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segunda-feira, 12 de dezembro de 2011

Praça do Codó - Mossoró-RN

domingo, 23 de outubro de 2011

Rio Potengi


O rio Potengi é o principal rio do estado do Rio Grande do Norte(Brasil). seu nome tem origem na lingua tupi derivando das palavras PUTTY= Camarões e N'GUY = ÁGUA, OU SEJA ÁGUA DE CAMARÕES OU RIO DE CAMARÕES.Seu delta, que desemboca no litoral de Natal, logo foi descoberto pelos primeiros colonizadores, utilizando-o para adentrar o território com suas embarcações. Denominaram-no Rio Grande, por seu vasto leito e extensão, sendo a origem do nome da entãocapitania hereditária do Rio Grande do Norte.
Sua nascente está localizada no município de Cerro Corá e sua foz no município de Natal, onde desemboca no Oceano Atlântico.
Em Natal, capital do estado, marca a divisão entre a Zona Norte e o restante da cidade.
É também sobre o rio Potenji, que está a maior ponte estaiada do Brasil, a Ponte Newton Navarro, localizada na capital potiguar

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Rio Maxaranguape

A Bacia do Rio Maxaranguape ocupa uma superfície de 1.010 km², correspondendo em torno de 1,9% da área do estado. O Rio Maxaranguape nasce no município de Pureza, por ser um rio de baixa extensão ele banha somente os municípios de Ceará-mirim e Maxaranguape, onde ele deságua no oceano formando um estuário. Nas várzeas do Rio Maxaranguape encontra-se solo aluvial, onde são cultivadas a cana-de-açúcar e a banana.
O Rio Paraú é um rio brasileiro que banha o estado do Rio Grande do Norte. A Capacidade de Acumulação de água do rio Paraú é de 76.349.000,seu volume atual (dados coletados em 1998) é de 37.522.197,e o principal município por onde passa é Assu.

terça-feira, 18 de outubro de 2011

Rio Curimataú

O Rio Curimataú nasce no município paraibano de Barra de Santa Rosa, na serra do cariri velho, pertencente ao complexo do Planalto da Borborema. A Bacia deste rio ocupa uma área total de 3.346 km².
Este rio entra no estado do Rio Grande do Norte pelo município deNova Cruz e deságua no oceano atlântico através do estuáriodenominado de Barra de Cunhaú, no município de Canguaretama.
O Rio Jacu é um rio brasileiro que banha o estado do Rio Grande do Norte. Possui uma bacia com 1.805 km²,o equivalente a 3,4% do território do estado. O Rio Jacu nasce na serra do Cuité, no município de Japí, drenando ainda São José do Campestre, onde encontra-se com o Açude Japí II que tem uma capacidade para armazenar 20.649.00 m³ de água. Ele banha o Vale do rio Jacu, cujo o solo Aluvial favorece o plantio da cana de açúcar.

domingo, 16 de outubro de 2011

Rio Ceará-Mirim


O Rio Ceará-Mirim nasce no município de Lajes, nos arredores de Santa Rosa e dirigi-se para o mar, onde atravessa os municípios de Pedra Preta, Baixa Verde, Taipu e Ceará-Mirim. Este rio é a quinta maior bacia do estado com 2.635 km², o que equivale a 4,9% da área do estado. O rio percorre ainda os municípios de João Câmara e Poço Branco, e deságua na localidade de Barra do Rio.
No município de Poço Branco o rio Ceará-Mirim é represado, formando a barragem Engenheiro José Batista do Rego Pereira, que possui uma capacidade de armazenamento de água de cento e trinta e seis milhões de metros cúbicos.
O Rio Ceará-Mirim banha o vale do Rio Ceará-Mirim, cujos os solos são de boa fertilidade e capacidade produtiva para a agricultura, estando hoje o vale todo ocupado com o plantio da cana-de-açúcar.

