sábado, 1 de maio de 2010

Revolução Industrial




Ao longo da história a produção industrial tem modificado profundamente o espaço geográfico.

Em pouco mais de 100 anos de revoluções industriais, o mundo tem vivido constantes transformações principalmente na área tecnológica, surgem novas máquinas, há mais consumo de energia e ampliação do mercado consumidor.

Antes do período da industrialização os produtos eram fabricados artesanalmente nas manufaturas, depois com o surgimento da indústria no final do século XVIII, a produção passou a ser em grande escala, diminuindo o custo e o tempo de produção e gerando mais lucros.

A industrialização pode ser dividida em três etapas: a clássica (ou original), planificada (ou socialista) e periférica (tardia ou retardatária), isso do ponto de vista político-administrativo. No que diz as evoluções tecnológicas podem ser classificadas em: Primeira, Segunda e Terceira Revolução Industrial.

As características da industrialização do ponto de vista político-administrativo:

Industrialização Clássica: é a primeira Revolução Industrial, surgiu na Inglaterra no final do século XVIII.

A industrialização em geral – notadamente aquela dos países do chamado Primeiro Mundo, os países capitalistas desenvolvidos, que foram pioneiros e forneceram o exemplo para o resto do mundo – caracteriza-se por apresentar algumas etapas ou fases. Vejamos:

Primeira Revolução Industrial – Foi a primeira dessas etapas e ocorreu de meados do século XVIII até por volta de 1879, no final do século XIX. O Reino Unido era indiscutivelmente a grande potência industrial do mundo nesse período, e as bases técnicas da indústria ainda eram relativamente simples. Predominavam a máquina a vapor e as indústrias têxteis; a grande fonte de energia era o carvão mineral.

As empresas normalmente eram pequenas e médias, típicas do capitalismo concorrencial ou liberal, ou seja, daquela fase do capitalismo na qual a presença do Estado na economia era mínima e quase não havia grandes empresas e monopólios.

Segunda Revolução Industrial – Etapa em que entramos a partir das últimas décadas do século XIX e na qual a liderança britânica vai pouco a pouco sendo substituída por outras economias mais dinâmicas (Alemanha e, principalmente, Estados Unidos) e a descoberta da eletricidade e dos motores elétricos traz grandes inovações técnicas.

Nesse momento acontece a expansão das grandes empresas e a substituição gradativa do capitalismo competitivo pelo capitalismo monopolista – a fase desse sistema na qual a presença do Estado na economia aumenta e surgem inúmeras grandes empresas e monopólios. O carvão, ainda importante, vai sendo substituído pelo petróleo, que, com o advento da indústria automobilística torna-se a principal fonte de energia do mundo. No lugar da indústria têxtil, os setores mais importantes passam a ser a siderurgia, as indústrias metalúrgicas e, no século XX, principalmente a petroquímica e a indústria automobilística.

A Segunda Revolução Industrial dura até o final da década de 1970, portanto no século XX. Aliás, o seu apogeu ocorreu após a Segunda Guerra Mundial e, especialmente, nas décadas de 1960 e 1970, ocasião em que o poderio das indústrias automobilísticas e petroquímicas atingiu o seu auge.

Terceira Revolução Industrial ou Revolução Técnico-Científica – Inicia-se nas últimas décadas do século XX, especialmente na segunda metade dos anos 1970. De forma resumida, podemos dizer que esta etapa da industrialização, que estudaremos melhor em outro capítulo, é marcada pelo enorme papel do conhecimento e da tecnologia avançada, em que novos setores de ponta tornam-se a cada dia mais importantes e modificam os demais: a informática, a robotização, as telecomunicações, a química fina, a indústria de novos materiais, a biotecnologia e, em particular, o ramo da engenharia genética, entre outros setores.

quarta-feira, 21 de abril de 2010

Aquífero da Amazônia



Aquífero na Amazônia pode ser o maior do mundo, dizem geólogos Reserva Alter do Chão tem volume de 86 mil km³ de água potável.Quantidade permitiria abastecer população mundial por 100 vezes.
Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal do Pará (UFPA) apresentou um estudo, na sexta-feira (16), que aponta o Aquífero Alter do Chão como o de maior volume de água potável do mundo. A reserva subterrânea está localizada sob os estados do Amazonas, Pará e Amapá e tem volume de 86 mil km³ de água doce, o que seria suficiente para abastecer a população mundial em cerca de 100 vezes, ainda de acordo com a pesquisa. Um novo levantamento, de campo, deve ser feito na região para avaliar a possibilidade de o aquífero ser ainda maior do que o calculado inicialmente pelos geólogos.
Em termos comparativos, a reserva Alter do Chão tem quase o dobro do volume de água potável que o Aquífero Guarani - com 45 mil km³ de volume -, até então considerado o maior do país e que passa pela Argentina, Paraguai e Uruguai. "Os estudos que temos são preliminares, mas há indicativos suficientes para dizer que se trata do maior aquífero do mundo, já que está sob a maior bacia hidrográfica do mundo, que é a do Amazonas/Solimões. O que nos resta agora é convencer toda a cadeia científica do que estamos falando", disse Milton Matta, geólogo da UFPA.
O Aquífero Alter do Chão deve ter o nome mudado por ser homônimo de um dos principais pontos turísticos do Pará, o que costuma provocar enganos sobre a localização da reserva de água. "Estamos propondo que passe a se chamar Aquífero Grande Amazônia e assim teria uma visibilidade comercial mais interessante", disse Matta, que coordenou a pesquisa e agora busca investimento para concluir a segunda etapa do estudo no Banco Mundial e outros patrocinadores científicos.


