicais no Sudeste do Brasil. Segundo a UNEP - WCMC, mais que 450 espécies de plantas lenhosas podem ser encontrados em só um hectare de Mata Atlântica nas chamadas Reservas do Sudeste.

Energia Nuclear


Como todos sabemos, a energia nuclear é uma das alternativas energéticas mais debatidas no mundo: comenta-se, entre outros tópicos, se valerá a pena implementar centrais de produção nuclear ou se devemos apostar noutro tipo de energias que sejam renováveis, pois como sabemos a energia nuclear não é renovável, uma vez que a sua matéria-prima são elementos químicos, como o urânio, extraídos de minerais (no caso do urânio, um dos minerais utilizados é a autonite).
Apresentamos aqui algumas vantagens e desvantagens:

Vantagens:- não contribui para o efeito de estufa (principal);- não polui o ar com gases de enxofre, nitrogénio, particulados, etc.;- não utiliza grandes áreas de terreno: a central requer pequenos espaços para sua instalação;- não depende da sazonalidade climática (nem das chuvas, nem dos ventos);- pouco ou quase nenhum impacto sobre a biosfera;- grande disponibilidade de combustível;- é a fonte mais concentrada de geração de energia- a quantidade de resíduos radioactivos gerados é extremamente pequena e compacta;- a tecnologia do processo é bastante conhecida;- o risco de transporte do combustível é significativamente menor quando comparado ao gás e ao óleo das termoelétricas;- não necessita de armazenamento da energia produzida em baterias;


Desvantagens:- necessidade de armazenar o resíduo nuclear em locais isolados e protegidos*;- necessidade de isolar a central após o seu encerramento;- é mais cara quando comparada às demais fontes de energia;- os resíduos produzidos emitem radiactividade durante muitos anos;- dificuldades no armazenamento dos resíduos, principalmente em questões de localização e segurança;- pode interferir com ecossistemas;- grande risco de acidente na central nuclear.