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

Rio piranhas_Açu


O Rio Piranhas ou Rio Açu como também é chamado, banha os estados da Paraíba e do Rio Grande do Norte.
O Rio Piranhas-Açu nasce da junção das águas dos rios do Peixes e Piancó ainda na Paraíba. Vai desaguar no litoral do Rio Grande no Norte, onde é conhecido tanto como Rio Piranhas como Rio Açu.
Outros afluentes do rio Piranhas são: rio Espinhara, rio Picuí e rio Seridó, todos sertanejos e temporários.
O rio Piranhas-Açu, no passado, estava sujeito a períodos de seca, quando o seu fluxo chegava apartar-se e as populações recorriam a cacimbas cavadas no leito seco, de onde retiravam a água para o consumo doméstico. Contudo, tais períodos de seca sempre foram intercalados por anos de muita chuva, quando o rio transborda e leva destruição para as comunidades ribeirinhas. Uma dessas enchentes ocorreu em 1974. Nesse ano, a cidade de Carnaubais foi inundada e toda a população obrigada a mudar-se para um terreno mais elevado do município, onde construiu uma nova cidade. Hoje, o rio Açu está poluído. É o que dizem os estudos feitos por órgãos de defesa ambiental. As causas são: a falta de um saneamento adequado nas cidades ribeirinhas (cujo esgoto acaba chegando ao rio) e a atuação de empresas agrícolas que, criminosamente, lançam produtos químicos nas águas. O rio ainda está num avançado processo de assoreamento, também em virtude de práticas agrícolas irresponsáveis e da retirada de areia para a construção civil.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Rio Apodi/Mossoró

O Rio Apodi/Moçoró é o maior rio totalmente norte-riograndense; nasce na serra da queimada, em Luiz Gomes e atravessa a Chapada do Apodi, ao penetrar no município de Mossoró recebe o nome de rio Mossoró, atravessa esta cidade e deságua no Oceano Atlântico, na cidade de Areia Branca, seus principais afluentes Umari e Upanema. No início do século XX este rio era a principal fonte de alimento e dele retirada água que abastecia a cidade.A bacia do rio Mossoró/Apodi é a segunda maior bacia hidrográfica do estado,ocupando uma área de 14.271 km²,o que corresponde a 27% do nosso território estadual.Ele nasce na Serra de Luiz Gomes,no RN,e é o principal rio dos municípios de Pau dos Ferros,Apodi,Felipe Guerra,Governador Dix-Sept Rosado e Mossoró,desembocando também suas águas no litoral norte do estado;São seus afluentes principais: os rios do Carmo, Upanema e Umarí, os riachos Pitombeira, Taúio, Grande e Bonsucesso, e o Córrego Apodi.
O rio Moçoró é um rio que banha o estado do Rio Grande do Norte.
É o segundo maior rio potiguar, com cerca de duzentos e dez quilômetros de extensão. Nasce na Serra de Luís Gomes, passa pelos municípios localizado na chapada do Apodi e, depois de banhar a cidade de Mossoró, deságua no Oceano Atlântico, entre os municípios de Grossos e Areia Branca, onde se situam grandes salinas. Na margem direita, o rio Moçoró tem como afluentes os rios Carmo-UpanemaUmari e Pitombeira; na margem esquerda, os rios Apodi,TapuioGrande e Bom Sucesso. O rio Moçoró só mantém sua perenização no baixo-curso. É alimentado por fontes d'água que escorrem das partes altas da chapada do Apodi e por pequenas barragens construídas em seu leito, já nas proximidades de Mossoró. A essas, outras duas maiores hoje se acrecentam, aumentando a necessária disponibilidade d'água para o consumo e para a agricultura na região.

quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Natal a Cidade que já Nasceu Cidade


Natal é única a começar pela sua fundação. A primeira versão, para a origem e nome da cidade, diz que a 25 de dezembro de 1597, a esquadra de Mascarenhas Homem adentrou à barra do Rio Potengi. A segunda fala da celebração de uma missa na noite de Natal de 1599. A versão aceita é a segunda e Natal comemorou 400 anos em 1999.
A Cidade do Sol tem uma área de 172 km2 e uma população estimada em 800 mil habitantes. Devido a sua proximidade com a Linha do Equador e a sua condição geográfica, Natal apresenta temperatura média de 28ºC e dias com até quinze horas de sol.
Somente a partir dos anos 20, Natal começou a se desenvolver de maneira mais rápida. Durante a Segunda Guerra, as Força Aliadas aqui se instalaram. Em seus aviões, partiam para Dakar, na África, com destino ao conflito na Europa.
Natal é hoje um dos principais destinos turísticos do Brasil. Suas dunas, praias e o fato de ter o ar mais puro das Américas atrai pessoas de todo o mundo.
http://www.natal.rn.gov.br