21 de abril - Tiradentes



Brasília 50 anos


Brasília é a capital da República Federativa do Brasil e sua quarta maior cidade, comemora hoje seu quinquagésimo aniversário.Embora cinquentona ainda é uma das mais modernas cidades do mundo. Na última contagem realizada pelo IBGE em 2009, sua população foi estimada em 2.606.885 de habitantes. Brasília também possui o segundo maior PIB per capita do Brasil (40.696,00 reais) entre as capitais, superada apenas por Vitória (60.592,00 reais). Junto com Anápolis (139 km) e Goiânia (209 km), faz do eixo Goiânia-Anápolis-Brasília, a região mais desenvolvida do Centro-Oeste brasileiro.
Inaugurada em 21 de abril de 1960, pelo então presidente Juscelino Kubitschek de Oliveira, Brasília é a terceira capital do Brasil, após Salvador e Rio de Janeiro. A transferência dos principais órgãos da administração federal para a nova capital foi progressiva, com a mudança das sedes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário federais.
O plano urbanístico da capital, conhecido como "Plano Piloto", foi elaborado pelo urbanista Lúcio Costa, que, aproveitando o relevo da região, o adequou ao projeto do lago Paranoá, concebido em 1893 pela Missão Cruls. O lago armazena 600 milhões de metros cúbicos de água. Muitas das construções da Capital Federal foram projetadas pelo renomado arquiteto Oscar Niemeyer.

terça-feira, 20 de abril de 2010

Fogão Campeão!!!!!!



Esta postagem é em homenagem a todos os Botafoguenses.
Tome Chupeta!!!!!




quarta-feira, 14 de abril de 2010

Zona de Convergência Intertropical


Zona de Convergência Intertropical (abreviado por ZCIT, ou ITCZ, em inglês), também conhecida por cavado de monção e equador climático,é uma estreita zona formada pela confluência dos VENTOs alísios do Hemisfério Norte (alísios de nordeste) e do Hemisfério Sul (alísios de sudeste), em torno do EQUADOR. A confluência desses VENTOs resulta em movimentos ascendentes do AR com alto teor de umidade. Caracteriza-se como uma faixa de intensa NEBULOSIDADE e apresenta as mais altas taxas de precipitação do planeta durante o ano. Esta Zona influi diretamente nas CHUVAs do norte da Região Nordeste do Brasil.


A Zona de Convergência Intertropical (ZCIT) é um dos mais importantes sistemas meteorológicos atuando nos trópicos. Devido à sua estrutura física, a ZCIT tem se mostrado decisiva na caracterização das diferentes condições de tempo e de clima em diversas áreas da Região Tropical. No caso especifico do norte do nordeste brasileiro, Uvo (1989) apresenta um estudo bem detalhado da ZCIT e sua importância nas precipitações no setor norte do nordeste do Brasil.

Entre as latitudes de 30° N e 30° S, a atmosfera destaca-se por apresentar fracas amplitudes de temperatura, consequentemente, trata-se também de uma região de predomínio de ventos fracos. Tais ventos, de nordeste no hemisfério norte e de sudeste no hemisfério sul são genericamente conhecidos como ventos Alísios. A região intertropical apresenta características globais de grande relevância meteorológica capazes de influenciar o tempo e o clima, não somente nessa faixa do globo mas estendendo-se mesmo às regiões polares.

domingo, 28 de março de 2010

Globalização: Um Reflexo do Desenvolvimento


A globalização é um dos processos de aprofundamento da integração econômica, social, cultural e espacial e barateamento dos meios de transporte e comunicação dos países do mundo no final do século XX. É um fenómeno observado na necessidade de formar uma Aldeia Global que permita maiores ganhos para os mercados internos já saturados.

A rigor, as sociedades do mundo estão em processo de globalização desde o início da História. Mas o processo histórico a que se denomina Globalização é bem mais recente, datando (dependendo da conceituação e da interpretação) do colapso do bloco socialista e o conseqüente fim da Guerra Fria (entre 1989 e 1991), do refluxo capitalista com a estagnação econômica da URSS (a partir de 1975) ou ainda do próprio fim da Segunda Guerra Mundial.

As principais características da Globalização são a homogeneização dos centros urbanos, a expansão das corporações para regiões fora de seus núcleos geopolíticos, a revolução tecnológica nas comunicações e na electrónica, a reorganização geopolítica do mundo em blocos comerciais regionais (não mais ideológicos), a hibridização entre culturas populares locais e uma cultura de massa supostamente "universal", entre outros.


Apenas algumas definições do que vem a ser globalização, mas existe uma pergunta que não quer calar: A globalização é uma solução ou um problema? Podemos dizer que é o resultado de um desenvolvimento descontrolado e não planejado que enrriquece os poderosos e aumenta a desigualdade social das classes menos favorecidas