   Natal Antiga - Fotos site: www.natal.rn.gov.br

Antiga Avenida Circular, hoje Café Filho
Praia de Areia Preta
Antiga Praça Tamandaré no Baldo
Bairro Vermelho
Antiga Praça Pio X, onde hoje existe a Catedral de Natal
Antiga Praça André de Albuquerque
Cidade Alta
Antiga Galeria de Arte da Prefeitura do Natal - Cidade Alta
Antiga Avenida Getulio Vargas,
no bairro de Petrópolis
Av. Deodoro da Fonseca

terça-feira, 4 de outubro de 2011

Climas do Rio Grande do Norte


O Rio Grande do Norte possui uma área com mais de 53.000 Km2, cerca de 0,62% do território nacional, limitando-se a leste e ao norte com o Oceano Atlântico, a oeste com o Ceará e ao sul com a Paraíba. É um dos nove estados do Nordeste brasileiro.
Situado próximo à linha do Equador, no hemisfério sul-ocidental, apresenta características climáticas bem específicas, como o verão seco e a presença do sol durante, mais ou menos, 300 dias no ano. Isso faz com que o Estado disponha de um excelente potencial turístico.
Em relação ao continente Sul-Americano, o RN ocupa posição geográfica privilegiada, pois é o ponto mais próximo da Europa e da África. Foi por esse motivo que os norte-americanos montaram sua base militar no Estado durante a 2ª Guerra Mundial, fazendo com que a capital, Natal, servisse de ponto de partida para os aviões que decolavam para o combate na Europa.
O clima norte-rio-grandense é caracterizado por dois tipos bem definidos:
a) Tropical Quente, Úmido e Sub-úmido - Predominante no litoral leste, que vai de Baía formosa até as proximidades do município de Touros, abrange também alguns municípios vizinhos ao litoral, assim como as partes mais elevadas das serras João do Vale, Martins e São Miguel. Uma das características desse tipo de clima é a quantidade de chuvas, que varia de 800 a 1200 mm por ano, distribuídas entre os meses de fevereiro e julho. As maiores precipitações ocorrem na região de Natal. Outra característica é a temperatura média de 26º C, com máxima podendo chegar aos 38º e mínima variando até 18º C.
b) Tropical Quente e Seco (semi-árido) - Predominante no restante do Estado, apresenta características como: poucas chuvas, com médias precipitações entre 400 e 600 mm anuais, distribuídas entre os meses de janeiro e abril. Os lugares onde ocorre esse tipo de clima ficam sujeitos aos fenômenos das secas. 

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Barragem de Santa Cruz - Apodí



São 600 milhões de metros cúbicos armazenados tornando a região viável para a pesca
A Barragem de Santa Cruz, o segundo maior reservatório de água do Rio Grande do Norte, é uma das concorrente para as Sete Maravilhas do RN. Localizada no município de Apodí, foi inaugurada no dia 11 de março de 2002, pelo presidente Fernando Henrique Cardoso e Garibaldi Filho, governador do estado neste período. A Barragem é Encravada no Médio Oeste, e só perde em tamanho para a Barragem Armando Ribeiro Gonçalves, em Assu. Os 600 milhões de metros cúbicos armazenados na Santa Cruz tornam viável a pesca, o que já vem mudando a vida de muita gente. Quando foi inaugurada estava apenas com 2,5% da sua capacidade, ou seja, cerca de 14 milhões de metros cúbicos. A área total da irrigação projetada é de 26.372 hectares.
Com pouco mais de quatro anos, ela acumula água do rio Apodi. O projeto que levou dezenas de anos para ser concluído, possui números impressionantes. Somente o paredão tem quase dois quilômetros e meio, com altura máxima de 57,50 metros, o que permite uma capacidade de 600 milhões de metros cúbicos de água acumulada. As terras em que a Barragem foi construída são consideradas uma das mais férteis do Nordeste e foi através delas que o Rio Grande do Norte passou a ocupar posição de destaque na economia nacional como um pólo fruticultor.


É comum a imensa plantação de melão, manga, maracujá e até uva nas terras próximas ao leito do rio e que são beneficiadas com a irrigação. Agora, com a barragem, a oferta de água vai abrir novos caminhos e investimentos. E é isso o que espera os 35 mil habitantes que ocupam os 1.459 quilômetros quadrados de Apodi, terra também fértil na exploração do calcário e na pecuária com a criação de bovinos, ovinos e caprinos.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Viagem pelo RN - Pico do Cabugi


O Pico do Cabugi (em tupi-guarani, peito de moça), com 590 m de altitude, também conhecido por Serra de Cabugi, é um neck vulcânico localizado no limite entre os municípios potiguares de Lajes e Angicos. Sua imagem, bastante difundida no Estado do Rio Grande do Norte, é praticamente um de seus símbolo informais. Composto principalmente por rochas basálticas alcalinas intrusivas, está associado a importante evento magmático terciário da região, responsável por diversos corpos rochosos espallhados pelo Estado do Rio Grande do Norte. Sua idade isotópica é a mais recente das rochas ígneas brasileiras (± 19 milhões de anos). A presença de pequenos nódulos de rochas ultrabásicas indicam que estas rochas tenham origem em grande profundidade (cerca de 60 km). Também conhecido como Serra do Cabugi, é passagem obrigatória entre Natal e Mossoró, as duas principais cidades do estado.

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Viagem pelo RN - Pórtico dos Reis Magos


O visitante que chega em Natal, é saudado pelos Santos Reis protetores da cidade.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

Viagem pelo RN - Forte ou Fortaleza dos Reis Magos


O Forte dos Reis Magos é o marco inicial de construção da Cidade de Natal, a mais bela das capitais nordestinas. "A Princesa do Sol ou Cidade das Dunas".

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

População do RN - Censo 2010

DADOS DO CENSO 2010 PUBLICADOS NO DIÁRIO
OFICIAL DA UNIÃO DO DIA 04/11/2010
DADOS: RIO GRANDE DO NORTE

FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA
RESOLUÇÃO No- 6, DE 3 DE NOVEMBRO DE 2010

O PRESIDENTE DA FUNDAÇÃO INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE, no uso de suas atribuições, e em cumprimento ao que determina o Art. 102 da Lei N° 8.443, de 16 de julho de 1992, resolve: Art. 1º Divulgar, nesta data, a relação das populações dos 26 Estados e dos 5.565 municípios brasileiros, incluindo o do Distrito Federal, constantes da lista anexa, para os fins previstos no inciso VI do Art. 1º da Lei nº 8.443, de 16 de julho de 1992. Art. 2º Os dados constantes da lista anexa são provenientes do Censo Demográfico 2010, com data de referência em 1º de agosto de 2010, e representam a população recenseada até 31 de outubro de 2010, tendo sido visitados 67.275.459 domicílios no território nacional. Art. 3º Fica mantido o prazo de 20 (vinte) dias, de 05 a 24 de novembro de 2010, para os interessados apresentarem reclamações fundamentadas ao IBGE, que decidirá conclusivamente, conforme previsto no artigo 102 da Lei N° 8.443, de 16 de julho de 1992. Art. 4º Os resultados da lista anexa foram apresentados às respectivas Comissões Municipais de Geografia e Estatística (CMGE), de cada município. Art. 5º Esta Resolução entra em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.

SÉRGIO DAS COSTA CÔRTES
Em exercício
* Município com criação posterior ao ano de 2000.
MUNICIPIO
POPULAÇÃO EM 2010
POPULAÇÃO EM 2000
Acari
11.035
11.189
Afonso Bezerra
10.384
10.867
Alexandria
13.134
13.772
Almino Afonso
4.857
5.195
Alto do Rodrigues
12.229
9.499
Angicos
11.553
11.626
Antônio Martins
6.907
6.757
Apodi
34.738
34.174
Areia Branca
24.806
22.530
Arês
12.754
11.323
Augusto Severo
9.289
9.024
Açu
53.011
47.904
Baraúna
24.164
18.922
Barcelona
3.923
3.990
Baía Formosa
8.536
7.821
Bento Fernandes
5.102
4.709
Bodó
2.425
2.775
Bom Jesus
9.310
8.608
Brejinho
11.575
10.317
Caicó
61.923
57.002
Caiçara do Norte
6.016
5.842
Caiçara do Rio do Vento
3.292
2.867
Campo Redondo
10.266
9.201
Canguaretama
30.693
27.011
Caraúbas
19.572
18.810
Carnaubais
9.694
8.192
Carnaúba dos Dantas
7.429
6.572
Ceará-Mirim
66.436
62.424
Cerro Corá
10.872
10.839
Coronel Ezequiel
5.405
5.409
Coronel João Pessoa
4.760
4.703
Cruzeta
7.963
8.138
Currais Novos
42.636
40.791
Doutor Severiano
6.491
6.552
Encanto
5.221
4.798
Equador
5.822
5.664
Espírito Santo
10.273
10.715
Extremoz
23.931
19.572
Felipe Guerra
5.731
5.534
Fernando Pedroza
2.826
2.650
Florânia
9.672
8.978
Francisco Dantas
2.874
3.021
Frutuoso Gomes
4.233
4.580
Galinhos
2.126
1.767
Goianinha
22.393
17.661
Governador Dix-Sept Rosado
12.340
11.772
Grossos
9.393
8.249
Guamaré
12.301
8.149
Ielmo Marinho
12.073
10.249
Ipanguaçu
13.852
11.924
Ipueira
2.072
1.902
Itajá
6.850
6.249
Itaú
5.560
5.271
Jandaíra
6.791
6.124
Janduís
5.340
5.597
Januário Cicco
8.925
7.687
Japi
5.522
6.328
Jardim de Angicos
2.607
2.670
Jardim de Piranhas
13.494
11.994
Jardim do Seridó
12.109
12.041
Jaçanã
7.925
7.677
José da Penha
5.868
5.908
João Câmara
31.846
29.248
João Dias
2.589
2.596
Jucurutu
17.692
17.319
Jundiá
3.576
N/A*
Lagoa Nova
13.990
12.058
Lagoa Salgada
7.565
6.808
Lagoa d'Anta
6.214
5.629
Lagoa de Pedras
6.982
6.395
Lagoa de Velhos
2.644
2.651
Lajes
10.270
9.399
Lajes Pintadas
4.610
4.530
Lucrécia
3.633
3.218
Luís Gomes
9.612
9.154
Macau
28.890
25.700
Macaíba
66.808
54.883
Major Sales
3.536
2.948
Marcelino Vieira
8.265
8.373
Martins
8.209
7.725
Maxaranguape
10.438
8.001
Messias Targino
4.188
3.718
Montanhas
11.397
11.948
Monte Alegre
20.145
18.874
Monte das Gameleiras
2.249
2.541
Mossoró
254.032
213.841
Natal
785.722
712.317
Nova Cruz
35.339
33.834
Nísia Floresta
23.772
19.040
Olho-d'Água do Borges
4.293
4.461
Ouro Branco
4.699
4.667
Paraná
3.952
3.633
Parazinho
4.845
4.325
Paraú
3.847
4.092
Parelhas
20.339
19.319
Parnamirim
195.274
124.690
Passa e Fica
11.111
8.329
Passagem
2.895
2.691
Patu
11.964
11.171
Pau dos Ferros
27.590
24.758
Pedra Grande
3.521
4.017
Pedra Preta
2.575
2.847
Pedro Avelino
6.901
8.006
Pedro Velho
14.119
13.518
Pendências
13.423
11.401
Pilões
3.453
3.002
Portalegre
7.264
6.746
Porto do Mangue
5.213
4.064
Poço Branco
13.931
12.261
Presidente Juscelino
8.774
7.005
Pureza
8.376
6.963
Rafael Fernandes
4.692
4.247
Rafael Godeiro
3.041
2.953
Riacho da Cruz
3.165
2.667
Riacho de Santana
4.155
4.200
Riachuelo
6.973
5.760
Rio do Fogo
10.027
9.217
Rodolfo Fernandes
4.411
4.467
Ruy Barbosa
3.595
3.686
Santa Cruz
35.345
31.294
Santa Maria
4.762
3.778
Santana do Matos
12.894
15.987
Santana do Seridó
2.526
2.377
Santo Antônio
22.179
20.107
Senador Elói de Souza
5.566
5.028
Senador Georgino Avelino
3.917
3.302
Serra Negra do Norte
7.770
7.543
Serra de São Bento
5.746
5.870
Serra do Mel
10.263
8.237
Serrinha
6.581
7.253
Serrinha dos Pintos
4.534
4.295
Severiano Melo
5.752
10.579
São Bento do Norte
2.964
3.378
São Bento do Trairí
3.890
3.244
São Fernando
3.401
3.234
São Francisco do Oeste
3.874
3.480
São Gonçalo do Amarante
86.151
69.435
São José de Mipibu
39.322
34.912
São José do Campestre
12.355
11.982
São José do Seridó
4.231
3.777
São João do Sabugi
5.909
5.698
São Miguel
22.159
20.124
São Miguel do Gostoso
6.704
7.580
São Paulo do Potengi
15.629
13.822
São Pedro
6.193
6.776
São Rafael
8.088
8.201
São Tomé
10.868
10.798
São Vicente
6.030
5.633
Sítio Novo
5.020
4.448
Taboleiro Grande
2.317
2.029
Taipu
11.836
11.531
Tangará
14.175
12.118
Tenente Ananias
9.816
8.875
Tenente Laurentino Cruz
5.406
4.412
Tibau
3.687
3.197
Tibau do Sul
10.482
7.749
Timbaúba dos Batistas
2.295
2.189
Touros
32.864
27.879
Triunfo Potiguar
3.363
3.642
Umarizal
10.534
11.092
Upanema
12.977
10.991
Venha-Ver
3.821
3.422
Vera Cruz
10.646
8.522
Vila Flor
2.872
2.528
Viçosa
1.618
1.521
Várzea
5.209
8.238
Água Nova
2.975
2.678
Total: Rio Grande do Norte
3.121.451
2.776.782
Total: Região Nordeste
51.871.449
47.741.711

sábado, 16 de outubro de 2010

Turísmo no Rio Grande do Norte (02)

Turismo Sol e Mar

O Rio Grande do Norte

O Rio Grande do Norte possui 400 km de praias, de águas límpidas, mornas e com sol constante. Algumas internacionalmente conhecidas , como Ponta Negra - com o Morro do Careca,  Pipa -  com suas noitadas, falésias e golfinhos e Genipabu - com os passeios de buggy explorando suas dunas. Possui ainda dunas , coqueiros, falésias  e lagoas naturais, oferecendo uma grande diversidade de lazer. O Rio Grande do Norte conta ainda, nas praias,  com a riqueza dos manguezais, zonas preservadas de Mata Atlântica  e Mergulhos - dentro da política de proteção ao meio-ambiente praticada pelo Governo do Estado, que preserva e fortalece o compromisso em torno do desenvolvimento sustentável e responsável. Por toda essa oferta, de encantos naturais das praias, com cenários paradisíaco,  o turismo de Sol e Mar ainda é o mais procurado pelos que visitam o Estado e querem se entregar ao prazer de não fazer nada – apenas apreciar a natureza.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Turismo no Rio Grande do Norte

Turismo de Aventura

O Rio Grande do Norte

A geografia do Rio Grande do Norte é rica em montanhas, dunas, grutas, cavernas, cachoeiras, mergulhos, trilhas e segredos para serem desvendados por quem gosta de ação. Escolha um destino e prepare o coração, a terra potiguar é pura aventura. A cada dia é descoberto no Rio Grande do Norte novos roteiros de aventura, que atravessam mangues, falésias, salinas artesanais, dunas coloridas e Vila de Pescadores, com buggy ou carro com tração 4X4. Assim como trekkings em vários locais, como a Mata Estrela, em Baía Formosa e o  Parque das Dunas em Natal. Outra aposta atual é o turismo de mergulho. O Estado tem tudo para ser um dos grandes points do Brasil nesse segmento, com águas límpidas e mornas, muitos arrecifes, grandes cardumes, corais de formações exóticas e naufrágios espalhados por toda a costa, a exemplo de Natal e Maracajaú. As praias de Barra de Cunhaú e São Miguel do Gostoso, por sua vez, integram o belo cenário do kitesurfe norte-rio-grandense. São locais ideais para iniciantes ou praticantes experientes, já que oferecem ventos constantes e boa infra-estrutura hoteleira. Outras atividades também que se destacam é a pesca em alto mar, a asa delta, as trilhas de quadriciclos na Serra de São Bento, além de corridas de aventura, cavalgadas e desafios como as escaladas, a tirolesa  e o rapel. O Rio Grande do Norte tem também um dos melhores pontos do mundo para a prática de vôo livre. Fica na cidade de Patu, a 369 km de Natal, de onde partem praticantes do esporte em busca de recordes mundiais.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Energia Eólica no RN

“Wind of Change’’ ou vento da mudança. O título de um dos grandes sucessos musicais da década de 90 ajuda a descrever a nova configuração que a economia do Rio Grande do Norte pode começar a ganhar em dois anos, na esteira da indústria eólica. O estado é visto com o maior potencial do país para gerar esse tipo de energia e tem ventos soprando a favor de pelo menos 17 municípios em estágio de desenvolvimento regular ou moderado, a exemplo de João Câmara, Touros e Galinhos. Esses ventos prometem levar, até essas cidades, um surto de crescimento sem precedentes, com algo em torno de R$ 20 bilhões em investimentos e milhares de empregos em áreas como construção civil, operação e manutenção de equipamentos. Movimentos nesse sentido devem ter início amanhã, com o primeiro leilão de reserva para negociação exclusiva de energia obtida a partir do vento, ou eólica, no país, mas deverão ganhar força ao longo da próxima década, dependendo da demanda dos compradores pela produção.

Parque eólico montado no município de Rio do Fogo é um dos dois atualmente em operação no estado
Parque eólico montado no município de Rio do Fogo é um dos dois atualmente em operação no estado
Interior terá empregos fortalecidos

No auge de um parque eólico, quando a obra está em pleno vapor, gera-se em torno de 500 a 600 empregos diretos. Cerca de 90% dessa mão-de-obra ajuda a construir os caminhos de acesso e as fundações. São pedreiros, serventes, mestres de obras, encarregados e engenheiros, por exemplo. A equipe restante é responsável por fazer a montagem dos aerogeradores, aqueles geradores elétricos enormes, integrados ao eixo de um cata-vento. “Todos os parques estão em regiões afastadas da capital. Geralmente os encarregados e engenheiros, são de fora, mas 80% da mão-de-obra é local’’

Municípios

Considerando a absorção de mão-de-obra majoritariamente local, é possível dizer que a concretização de todos os parques projetados para o Rio Grande do Norte geraria um surto de novos empregos em cidades que lutam para se desenvolver, como é o caso de João Câmara,Touros, Guamaré,Galinhos, Macau.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

Polos Turísticos do RN


Pólo Seridó

Localizado ao sul do Estado, o Pólo Seridó é constituído por ecossistemas naturais e possui uma vegetação única no planeta: a caatinga. Faz parte do Nordeste semi-árido e abrange importantes sítios arqueológicos, que registram a presença do homem pré-histórico, através de enigmáticas inscrições rupestres.
O Pólo Seridó ainda apresenta majestosas serras, cavernas misteriosas, trilhas, rios, açudes e tanques naturais. A força das tradições populares, como folguedos e festas religiosas, despertam o fascínio dos visitantes. Entre suas maiores potencialidades turísticas, se incluem também a gastronomia genuinamente sertaneja e seu rico artesanato com seus famosos bordados.

Pólo Costa das Dunas

O Litoral Leste é repleto de praias desertas de areia branca, tendo como paisagem de fundo inúmeros coqueiros, rios encontrando com o mar, dunas, exuberantes lagoas de água doce, manguezais, atrativos da Mata Atlântica, como a área de preservação denominada Mata Estrela, totalmente intocada, em Baía Formosa.
É possível realizar passeios de bugue pelas dunas de Genipabu, uma das mais famosas do Estado, como passeios de dromedários e jangadas. A Praia da Pipa é uma das badalações do litoral nordestino. Lá encontram - se belas praias, gente bonita, diversão, muita paz e muita natureza, sendo possível visualizar golfinhos e tartarugas marinhas.
Tibau do Sul é a vizinha da Pipa, e menos agitada, possui praias mais isoladas, formadas por falésias (murais de pedras, como um barranco), tem águas claras, de mar aberto e calmo. A região oferece uma infra - estrutura de hotéis, pousadas e restaurantes que servem comida caseira e frutos do mar.
 
 Pólo Agreste-Traíri

O Pólo Agreste/Trairí encanta pela beleza deste pedaço de Sertão Nordestino, excelente para a prática do Turismo de Aventura pelas suas serras, rochas e lajedos. Os festejos juninos e religosos, as tradicionais vaquejadas e a culinária são outros atrativos para quem visita uma das 13 cidades da Região.A cidade de Santa Cruz inaugurou recentemente a maior estátua religiosa do mundo( SANTA RITA DE CÁSSIA), em função da devoção dos moradores da cidade e região com a Santa.

Pólo Costa do Sal ou Costa Branca

 Situado na Zona Oeste do Estado, o Pólo Costa Branca é marcado por um incrível contraste: de um lado, a vegetação caatinga, repleta de xique-xiques e juremas. Do outro, o mar, dunas multicoloridas, falésias e quilômetros de praias praticamente desertas. A tranqüilidade da atividade rural convive em plena harmonia com a movimentação turística. Essa região é grande produtora de sal, petróleo e fruticultura. Reúne sítios arqueológicos e paleontológicos. O Pólo Cosa Branca possui uma boa infra-estrutura turística, composta por hotéis, pousadas, bares e restaurantes. Este é um lugar único, onde o mar encontra o sertão e o sertão literalmente vira mar, um dos maiores destaques é a Cidade-Praia do Tibau, com suas praias de águas limpas e tranquilas.

Pólo Serrano

O clima ameno de suas cidades, que varia entre 16º a 22º, é uma das principais características dos destinos que compõem o Pólo Serrano. Situado no semi-árido nordestino, o Pólo Serrano é a atração dos adeptos do ecoturismo, pela geografia favorecida com montanhas e grutas, pelos religiosos em função do Santuário do Lima em Patú. O clima de serra e a gastronomia requintada fazem da região o melhor lugar para se viver a experiência do "inverno nordestino".

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Pesca e carcinicultura // RN lidera exportação de pescado

O Rio Grande do Norte se mantém na liderança da exportação de pescado e é o segundo maior produtor de camarão do Brasil. Entre janeiro e julho deste ano, o estado exportou R$ 11,2 milhões em pescado, R$ 9,99 milhões em camarão e R$ 4,38 milhões em lagosta. A produção de camarão gera cerca de 12 mil empregos diretos no Rio Grande do Norte. Já na atividade pesqueira, artesanal e industrial, são gerados 40 mil empregos.

O desempenho potiguar é notável ao manter-se no patamar de liderança nas exportações de pescado, mesmo com os problemas gerados pela crise econômica internacional, que afetou o poder de compra de milhões de pessoas nos países da Europa e nos Estados Unidos, consumidores diretos do produto.

Um dos fatores para esse resultado foi a política de incentivos ao setor. No início deste mês, o governador Iberê Ferreira assinou decreto isentando de Imposto sobre Circulação de Mercadoria e Serviços (ICMS) os reprodutores vivos de alta linhagem de camarão marinho, larvas e pós-larvas, produzidos no Brasil, nas saídas internas e interestaduais.

"Sabemos da importância da pesca e da produção de camarão para a vida de milhares de norteriograndenses e para a nossa economia. Estamos investindo em incentivos fiscais com isenção de ICMS, na construção do Terminal Pesqueiro que vai impulsionar a atividade pesqueira, em pesquisas e apoio tecnológico, e na qualificação de profissionais", destacou o governador.

Outro incentivo é o programa que isenta o pagamento de ICMS do óleo diesel para as embarcações pesqueiras, vigente desde 2003 e considerada a primeira política pública de impacto voltada para o crescimento da atividade pesqueira. O custo do óleo diesel representa 40% das despesas de armação de um barco de pesca. O objetivo é dar competitividade a frota potiguar frente aos barcos internacionais. O benefício é garantido durante todo o ano. Em outros estados, que adotam medida semelhante, a isenção de ICMS é válida durante oito ou nove meses.

Carcinicultura no Rio grande do Norte

A atividade de carcinicultura marinha no Rio Grande do Norte tem se desenvolvido muito nos últimos anos, colocando o Estado entre os maiores produtores de camarão cultivado do país. Tal posição justifica-se, principalmente, pelas condições climáticas favoráveis e disponibilidade de áreas propícias à exploração da atividade, o que tem atraído a atenção de muitos investidores para o Rio Grande do Norte. Recentemente, com o crescimento do número de fazendas produtoras, verificou-se um aumento da área física ocupada pela atividade. Além disso, a introdução de novas tecnologias, em toda a cadeia produtiva, modificou positivamente os níveis de sobrevivência final, proporcionando um incremento na produtividade e, conseqüentemente, na produção total de camarão cultivado no Estado.

No entanto, a rápida expansão do setor tem gerado grande concentração de fazendas de produção em alguns estuários. A questão da distribuição geográfica das unidades de cultivo implantadas e em implantação, somada à intensificação dos cultivos, tem levado o setor a preocupar-se com a capacidade de suporte dos estuários, no que diz respeito à qualidade da água e a assistência técnica para os pequenos produtores. Por outro lado, a ameaça constante de doenças exógenas faz com que medidas de bioseguridade necessitem ser efetivamente implantadas.

Outro fator observado é a dificuldade encontrada pelos produtores para regularizar sua situação junto aos órgãos licenciadores da atividade, haja vista a discrepância nos dados oficiais sobre número de fazendas, produção total e condições de cultivo.

As duas principais áreas de produção, são o Litoral ao sul e ao norte de Natal e o Litoral salineiro.